
Eu gosto quando a lógica da inteligência artificial segue um padrão mais naturalista, sem partir pro surrealismo, tentando manter a essência da capa do disco no contexto falso que ela mesma cria para esses ícones.
Tem mais aí embaixo: Continue

O compadre Caramuru Baumgarten viu meus posts sobre inteligência artificial expandindo capas de discos e me chamou num canto pra mostrar algumas que tinha feito.
Veja mais abaixo: Continue

Agora que abriu a porteira, já era: tem mais gente jogando capas de discos para serem expandidas por algoritmos designers. Separei umas que cogitam realidades estranhas demais para além das imagens que já conhecemos.
Veja abaixo: Continue

E o Marko viu o post que fiz nesta segunda sobre a inteligência artificial esticando as bordas de discos clássicos brasileiros e resolveu fazer essa mesma experiência com discos estrangeiros, botando Led Zeppelin, Beatles, Miles Davis, John Coltrane, King Crimson, The Who, Patti Smith, Pink Floyd, entre outros, para ampliar seus horizontes visuais à base de inspiração robô.
Veja outras aqui. Continue

No Twitter, o Jéferfon Menezes publicou o resultado das provocações que fez a um programa de inteligência artificial para que este completasse capas de discos clássicos brasileiros para além de suas fronteiras visuais – e como essa tal de IA viaja…
Veja os outros abaixo: Continue

Recuperando reportagens que fiz para outros veículos no passado para cá, eis a matéria que escrevi para a revista da UBC sobre o conceito de mercado midstream, área entre o underground e mainstream que foi devastada pela pandemia e que tenta recuperar-se neste novo momento.
Leia abaixo: Continue

Esqueci de linkar aqui no Trabalho Sujo um papo que tive com o pessoal do Lasercast sobre o senhor Robert Crumb, ainda no ano passado. Os compadres do podcast do site Raio Laser, ótima iniciativa brasiliense de acompanhar as transformações do quadrinho mundial, Ciro Marcondes, Marcio Jr. e Lima Neto me chamaram para falar sobre um dos principais nomes da história do quadrinho mundial dentro da seção Quadrinistas Além pois traduzi alguns livros deste mestre no início do século. Um papo excelente que inevitavelmente falou sobre a influência do sujeito inclusive no quadrinho nacional.
Ouça aqui. Continue

No meu programa de entrevistas desta semana converso com a Carol Passos, uma das criadoras do podcast Posfácio, que fala sobre livros e que está prestes a entrar em uma nova temporada entrevistando escritores. Falamos sobre jornalismo e literatura e como o primeiro tem prestado bem menos atenção à segunda, criando espaços que permitem a criação de projetos como este podcast. E também falamos sobre questões técnicas envolvendo este tipo de publicação, que está bem mais à mão da maioria das pessoas atualmente.
Assista aqui. Continue

Emicida chega ao Fortnite nesta sexta-feira em mais um passo que o rapper ao desbravar novas fronteiras. Aproveitei o acontecimento para conversar com Benoni Hubmaier, da YB, Thiago Adamo, da Game Audio Academy, e Samuel Ferrari, do estúdio Mdois sobre a relação entre música e games para o jornal Valor Econômico. Além da reportagem (que pode ser lida aqui), ainda fiz uma entrevista só com o rapper, que atravessa um 2022 intenso, que além da volta dos shows e de sua aparição como ator no filme Medida Provisória, ainda lançará documentário e livro, sobre sua relação com os jogos.

Em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil, mostrei que nosso herói Neil Young não entrou nessa contra o Spotify de uma hora pra outra – e sua importância como músico, compositor e cantor equivale à sua tradicional luta contra os opressores e seu ativismo político sempre alerta. Continue