

Parece um híbrido de jogo da memória com resta-um com sudoku – mas é outra lógica. O pior é que vicia pacas, clica aqui.

O estúdio tailandês We Are Camera propôs essa troca improvável e o resultado é hilário.
Vi no Laughing Squid.

Mark Zuckerberg pagou 16 bilhões de dólares num dos aplicativos mais usados do mundo. Vai facilitar bastante o trabalho da NSA, resta torcer pra que ele ao menos não mexa como ainda não mexeu no Instagram. Mas inevitavelmente isso vai acabar em publicidade – e dá uma sobrevida maior à grande taba digital do “cacique Zuckerberg”, como diz o Bruce Sterling…

Presentaço de uma das maiores bandas de rap da história – o De La Soul está comemorando o dia dos namorados dos EUA liberando toda sua discografia pra download gratuitamente, basta deixar seu email no site deles. Mas corre porque essa distribuição gratuita de MP3s só dura um dia – e termina no meio-dia deste sábado.

Derek Muller, do canal de vídeo Veritasium, há um mês publicou um vídeo explicando como o Facebook ganha dinheiro cobrando seus usuários por mais exposição e transformando-os em publicitários dispostos a vender a própria timeline:
É a premissa filter-bubble, do Eli Pariser, vista de um ponto de vista puramente de negócios. Agora ele volta com um vídeo ainda mais esclarecedor, em que prova que o Facebook age exatamente como os sites que vendem “likes” às baciadas: contratando clicadores seriais em países subdesenvolvidos.
Resta a dúvida: quanto tempo o Facebook conseguirá enganar tanta gente?

O designer Jay Simons, obcecado por mapas, resolveu transformar a internet em 2014 em um mapa-múndi clássico, num exercício de nerdismo cartográfico exemplar. Veja o mapa inteiro abaixo:
O produtor Deadmau5 teve, há três meses, a idéia de pintar sua Ferrari em referência ao Nyan Cat (meio 2011, vai entender…) – e ele mostra agora como ficou o carro, na prática:

Detalhe da placa: “EPICLULZ”.

Uma das últimas coisas que fiz na revista Galileu foi coordenar a parceria da revista com a Campus Party 2014, na semana passada, quando integrantes da redação participaram de atividades no evento. A primeira dessas foi um debate que propus entre a modelo Michi Provensi, o escritor André “Cardoso” Czarnobai e a diretora Vera Egito (o rapper Emicida também foi chamado para o bate-papo, mas não pode comparecer por motivos de saúde) sobre os limites da produção artística e o papel do artista frente a diferentes formatos e rótulos. Abaixo, a íntegra da conversa:

Participo mais uma vez da Campus Party nesta terça-feira, às 15h45, quando medio uma mesa sobre como a internet ampliou os horizontes da arte e da cultura, no palco Michelangelo, com a participação do escritor André “Cardoso” Czarnobai, da diretora Vera Egito e da modelo Michi Provensi. A mesa – que faz parte do conteúdo oferecido pela Galileu ao evento, consolidando mais um ano de parceria – teria a participação do Emicida, mas ele teve problemas de saúde e não poderá participar.