Traduzi a carta pública em que Taylor Swift explica à Apple que estava tirando seu disco mais recente do novo serviço de streaming da empresa, o Apple Music, lá no meu blog do UOL.
Faz tempo que eu não acompanho videogame, mas o trailer desse Star Wars Battlefront, recém apresentado na E3 desse ano, nos leva a crer que finalmente teremos um jogo de Guerra nas Estrelas que esteja à altura da mitologia da saga. Saca só:
Incrível, não?
Apareceu na Bélgica: uma faixa para quem anda com os olhos grudados no celular. Parece piada, mas faz sentido.
Vi no Bored Panda.
Com a chegada de Jurassic World, era inevitável que voltassem ao primeiro Parque dos Dinossauros em versão Megadrive – e só quem podia fazer isso era o pessoal do Cinefix.
O melhor disco de música brasileira do ano passado foi barrado no iTunes porque tava com os peitos de fora. Encarnado, de Juçara Marçal, não pode exibir seus peitos por puro preconceito da loja digital de Steve Jobs. Kiko Dinucci, autor da capa e cúmplice de Juçara em um monte de coisa boa, inclusive em Encarnado, meteu a boca na segunda-feira:
O assunto é:
Mamilos femininos!
Amanhã a Juçara Marçal lança pelo Laboratório Fantasma o disco Encarnado em várias plataformas de streaming.
Sairia para venda no ITunes também se eles não censurassem a capa por conter “mamilos” a mostra.
Sempre que faço arte pra capa de disco, penso em”arte”, a capa é a extensão da arte que é o disco como um todo.
Que autoridade eles têm de proibir uma arte por mostrar um mamilo? O mamilo, todos sabem, é só um pedaço do corpo, a primeira coisa que uma criança sente e põe a boca quando nasce.
O ITunes sugeriu fazermos outra capa, a Juçara se negou. Como a capa de um disco para o ITunes é somente a embalagem de um produto, pra eles pouco importa esse papo de arte, por moralismo, machismo ou simplesmente burrice, perderam a chance de vender um dos discos mais premiados e aclamados do ano passado pela crítica em nome desse tempo horrível de caretice e desamor.
E emendou na quarta:
Sobre esse lance da censura da capa do Encarnado, uma coisa ficou bem clara, as regras não são as mesmas pra todo mundo. Discos ligados a gravadoras grandes podem botar seus seios nas capas sem nenhum problema. Antes de parecer moralista, machista ou que quer que seja, a postura do ITunes me parece, antes de qualquer coisa, perseguição contra os discos ligados ao mercado alternativo.
Diretamente do país onde só os pobres são presos.
E citou exemplos que só não fazem rir mais porque o assunto é sério:
Lamentável, mas esse é um dos dramas do mundo digital, o tiquezinho no “eu aceito” quando você passa o mouse rapidinho por aquele calhamaço digital de termos e condições de uso. E a regra do jogo é a regra do dono, é o capitalismo em estado mais latente, não adianta bater de frente. Tem que fazer como o Kiko e a Juçara fizeram: caíram fora e não deixaram barato. Aos poucos a gente vai aprendendo…
Aproveitei que o hype ultrapassou os milhões e linkei a versão dublada do Kung Fury lá no Blog do Matias.
A grande sensação cinematográfica mundial neste fim de semana é o inacreditável filme de meia hora Kung Fury, escrito, dirigido e atuado por David Sandberg – um misto de Johnny Depp e Ryu do Street Fighter – que mistura a estética Miami Vice à aurora da psicodelia eletrônica, vikings, dinossauros e nazistas na comédia policial de artes marciais Kung Fury e é uma grande elegia à cultura pop dos anos 80, como se Drive fosse um filme do trio Zucker Abrahams & Zucker escrito pelo Tarantino. Já havia linkado aqui o inacreditável clipe de de “True Survivor” mas não sabia que era dessa pequena obra-prima que custou 600 mil dólares bancados via crowdfunding.
A era de ouro do cinema está só começando. Imagina quando esses novos autores começarem a largar as referências…

Danny Boyle, Michael Fassbender e Aaron Sorkin unem forças para contar a história de um dos heróis desta nova era digital: um executivo de uma empresa de computadores cuja marca transformou-se quase em uma religião. Comentei sobre Steve Jobs lá no meu blog do UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/27/mais-um-mito-sendo-forjado-nos-cinemas-steve-jobs/

Cara, isso é só uma brincadeira de YouTube, mas ao mesmo tempo é um filão gigantesco esperando para ser transformado em dinheiro – como quase tudo que envolve Lego hoje em dia.

O blog We’re Gonna Need a Bigger Blog (que nome foda) reuniu cenas rápidas de grande parte dos robôs que apareceram nos filmes de 1915 – e assistimos a um desfile de aparelhos desajeitadas e seres perfeitas, humanóides replicantes idênticos a humanos e versões conscientes de máquinas de toda espécie – de motoristas a ajudantes na cozinhas, lutadores e assassinos.






