Nesse trailer, o cara incluiu as imagens de “With a Little Help from my Friends” e “Birthday”, que vazaram essa semana, no trailer oficial.
Vai ser foda. E se eu fosse você, compraria o Estadão de segunda-feira só pra ler a materiaça da capa do Link.

Não, é um case para o iPod Nano. Vi aqui.
Esqueci de linkar aqui a matéria que o povo da Noize, de Porto Alegre, fez sobre blogs de música na edição de julho da revista, citando não apenas o seu estimado Trabalho Sujo como meus irmãos de condomínio, Bruno, Arnaldo e Mini. A matéria começa na página 30 e ouve outros compadres insuspeitos sobre o tema.
Esse Olha o Passarinho, Jesus é inacreditável.
“Harry Patch (In Memory Of)” foi escrita em homenagem à morte do último sobrevivente inglês da Primeira Guerra Mundial, aos 111 anos. A faixa foi gravada em uma capela e tem arranjos de cordas do Jonny Greenwood. Thom Yorke falou sobre as motivações por trás da faixa:
Recently the last remaining UK veteran of the 1st world war Harry Patch died at the age of 111.
I had heard a very emotional interview with him a few years ago on the Today program on Radio4.
The way he talked about war had a profound effect on me.
It became the inspiration for a song that we happened to record a few weeks before his death.
I very much hope the song does justice to his memory as the last survivor.It would be very easy for our generation to forget the true horror of war, without the likes of Harry to remind us.
I hope we do not forget.As Harry himself said
“Irrespective of the uniforms we wore, we were all victims”.
Ao contrário do In Rainbows, eles agora cobraram £1 pelo download – e o dinheiro arrecadado com o download vai para a Royal British Legion. Não é difícil imaginar isso também como uma espécie de experiência: “E se cobrássemos uma libra por cada faixa que lançássemos, quanto ganharíamos?”
Fora que já já o MP3 aparece pra download…
Agora sim, um acessório que vale à pena.
Se liga.
Mutli volta a nos lembrar da passagem de Rodrigo Lucianetti por nossas vidas e da importância de um precursor da generosidade intelectual.
Mark Zuckerberg chegou no Brasil pra dar uma geral nessa semana e fui entrevistá-lo com o Rodrigo e o Etevaldo. Demos uma boa geral sobre o crescimento do Facebook no Brasil há menos de um mês lá no Link e iremos acompanhar a visita do sujeito no Brasil durante toda a semana lá no site. A entrevista mesmo, só na edição da semana que vem do Link.
Mark Zuckerberg fala sobre a vinda do Facebook ao Brasil: ”É um momento estratégico”
Em São Paulo, o dono da maior rede social do mundo conversa com o Link sobre a chegada da rede ao Brasil
Mark Zuckerberg não chama atenção. Quem nunca tivesse visto sua foto num jornal ou revista não iria imaginar que é praticamente dono de um país. Virtual, mas um país. Vestindo tênis, calça jeans e camiseta, o rapaz de 25 chega para a entrevista com o Link. Sorridente, o criador do Facebook, a maior rede social do mundo, com 250 milhões de usuários, não tem a menor cara de executivo. E também não age como tal. Na entrevista exclusiva para o Estado feita hoje no restaurante do hotel Unique, na hora do almoço, ele conta que ainda não teve tempo de ter muitas impressões sobre o Brasil, pois chegou no domingo à noite – e pediu uma pizza de picanha. Hein?
“É muito colorida”, riu, quando o prato chegou. “Me recomendaram tanto essa pizza que não posso deixar de comê-la”, disse, depois de explicar que o único gostinho do Brasil que teve até então foi numa churrascaria, para onde o levaram no domingo à noite, pouco depois de chegar ao País.
Mas não foi para comer que Mark aterrissou por aqui. Não é a primeira vez dele na América do Sul – já passou férias na Argentina e acabou de sair de uma viagem de uma semana no Peru. Mas a visita ao Brasil não foi turística: Mark veio a negócios – sua vinda se deve ao crescimento acelerado do site por aqui, como fez questão de afirmar. Somente neste ano, foi de 133%.
“Quero visitar o país para explicarmos o que somos e o que fazemos”, explicou. “É um momento estratégico. Sabemos que somos menores agora do que a maior rede social do Brasil”, afirma, sem nunca citar nominalmente o Orkut. “Se quisermos fazer sucesso em todos os países grandes, temos de fazer sucesso no Brasil”, explicou, além de adiantar que está buscando empresas parceiras para usar o Facebook Connect, ferramenta de sua rede que permite acessar conteúdo postado no Facebook a partir de qualquer site. O único parceiro fechado até agora foi o portal Terra.
E essa semana ele segue sua maratona de compromissos até o fim da semana, quando volta aos EUA. Hoje, logo após a entrevista ao Link, que foi realizada pelo repórter Rodrigo Martins, o editor Alexandre Matias e pelo colunista do Estado Etevaldo Siqueira, ele se reuniu com blogueiros para tentar entender o que acha do Brasil. Amanhã, às 11h, falará aos alunos da Fundação Getúlio Vargas, inclusive com transmissão ao vivo. Às 17h, fará um encontro com desenvolvedores, que também deve ser transmitido via web. “Queremos ensinar as pessoas a desenvolver coisas para a nossa plataforma.”
Durante toda esta semana, o Link irá acompanhar Mark e contar aqui no site tudo sobre a sua visita ao Brasil. Na segunda, trazemos a entrevista completa no caderno impresso do encontro que tivemos hoje com o executivo.









