Uma recriação dos primeiros anos do videogame que imagino que vai parecer com os tais segundos finais antes da morte de qualquer um da minha geração. E a música é tão boa…
Vi no Tumblr do Link.
O escritório, no caso, é a redação da NPR, atrás da mesa do apresentador Bob Boilen, dentro da programação dos Tiny Concerts do canal.
Foda.
Há muita coisa errada na equação proposta no vídeo abaixo – o timbre da voz da menina, sua faixa-etária, a temática da música, a abordagem do assunto, a direção do clipe, o eletro-clichê bombando como espinha dorsal -, mas alguma coisa inesperada acontece quando estes fatores se alinham e deixam tudo estranhamente… bom.
E não estou falando da lógica trash (“tão ruim que é bom”), sou avesso a esse conceito, o primeiro a puxar o coro dos facepalm…
Eis a homenagem que o homem-Macanudo fez à passagem do carismático meme russo, nesta segunda-feira.
Outro gênio ceifado por 2012. E esse é dos grandes, não apenas da ficção científica, mas da literatura, da criação, da criatividade. Vamos ouvi-lo:
Escrevi sobre a morte e o legado de Ray Bradbury na coluna FYI que eu e a Helô tocamos no site do Instituto Moreira Salles. Um trecho:
A morte de Ray Bradbury é, de alguma forma, a morte do século XX. De todos os escritores de ficção científica – um gênero que existe, na prática, há pouco mais de cem anos, Bradbury deu mais ênfase à prática literária do que aos devaneios futuristas. Não foi visionário como Arthur C. Clarke, nem pragmático como Isaac Asimov – e, diferente destes, pouco tinha de cientista. Não aspirou ao gênio transcendental de Philip K. Dick ou ao vórtex descendente de William Burroughs – e, diferente destes, pouco tinha de artista. Encarava a escrita como uma prática, a literatura como sacramento e dedicava seu suor a melhorar esta atividade diariamente, religiosamente. Tanto que em boa parte de suas fotografias ele aparece na frente de uma estante cheia de livros ou atrás de uma máquina de escrever portátil.
O texto continua lá no Blog do IMS.
E dentre estas, vale destacar esta jóia…
Com a nova “Sleeping Ute” eles marcam o começo das atividades do novo disco para setembro. E, pelo aperitivo oferecido, promete:
Parece sinistro esse filme, se liga:
E hoje quem toca no Prata da Casa é o Elo da Corrente. Sabe como é o esquema no Prata, né? A partir das 20h, os ingressos começam a ser distribuídos no Sesc Pompéia – e o show, de graça, começa às 21h. Vamo lá? Abaixo, o texto que escrevi para o projeto.
Entre o disco mais recente dos Racionais MCs, Nada Como um Dia Após o Outro Dia, de 2002, e a ascensão de Emicida, o hip hop paulistano teve uma série de novos protagonistas que ajudaram a consolidar sua fama ao mesmo tempo em que tiraram a pecha fora da lei que poderia transformar o gênero em caricatura. Nomes como Sabotage, Kamau, De Menos Crime, SNJ, Z’África Brasil e Mamelo Sound System ajudaram a moldar esta nova faceta, mas não sozinhos – e entre as promessas que surgiram na década passada está o grupo Elo de Corrente. Com participações em coletâneas como Direto do Laboratório e Raps de Verão Volume 1, entre outras, o trio bolou o show Missão de Pesquisas Folclóricas, montado em cima de gravações feitas na década de 1930 por Mário de Andrade, no mesmo ano (2009), que lançou seu único EP, batizado de O Sonho Dourado da Família, com sete faixas, e, aos poucos, prepara-se para o lançamento de seu primeiro álbum, ainda sem título definido.









