
Filme do ano? Show do ano?

Eis o novo disco disco de Gui Amabis – forte candidato a estar entre os melhores do ano, como no ano passado – inteirinho pra download, em seu site. Vale conferir.

E o Divine Fits tocando um dos hits do Frank Ocean?
Dica do Danilo.

Essa eu tou devendo linkar aqui há um tempão: Camilo mostrou o que aconteceu com a Alicia Keys depois que o Jamie Xx deu um trato nela… Ficou foda.
O grande Xkcd faz projeções sobre os anos em que esqueceremos acontecimentos que hoje são importantes pra gente.

Só não acho que o Facebook vá durar tanto tempo…

Chazwick Bundick deu o primeiro passo rumo ao ano que vem ao lançar a primeira música de seu próximo disco, Anything In Return, que sairá em janeiro. “So Many Details” tem o peso do groove do EP Freaking Out, mas ainda segue na manha do primeiro álbum. Uma boa amostra, vamos esperar.
E hoje a atração do Prata da Casa é o projeto Me & the Plant. Já sabe como é o esquema né: a partir das 20h os ingressos começam a ser distribuídos e o show começa pontualmente uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto. Quem vai?

Fruto da mente do carioca residente em São Paulo Vítor Palantano, o Me & the Plant desbrava as fronteiras de um pop maduro usando o violão como principal arma, mas não única. Vale frisar pois é inevitável associar a sonoridade de sua banda ao folk ou ao indie rock mais introspectivo, mas ela vai além, com referências que vão do rock progressivo à música eletrônica, o jazz e a MPB – embora todas as músicas sejam compostas em inglês. Mas é melhor rotulá-lo próximo da psicodelia, uma vez que a banda é um projeto individual com uma única ouvinte – a planta que também batiza a banda – e que começou a existir a partir de uma epifania de isolamento no Patagônia argentina, quando Vítor compôs quase todo repertório dos shows em poucos dias. Seu primeiro disco, The Romantic Journeys of Pollen, foi gravado no Rio por Kassin e conta com uma banda formada por Vítor, no violão e vocais, o próprio Kassin, o hermano Rodrigo Barba na bateria, Gabriel Bubu da banda Do Amor no baixo e Marcos Lobato do grupo O Rappa nos teclados e guitarra slide.


E um dos grandes discos nacionais do ano deu as caras, na íntegra. Eis abaixo todo Nunca Te Vi de Boa, primeiro disco do Sexy Fi, de Brasília, a nova encarnação do velho Nancy, que eu já havia mostrado umas faixas por aqui.
