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E quem comanda a Noite Trabalho Sujo de hoje é meu amigo Luiz Pattoli – que convidou o Hector, compadre desde os tempos em que fazia a Popscene em Santos com a Frá, pra ajudar a incendiar a pistinha do Alberta. Doses cavalares de dance music e música pop com um pézinho no rock (tanto clássico quanto indie) e outro na música pra dançar brasileira. Quem anima? As coordenadas estão tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. E se você quiser mandar nomes para a lista de desconto, basta enviar para o email noitestrabalhosujo@gmail.com.

E na semana que vem eu volto à ativa. Não vejo a hora!

Um dos principais pensadores da música contemporânea está no Brasil projetando imagens nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, olha só:

Ficou foda. As fotos são do Pedro Kirilos, do Globo. Tem mais lá no site do jornal.

Via That Hipster Porn.

Do Heng Swee Lim, o designer dono do ILoveDoodle.

Um dos dois integrantes da The Band ainda vivos, Garth Hudson lança um tributo à sua banda feito ao lado de artistas canadenses – e com a sua presença no teclado nas faixas. E um dos grandes momentos de A Canadian Tribute to the Band é quando Garth se reúne a Neil Young e à banda The Sadies para uma versão incendiária de “This Wheel’s on Fire”, sente só:

Tudo bem que não faz nem um mês que eu coloquei uma mixtape do Johnny Jewel aqui, mas vale repeti-lo porque há um nobre motivo. Em julho, ele anunciou a continuação do setlist que deu origem ao seu selo Italians Do It Better, After Dark, mas, como ele mesmo explicou na semana passada, há três meses ele não sabia que a Chanel chamaria o Chromatics (sua banda) para tocar em um desfile (falo disso já já) nem que seu outro projeto, Symmetry, foi chamado para fazer a trilha de, como ele mesmo diz, “a top-secret motion picture for 2013” (dessa eu não sabia), o que tomou-lhe bastante tempo e, acabou por atrasar After Dark 2, que será lançada em edição tripla em vinil dourado (uou!). Para compensar, ele ressuscita a primeira mixtape, lançada há cinco anos em sua festa de aniversário, em versão remasterizada. “77 minutos de música eletrônica analógica mutando-se em disco music italiana, krautrock, electro, cinema Giallo e pop”, em suas próprias palavras. Eis a mixtape, abaixo:

Olha o setlist:

Glass Candy – “Rolling Down The Hills”
Chromatics – “Hands In The Dark”
Mirage – “Last Nite A Dj Saved My Life” 

Mirage – “Lady Operator”
Glass Candy – “Computer Love”

Professor Genius – “La Grotta” 

Chromatics – “Killing Spree” 

Farah – “Law Of Life”
Chromatics – “In The City”
Glass Candy + Nat Walker + Eyvind Kang – “Miss Broadway”
Mirage – “Lake Of Dreams” 

Farah – “Dancing Girls”
Glass Candy – “The Chameleon” 

Professor Genius – “Pegaso”

A Pitchfork nos oferece um curto mas belo insight da influência das drogas na música pop moderna no documentário Music and the Psychedelic Mind, abaixo:

O nova-iorquino Chris Glover já tinha feito bonito quando deu um trato em “Blue Jeans”, da Lana Del Rey. E manteve o nível ao ser convidado para retrabalhar “Blue Velvet” – usando apenas o gemido inicial e a frase do refrão da musa de 2012 como fio condutor de uma hipnose electro-house daquelas…

Bem boa essa menina.

A festa passada pegou fogo – e o Danilo e o Mari não deixaram a pista esvaziar nenhum minuto! As fotos da Bárbara, abaixo, falam por si. E essa semana, se tudo der certo, é a minha última longe das pistas, mas antes da minha volta, o Pattoli faz as honras com o Hector, essa sexta.

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