
…mas será que vale o risco? A partir do que a banda já havia mostrado depois da saída de Adriano, a expectativa não era nem digna de registro, mas vem o Miojo Indie e ainda sapeca essa nota zero nessa resenha à la Como Me Sinto Quando… Complicado.

A Noite Trabalho Sujo da sexta passada foi daquelas! Saca só o clima nas fotos do Dan, logo abaixo. E sexta que vem tem Danilo e Klaus!
Interrompo minhas férias para avisar que Tomorrow’s Harvest apareceu online. Vi no tweet desse cara.

Volto agora ao fim das minhas férias.

E segue o bonde das Noites Trabalho Sujo! Essa sexta o inferninho fica sob os auspícios da querida Babee, que convocou o Angelo Malka pra dividir os CDJs com ela e esquentar esse frio que vem assolando São Paulo. Se prepare que a noite vai ser foda – só música boa no cardápio! O caminho das pedras é o mesmo de sempre e está detalhado tanto na página do evento no Facebook quanto no site do Alberta. Para mandar os nomes pra lista, basta enviá-los pro email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 18h. Não te arrependerás!

Wilsera e Pattoli fizeram bonito na primeira Noite Trabalho Sujo em que estive fora, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, abaixo:

O Trabalho Sujo está fora do ar, mas as Noites Trabalho Sujo não param! E quem segura a noite dessa sexta é ele – o homem, o mito, Luiz Pattoli, que recebe a presença emblemática do compadre Wilsera. Em outras palavras: hit pra tudo quanto é lado! O rumo da noite de hoje está tanto na página do evento no Facebook e no site do Alberta. E pode mandar os nomes pra lista de desconto via email pro noitestrabalhosujo@gmail.com, excepcionalmente até às 18h. Vai ser demais!

Antes de sair de férias, dei uma passada na Noite Trabalho Sujo em que o Danilo recebeu o Diego pra esquentar o inferninho do Alberta. Foi demais, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, abaixo:

Entregue-se à dança enquanto eu entrego-me à folga.
Daft Punk – “Lose Yourself to Dance”
David Bowie – “Golden Years”
Stevie Wonder – “Superstition”
Beijo AA Força – “Primeira Aula de Cartografia Aplicada”
Kylie Minogue – “Love is the Drug”
Cerrone – “Supernature”
Holy Ghost! – “Dumb Disco Ideas”
Ratatat – “Lex”
Sebastien Tellier – “Sexual Sportswear (Sebastian Remix)”
Stephen Malkmus – “Vitamin C”
Blondie – “Rapture”
Canyons – “Apples and Pears”
Beastie Boys – “Hey Ladies”

Vou desligando as máquinas por um instante, ficar um tempinho fora do ar, na marcha lenta, até o fim do mês. Posso reaparecer vez por outra, mas naquele ritmo lento – férias, afinal. Vão me avisando das novidades aí nos comentários, que eu volto à ativa no início de junho.
Até mais e, pra quem sentir saudade, há todo um arquivo de posts esperando para ser fuçado. Escolha um mês no menu da direita e vai na fé. Outra boa opção é fuçar nos outros blogs dOEsquema. Só gente fina. Boa viagem pra gente.

Vi sexta, filmaço, além de grande habilidade do J.J. Abrams em conduzir uma grife alheia. Consigo imaginar alguns fãs mais ferrenhos da série praguejando de raiva ao ver os elementos clássicos de toda sua mitologia querida recriados em versões mais comerciais e de digestão mais fácil (ou apenas mais pop, dependendo do ponto de vista). Mas não há como não aplaudir a homenagem que o novo filme faz a uma cena específica da série original (no trecho escondido nesse link – não clique se não quiser ter uma espécie de spoiler, deixe pra ver depois que assistir o filme, confie). E é fácil ver o novo elenco envelhecendo nestes papéis – Zachary Quinto especificamente já pode ser considerado autor de um Spock irrepreensível, digno da criação de Leonard Nimoy, mas Chris Pine amadurece bem seu Kirk (o filme, no fim das contas, é sobre isso) e todo elenco coadjuvante (o Scotty de Simon Peg, a Uhura de Zoe Saldana, o Bones de Karl Urban, o Sulu de John Cho) dá uma nova personalidade irresistível à tripulação da Enterprise. Benedict Cumberbatch, no entanto, desequilibra bem o filme para seu lado. Seu personagem é o mais distante do Sherlock meio Sheldon que inventou para a versão da série de Steve Moffat e o peso de sua atuação é fundamental para o novo filme. Mais sério e ainda mais agitado que a primeira releitura da série feita por J.J. Abrams em 2009, Além da Escuridão estabelece um novo patamar para as franquias de blockbuster do século 21: é a primeira sequência de um filme dessa escala que supera o título original. Nada mal, JJ.