
E já que estamos nessa de pirataria beatle, que tal essa versão acústica do Álbum Branco?
Não é um acústico de fato, na verdade é um conjunto de demos gravadas por John, Paul e George na casa do último, em Escher, ao sul de Londres. As canções em sua maioria foram gravadas durante o retiro espiritual que os Beatles fizeram na Índia junto ao Maharish Mahesh Yogi – e quando foram ao estúdio, ganharam corpos musicais bem diferente dos arranjos folk desta versão. O disco podia tranquilamente se chamar The White Album – Hippie Version, devido ao clima de roda de violão que todas as músicas tinham originalmente. Nem todas as músicas chegaram a ver a luz do dia na época – umas nunca foram lançadas, outras foram aparecer em discos solos nos anos seguintes “Child of Nature” mudou de letra e virou “Jealous Guy” no início da carreira solo de Lennon; “Junk” apareceu bem no começo da de McCartney e “Not Guilty” apareceu num disco solo de Harrison do meio dos anos 70, por exemplo. A ordem das faixas tocadas segue abaixo:

Eu não curto chapéu, mas tem gente que curte… Pena que está fora de estoque, mas vai que volta…

Que versão ótima essa que os escoceses fizeram pro hit da canadense na rádio francesa Oui FM.

Prato cheio pros fãs – e já está em pré-venda – mais detalhes abaixo:

Imagina a nóia… Veja o vídeo abaixo:

Normal, afinal ele é baterista. Mas o melhor é ele deixando os vocalistas no vácuo, veja abaixo…

“The sun is about to go down. It’s about 8:30 and you just had your first cocktail. You’ve got your friends in the backyard; maybe you’re swimming or something. If you put this song on, it can be like it’s 1976 and you’re a kid again. Tame Impala is one of my favorite bands on the planet right now.”
Este é Steven Drozd, dos Flaming Lips, comentando “Apocalypse Dreams”, do Tame Impala, no semanário The Week. A admiração é inevitavelmente mútua:

Começou com uma versão que o Tame Impala fez em Dublin para “Silver Trembling Hands”, no dia 21 do mês passado…
Dois dias depois, no festival parisiense Rock En Seine, eles tocariam “Are You A Hypnotist??” em uma senhora versão.
E culminará com o show de Halloween que as duas bandas farão juntas em São Francisco, no final de outubro. Ou será que renderá ainda mais frutos?

Retrô sur retrô. Veja abaixo:

E por falar nos robôs, a gravadora Because Music resolveu dar uma geral na música eletrônica francesa para dançar que acontecia décadas antes do Daft Punk começar a carreira. Cosmic Machine: A Voyage Through French Cosmic and Electronic Avant-garde (1970-1980) reúne tanto vanguardistas experimentais quanto exploradores da dance music, ambos determinados a desbravar aquele novíssimo território da pista de dança. Alguns nomes (Serge Gainsbourg, Jean-Michel Jarre) são manjados, outros são completos desconhecidos. Deschavei os vídeos de toda a coletânea logo abaixo (só não achei a faixa de abertura, a do Dvwb e a do Bernard Fèvre), pra ver que o pioneirismo desta cena européia não é apenas alemão:

Depois dos boatos envolvendo o Depeche Mode e o Nine Inch Nails, surge mais um candidato a headliner do festival que acontecerá no Brasil no ano que vem: Daft Punk. Ou pelo menos é isso que o Lucio ouviu falar…