
Nina dirigiu o clipe novo do Lucas Santtana, gravado ao vivo no Rio para registrar uma fase até então sem registros, como ele explica – antecipando o próximo disco:
“A gente fez essa formação de trio pra fazer as tours lá pela Europa. No começo era semiacústico, a gente fazia com violões e máquinas. Daí, na última tour, como era verão por lá, a gente resolveu fazer com guitarras, um show mais eletro-rock, mais pesado e deu o maior pé. Resolvemos voltar e faze-lo por aqui também. Essa formacao acabou contaminando o próximo disco que comecei a fazer semana retrasada em Sampa. Só que nao tínhamos nenhum registro legal de som e imagem dessa formação de trio com guitarras. Como você pode sacar o setup do Bruno Buarque é bem incomum, misturando bateria elétrica com acústica, samples, iPhones, Theremim digital, etc. Eu tb uso o monome que é um controlador midi open source. Usamos muitos pedais de guitarra, baixo sinth. enfim…. Resolvemos fazer o primeiro registro disso.”
Aumenta o volume:

Chama-se “Sexy Socialite” e desce bem que é uma beleza…

Nicolas Jaar e Dave Harrington fazem sua “Paper Trails”, parte de um dos melhores discos de 2013, ao vivo.
Vi no Bruno.
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Não duvide que um dia isso pode deixar de ser piada…
Mais uma amostra do disco novo do Arcade Fire (um clipe composto por imagens do filme franco-brasileiro Orfeu Negro, de 1959).

Mais uma amostra de que essa fase disco-NY pode ser a melhor coisa que já aconteceu na carreira dessa banda.

Aí vem um anônimo qualquer e comete isso:

Danilo desencavou uns vídeos que a Luaka Bop fez com músicos do Tim Maia para ajudar a divulgar a coletânea do síndico que foi lançada no ano passado. Cada história, saca só:

Eis o belo clipe de “Jusqu’a la Mort”, o segundo clipe do ótimo É o que Temos, que a cantora carioca lançou esse ano – precisa dizer que não dá pra ver no trabalho?

Kim Deal saiu dos Pixies e segue com as Breeders, mas tem encontrado tempo para começar uma carreira solo temporã – e desde janeiro deste ano vem lançando uma série de singles em seu site. O mais recente, “Are You Mine?”, abaixo, é sobre sua mãe, que sofre de Alzheimer e vez por outra a questiona com a pergunta que batiza a canção:
