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noites28novembro2014

Seguem nossas quentes e queridas Noites Trabalho Sujo que nessa sexta-feira fica sob o comando do mestre Luiz Pattoli, que chamou os “brimos” para uma festa em família daquelas! Muito R&B e rock velho, hip hop e dance music fuleira, hits indie e clássicos da música brasileira naquela pegada alto astral que faz a pista do Alberta #3 virar a melhor sexta-feira de São Paulo! Pra mandar nomes para a lista de descontos é só enviar pro email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h dessa sexta que tá tranquilo. Vem com a gente se esbaldar!

Noites Trabalho Sujo apresenta Luiz Pattoli + primos
Sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

Frank-Ocean

Sem ninguém esperar, o dono do melhor disco de 2012 lança uma música inédita. Curtinha, “Memrise” foi postada como quem não quer nada em seu tumblr e é cheia daquele soul meio Prince característico de sua obra, mas, sem beats, soa quase onírica. Saca só:

Será que vem disco novo em breve?

mancha

O Mancha veio oferecer dois pares de ingressos para dois dos shows que ele vai realizar nesse finde. O primeiro acontece hoje e é do grupo argentino Violetango e o outro é do clássico grupo indie de Ribeirão Preto Motormama, que se apresenta no domingo. Pra concorrer aos ingressos (um par pra cada show), basta escrever aí nos comentários porque você gosta de ver shows na casinha – ou se você nunca foi, o que você espera de lá. Não esqueça de indicar qual show que você quer ir e deixar um email para ser avisado, caso ganhar. Valendo!

Chaves (1929-2014)

chaves

Pipipipipipipi

nts-5

Além da Noite Trabalho Sujo de hoje, comandada pelo Pattoli, eis umas dicas que separamos para este fim de semana na grande cidade: http://noitestrabalhosujo.tumblr.com/

starwars-vii

Você já deve ter visto em tudo quanto é lugar a essa altura do campeonato, mas não custa frisar que agora é sério. Olha só como o J.J. Abrams teve a manha de atiçar todo mundo com um trailer que não mostra quase nada:

Muito foda. E algo que me diz que essa primeira cena do trailer dará o rumo inteiro deste episódio.

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E os inevitáveis mashups e remixes feitos a partir do primeiro gostinho de Guerras nas Estrelas já começaram – saca só essa fusão entre esse primeiro trailer e o de Guardiões da Galáxia, feito pelo Renato Gaiarsa:

Quais você já viu por aí?

tears-for-fears-spotify

Podem falar mal o quanto for dos Tears for Fears – o fato é que Roland Orzabal e Curt Smith sabem fazer uma canção pop. Especialmente em seu período mais fértil, no final dos anos 80, quando emplacaram músicas que todo mundo conhece de cor mesmo sem gostar. Seus hits foram dissecados em recente apresentação para o Spotify quando, tocando para uma pequena platéia, contaram as histórias por trás de seus grandes hits – inclusive que surrupiaram “Seeds of Love” de “I Am the Walrus”, dos Beatles.

Além do vídeo, eles também gravaram em áudio sua já conhecida versão para “Creep”, do Radiohead.

longtimeago

PUTA MERDA!

<3

lorde-taylor

Cerimônias de premiação transmitidas para milhões de pessoas servem como termômetro para o mercado que gira em torno dos indicados e vencedores da noite. O American Music Awards, como muitos outros, é apenas isso: uma vitrine dos principais nomes que movimentam o mainstream no pop americano. Este vem passando por uma fase ótima, conseguindo reciclar-se e trazer novos nomes à baila que pouco se escoram em sonoridades do passado, buscando sua própria voz num tempo em que a internet é mais importante que o rádio para o mercado de música.

Alguns dos shows da edição de 2014 do prêmio, que aconteceu no último domingo dão uma amostra de como o mercado fonográfico está conseguindo recuperar o nível artístico que parecia perdido após o embate com a internet, há 15 anos – conseguindo fazer música pop com um mínimo de tutano. Essa dobradinha entre a Ariana Grande e o The Weeknd, desacelerando o hit “Problem”, é um ótimo exemplo disso:

Outro bom exemplo foi a apresentação de outro dos grandes hits do ano, “Fancy”, com a australiana Iggy Azalea, que chamoy sua parceira na faixa, a inglesa Charli XCX, para dar uma palhinha:

A norte-americana Taylor Swift, atual rainha do pop de seu país, cumpriu seu papel à risca:

E a neozelandesa Lorde, uma espécie de contraponto indie-nerd de Taylor, mostrou sua “Yellow Flicker Beat” pela primeira vez ao vivo:

Rolaram vários outros shows, mas esses quatro mostram que aos poucos o mercado parece ter voltado a entender que o que as pessoas querem ouvir é música. E é interessante notar que a presença feminina é cada vez mais a regra, virando a mesa do mercado em termos de gênero.