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Aproveitando o auê ao redor do novo episódio de Guerra nas Estrelas, a Lucasfilm convocou três jovens autores (Alexandra Braken da série The Darkest Minds e os autores de livros infantis Adam Gidwitz e Tom Angleberger) para recriar os três primeiros filmes da trilogia original com sua própria abordagem. O resultado é que Guerra nas Estrelas virou A Princesa, O Canalha e o Caipira (The Princess, The Scoundrel, and The Farm Boy), O Império Contra-Ataca virou Então Você Quer Ser um Jedi (So You Want to Be a Jedi) e O Retorno de Jedi virou Cuidado com o Poder do Lado Negro! Os três livros serão lançados no mês que vem e as capas – lindaças – podem ser vistas abaixo:

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Segundo o diretor de arte com insônia português João Rocha só existem dois tipos de pessoas no mundo: as que acham seu tumblr 2KindsOfPeople hilário e as pessoas sem nenhum senso de humor. Veja outras formas de separar o mundo em duas partes:

Tem (bem) mais lá.

MC Marvel

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E a dominação da cultura pop pela Marvel começa a atingir novos patamares com o anúncio de uma nova linha chamada Hip-Hop Variants, em que personagens de seu universo são recriados em capas de discos clássicos de rap. O lançamento oficial acontece em outubro – e essas capas eu vi no Uproxx, que tem outras por lá.

Marcas ao quadrado

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O designer polonês Kamil Piatkowski resolveu reler marcas clássicas usando Lego – e o resultado ficou retrô digital, uma vez que os tijolos quadrados lembram pixels.

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Lá no site dele tem mais.

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A marca de amplificadores Marshall já havia se miniturializado ao focar sua produção também em fones de ouvido – e aproveitou a atual onda de roqueiros velhos pra capitalizar em cima deles fabricando seu próprio celular. O Marshall London é só um celular Android OK que, segundo o fabricante, é focado na experiência sonora, mas isso pode ser um grande papo furado apenas pra vender esse belo telefone com visual vintage.

Vi no Verge.

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Confesso que fiquei completamente por fora da polêmica e da realização do encontro de Ivete Sangalo com o Criolo para homenagear Tim Maia – muita informação inevitavelmente faz a gente deixar passar um monte de outras coisas -, mas não dá pra passar batido dessa capa horrorosa feita a partir de uma foto normal da dupla. Tem gente que pode achar que capa de disco é coisa do passado, que a era digital transformou o que era um pôster quadrado em um ícone de desktop, não-sei-o-quê e tralalá, mas não dá pra não lamentar que dois nomes tão importantes pra música brasileira lancem um disco com uma capa que parece uma coletânea genérica que a Paradoxx lançava no final dos anos 90…

Lindaça essa capa que o mestre Chris Ware fez pra matéria que a New Yorker escreveu sobre o Minecraft no mês passado.

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E por falar na nova temporada de True Detective (estão gostando? Demora pra pegar, mas vai bem…), o site do Creators Project conversou com o Raoul Marks, designer australiano que criou a abertura da primeira temporada e ganhou um Emmy sem ter saído de seu pequeno escritório em Sidney, sobre a variação das colagens em câmera lenta para a nova temporada da série:

“The more gloomy monotone vibes of the first season weren’t going to work… We needed some brighter turquoise and reds. We relied heavily on still photography for a lot of the locations and textural elements in the sequence. In fact, the majority of imagery comes from still images. So a large part of production was bringing the photography to life. It needed to reflect our new setting of fictional Vinci, California, and feel like a lucid dream—unsettling and full of Californian heat. The goal was to be recognizable, but also to take a new angle on the iconic aesthetic of California. We were lucky enough to have been given a whole bunch of work by photographer David Maisel. He has some beautiful photographs that we referenced: high contrast black-and-white imagery of all the snaking freeways in Los Angeles, wider California and the Lake District, and also abstract aerial photography.”

Dá pra ler a entrevista inteira aqui.

Com Wes Anderson a função do diretor parece envolver necessariamente a do diretor de arte, como reforça esse tumblr dedicado à suas paletas de cores:

Tem mais lá.

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Todo mundo já deveria conhecer e reconhecer a maestria do designer Saul Bass para apresentar filmes clássicos – mas o pessoal do Art of Title fez essa sequência para que mais uma vez possamos nos deslumbrar com algumas das mais incríveis aberturas da história do cinema.