Alessandra Leão, Ava Rocha, Luiza Lian e Quartabê: quatro forças da música contemporânea brasileira se reúnem num ritual que começa às 23h30 e vai até o raiar do dia, começando com show da Luiza (23h30) passando pelo show da Alessandra (às 1h15), continuando com Ava (às 3h), indo com o grupo Quartabê (4h45) e encerrando com o encontro destas quatro usinas de energia no histórico palco da Sala Adoniran Barbosa (às 6h30). Quem viver, virará (chegue uma hora antes pra garantir o ingresso dos shows – mais informações aqui).
O produtor Rodrigo Coelho, apelidado Grassmass, revisita o clássico Coisas de Moacir Santos em seu projeto Coisas2018 e conta com a participação do guitarrista no wave Arto Lindsay nesta quinta, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Na terceira edição da Virada Cultural do Centro Cultural São Paulo sob minha curadoria de música, vamos assistir a dois encontros pesados. Desta vez os shows acontecem apenas na parte da noite, que será dividida em duas partes.
Na primeira dela, Rodrigo Brandão leva seu projeto de spoken word Outros Barato para um novo patamar, ao convidar o clássico trio Azymuth para um passeio guiado pela voz do MC Gorila Urbano, com as participações de Guilherme Granado, Rogerio Martins (ambos do Hurtmold), Rodrigo Carneiro e Thomas Rohrer, pontualmente às 18h (mais informações aqui).
E a partir das 23h30 começamos a madrugada com a força de quatro grandes artistas contemporâneas: Luiza Lian (23h30), Alessandra Leão (1h15), Ava Rocha (3h) e Quartabê (4h45) apresentam seus shows solo para finalmente se unirem num mesmo espetáculo conjunto a partir das 6h30 (mais informações aqui).
Acredite: vai ser épico – e tudo de graça (só chegue um pouco antes do horário para garantir seu ingresso).
O rapper Froid vem de Brasília para mostrar seu disco mais recente, Teoria do Ciclo da Água, neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
O grupo paulistano de pós-metal Labirinto lança seu novo álbum Divino Afflante Spiritu neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo, quando também aproveitam para gravar o clipe da música “Eleh Ha Devarim” (mais informações aqui).
Maior orgulho de trazer para o palco do Centro da Terra, o grande rapper paulistano Kamau, que toma conta de duas terças-feiras de maio no teatro do Sumaré. Em sua minitemporada Trecho, ele convida, no dia 7, o DJ Nyack, e no dia 14, o DJ Erick Jay, cada apresentação com um DJ diferente acompanhado da mesma banda, com Jhow Produz na bateria e teclado, Wesley Camilo nos teclados e vocais e Jeffe no vocal de apoio. As apresentações conversam com o tema de seu próximo disco e eu conversei com ele sobre como serão estes dois shows (mais informações aqui).
A barulhenta banda nova-iorquina A Place to Bury Strangers apresenta-se em duas sessões nesta quarta e quinta-feira no Centro Cultural São Paulo- é isso aí, abriu sessão extra! Mais informações aqui.
A cantora e compositora brasiliense Luciana Oliveira mostra seu A Deusa do Rio Níger neste domingo, às 18h, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Maior prazer em ter como dono das segundas-feiras de maio o baterista e percussionista carioca Thomas Harres, que sempre me instigou como um autor, mesmo estando ao fundo, segurando a batida ou esmerilhando o ritmo em diferentes cenários da atual cena contemporânea brasileira, tocando com nomes como Gal Costa, Gilberto Gil, Céu, Anelis Assumpção, Ava Rocha e Jards Macalé, além de ter colaborado com Metá Metá, JosyAra, Rodrigo Ogi, Saulo Duarte, entre outros. Filho do mítico astrólogo Antonio Carlos Bola, ele deixou as ciências ocultas guiarem a temporada ao misturar música e astrologia, evocando os quatro elementos em cada segunda-feira a partir do desenho do céu daquela noite, nesta temporada que chamou de Soños. Na primeira segunda-feira, dia 6, que ele chamou de A Pele, ele se reúne a outros sete percussionistas (Kastrup, Fumaça, Victória dos Santos, Rodrigo Maré, Pablo Carvalho e Pacato) e Negro Leo nos vocais e Manuela Eichner fazendo colagens ao vivo. Na segunda segunda-feira, dia 13, ele vai ao oriente com uma caravana cigana formada por Ava Rocha (dançando), Thiago França (sopros), Fabio Sá (baixo e sampler), Dudu Tsuda (bacias e piesos), Klaus Sena (baixo cigano) e Igor Caracas (percussão), numa noite que chama de A Manifestação. No dia 20, ele se reúne com a vocalista Lenna Bahule e a percussionista Sthe Araujo para a noite Água Ardente, encerrando a temporada no dia 27, ao lado de Kiko Dinucci e Juçara Marçal, revivendo a única colaboração do trio, Abismo, gravada em estúdio e nunca mais reproduzida, com artes feitas por Lucas Pires. Durante toda a temporada, o irmão de Thomas, Alberto Harres, trabalha com a parte visual do espetáculo, misturando projeções, colagens e algoritmos de computador. Conversei com Thomas sobre esta temporada e abaixo ele detalha a vibração de cada segunda-feira (mais informações aqui).
O Fogo, a Terra, a Água e o Ar estarão presentes. Um pacto com a calma de ouvir o outro quando a mente insiste em partir. Olhar para dentro e acordar!
6.5 | A Pele
Lua e Marte em Gêmeos, os tambores elevam a mensagem com os céus. Um palco geminado por peles que tocam peles e ressoam seus sonhos em forma de ritmo.
Uma conversa inconsciente, profunda, sincera.
Uma mensagem carregada pelas gerações dos antigos ao mais novos pelo tambor.
A voz rasga e talha a carne das almas.
Manuela Eichner: colagens ao vivo
Alberto Harres: intervenção visual
Negro Leo: voz
Kastrup: percussão
Fumaça: percussão
Victória dos Santos: percussão
Rodrigo Maré: percussão
Pablo Carvalho: percussão
Pacato: percussão
Thomas Harres: percussão
13.5 | A Manifestação
Lua e Lilith em Virgem, o sonho do corpo em movimento, entidades se manifestam e celebram os corpos que sustentam seus símbolos. O barro da onde a vida fez seu berço.
A roda que na lama nada carrega o comboio, leva seu ritmo e gira tranquilo.
Ava Rocha: dança
Alberto Harres: intervenção visual
Thiago França: sopros
Fabio Sá: baixo e sampler
Dudu Tsuda: bacias e piesos
Klaus Sena: baixo cigano
Igor Caracas: percussão
Thomas Harres: percussão
20.5 | Água Ardente
Lua e Júpiter em Sagitário, destilar a voz, reduzir o sonho e o sumo da alma. Lavar a alma. A água que queima a garganta, traz o absurdo e expulsa a angústia.
Um mergulho do canto de dor e amor, natureza canta e ruge.
Lenna Bahule: voz
Sthe Araujo: voz e percussão
Thomas Harres: voz e percussão
27.5 | O Abismo
O Abismo. O Vazio.
Juçara Marçal: voz e synth
Kiko Dinucci: guitarra e sampler
Thomas Harres: bateria
Lucas Pires: arte
Neste sábado acontece o 501 Day Festival, evento gratuito no Centro Cultural São Paulo que reúne, a partir das 17h, shows de Letrux, Tássia Reis, Jaloo e MC Tha até às 22h (mais informações aqui).










