O grupo paulistano de pós-metal Labirinto lança seu novo álbum Divino Afflante Spiritu neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo, quando também aproveitam para gravar o clipe da música “Eleh Ha Devarim” (mais informações aqui).
Maior orgulho de trazer para o palco do Centro da Terra, o grande rapper paulistano Kamau, que toma conta de duas terças-feiras de maio no teatro do Sumaré. Em sua minitemporada Trecho, ele convida, no dia 7, o DJ Nyack, e no dia 14, o DJ Erick Jay, cada apresentação com um DJ diferente acompanhado da mesma banda, com Jhow Produz na bateria e teclado, Wesley Camilo nos teclados e vocais e Jeffe no vocal de apoio. As apresentações conversam com o tema de seu próximo disco e eu conversei com ele sobre como serão estes dois shows (mais informações aqui).
A barulhenta banda nova-iorquina A Place to Bury Strangers apresenta-se em duas sessões nesta quarta e quinta-feira no Centro Cultural São Paulo- é isso aí, abriu sessão extra! Mais informações aqui.
A cantora e compositora brasiliense Luciana Oliveira mostra seu A Deusa do Rio Níger neste domingo, às 18h, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Maior prazer em ter como dono das segundas-feiras de maio o baterista e percussionista carioca Thomas Harres, que sempre me instigou como um autor, mesmo estando ao fundo, segurando a batida ou esmerilhando o ritmo em diferentes cenários da atual cena contemporânea brasileira, tocando com nomes como Gal Costa, Gilberto Gil, Céu, Anelis Assumpção, Ava Rocha e Jards Macalé, além de ter colaborado com Metá Metá, JosyAra, Rodrigo Ogi, Saulo Duarte, entre outros. Filho do mítico astrólogo Antonio Carlos Bola, ele deixou as ciências ocultas guiarem a temporada ao misturar música e astrologia, evocando os quatro elementos em cada segunda-feira a partir do desenho do céu daquela noite, nesta temporada que chamou de Soños. Na primeira segunda-feira, dia 6, que ele chamou de A Pele, ele se reúne a outros sete percussionistas (Kastrup, Fumaça, Victória dos Santos, Rodrigo Maré, Pablo Carvalho e Pacato) e Negro Leo nos vocais e Manuela Eichner fazendo colagens ao vivo. Na segunda segunda-feira, dia 13, ele vai ao oriente com uma caravana cigana formada por Ava Rocha (dançando), Thiago França (sopros), Fabio Sá (baixo e sampler), Dudu Tsuda (bacias e piesos), Klaus Sena (baixo cigano) e Igor Caracas (percussão), numa noite que chama de A Manifestação. No dia 20, ele se reúne com a vocalista Lenna Bahule e a percussionista Sthe Araujo para a noite Água Ardente, encerrando a temporada no dia 27, ao lado de Kiko Dinucci e Juçara Marçal, revivendo a única colaboração do trio, Abismo, gravada em estúdio e nunca mais reproduzida, com artes feitas por Lucas Pires. Durante toda a temporada, o irmão de Thomas, Alberto Harres, trabalha com a parte visual do espetáculo, misturando projeções, colagens e algoritmos de computador. Conversei com Thomas sobre esta temporada e abaixo ele detalha a vibração de cada segunda-feira (mais informações aqui).
O Fogo, a Terra, a Água e o Ar estarão presentes. Um pacto com a calma de ouvir o outro quando a mente insiste em partir. Olhar para dentro e acordar!
6.5 | A Pele
Lua e Marte em Gêmeos, os tambores elevam a mensagem com os céus. Um palco geminado por peles que tocam peles e ressoam seus sonhos em forma de ritmo.
Uma conversa inconsciente, profunda, sincera.
Uma mensagem carregada pelas gerações dos antigos ao mais novos pelo tambor.
A voz rasga e talha a carne das almas.
Manuela Eichner: colagens ao vivo
Alberto Harres: intervenção visual
Negro Leo: voz
Kastrup: percussão
Fumaça: percussão
Victória dos Santos: percussão
Rodrigo Maré: percussão
Pablo Carvalho: percussão
Pacato: percussão
Thomas Harres: percussão
13.5 | A Manifestação
Lua e Lilith em Virgem, o sonho do corpo em movimento, entidades se manifestam e celebram os corpos que sustentam seus símbolos. O barro da onde a vida fez seu berço.
A roda que na lama nada carrega o comboio, leva seu ritmo e gira tranquilo.
Ava Rocha: dança
Alberto Harres: intervenção visual
Thiago França: sopros
Fabio Sá: baixo e sampler
Dudu Tsuda: bacias e piesos
Klaus Sena: baixo cigano
Igor Caracas: percussão
Thomas Harres: percussão
20.5 | Água Ardente
Lua e Júpiter em Sagitário, destilar a voz, reduzir o sonho e o sumo da alma. Lavar a alma. A água que queima a garganta, traz o absurdo e expulsa a angústia.
Um mergulho do canto de dor e amor, natureza canta e ruge.
Lenna Bahule: voz
Sthe Araujo: voz e percussão
Thomas Harres: voz e percussão
27.5 | O Abismo
O Abismo. O Vazio.
Juçara Marçal: voz e synth
Kiko Dinucci: guitarra e sampler
Thomas Harres: bateria
Lucas Pires: arte
Neste sábado acontece o 501 Day Festival, evento gratuito no Centro Cultural São Paulo que reúne, a partir das 17h, shows de Letrux, Tássia Reis, Jaloo e MC Tha até às 22h (mais informações aqui).
A cantora cearense Soledad lança seu segundo disco Revoada, produzido por Fernando Catatau, nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo – a entrada é gratuita (mais informações aqui).
Esta é a programação que teremos neste mês de maio pela curadoria de música do Centro Cultural São Paulo…
2 – A cantora cearense Soledad lança seu segundo disco Revoada, com produção de Fernando Catatau – de graça
4 – A Levis comemora o aniversário de sua calça icônica com o 501 Day Festival, que reúne apresentações de Letrux, Tássia Reis, Jaloo e MC Tha de graça a partir das 16h
5 – Luciana Oliveira mostra seu disco Deusa do Rio Níger a partir das 18h
9 – A banda A Place to Bury Strangers já está com ingressos esgotados (mas eu ouvi falar em sessão extra?)
11 – O sexteto instrumental Labirinto lança seu terceiro álbum (Divino Afflante Spiritu) e grava clipe ao vivo
12 – O rapper Froid vem de Brasília pra mostrar seu disco Teoria do Ciclo da Água
16 – Arto Lindsay e Rodrigo Coelho apresentam-se na mesma sessão, o primeiro mostra seu disco Cuidado Madame, enquanto o segundo apresenta seu espetáculo Coisas2018, em cima da obra de Moacir Santos
18 – A primeira parte da Virada Cultural no Centro Cultural São Paulo faz Rodrigo Brandão mostrar seu Outros Barato ao lado do trio Azymuth, com alguns convidados surpresa…
19 – A segunda parte da Virada Cultural no Centro Cultural São Paulo traz shows com Quartabê, Luiza Lian, Ava Rocha e Alessandra Leão – além de um espetáculo envolvendo as quatro artistas
23 – Os grupos de pós-punk Duplo (de São Paulo) e Belgrado (de Barcelona) apresentam-se na mesma sessão
24 – A big band Höröyá lança seu terceiro disco, Pan Bras’Afree’Ke Vol.2, de graça no Centro Cultural São Paulo
25 – O trio Mental Abstrato funde rap com jazz e chama Kamau e Stefanie MC como convidados
26 – Lara Aufranc mostra seu novo disco Eu Você Um Nó, produzido por Rômulo Froes, com abertura da banda Nã em mais um show gratuito
30 – Luê recebe Juliana Strassacapa e Mateo Piracés-Ugarte, da banda Francisco El Hombre, e Siba para mostrar faixas dos dois álbuns e músicas inéditas
Nesta terça-feira temos o prazer de receber no Centro da Terra, a cantora e compositora gaúcha Saskia, que vem crescendo cada vez mais e mostrando sua força antes mesmo de gravar seu primeiro disco, que será produzido por Negro Leo e Ava Rocha. Entre o acústico e o eletrônico, ela apresenta o espetáculo Como Salgar a Salada Sem Arder? ambientando o palco como uma cozinha, para conversar com o título da apresentação. “Eu gosto de ser o tempero das pessoas”, brinca a cantora e compositora, que é conhecida pelos mais próximos pelo apelido de “Sal” – e a ideia de harmonizar musicalmente seu show vem junto com a sensação de intimidade causada pelo cômodo, em que ela quer passar “a medida certa de comicidade e humildade”, como disse no papo que tive com ela sobre sua apresentação (mais informações aqui).
Volto mais uma vez à Unibes Cultural desta vez com inaugurando a sessão itinerante Trabalho Sujo Apresenta, em que mostro shows e espetáculos com novos nomes da música brasileira e a primeira edição acontece nesta sexta-feira, quando convido o músico Victor Vieira-Branco para apresentar a celebração do show que comemora o encontro ocorrido entre Elizeth Cardoso e Zimbo Trío em prol do Museu de Imagem e Som (MIS), em 1968. O espetáculo Tempo Feliz conta recria este show histórico com Sergio Machado na bateria, Fabio Sá no contrabaixo acústico e o próprio Victor no vibrafone, com vocais de Ava Rocha, Negro Leo e Ana Passarinho fazendo as muitas vozes de Elizeth – os ingressos já estão à venda aqui.
Trabalho Sujo apresenta: Tempo Feliz – Uma homenagem a Elizeth Cardoso e Zimbo Trio
Sexta-feira, 3 de maio de 2019
Com Ava Rocha, Negro Léo , Ana Passarinho, Victor Vieira-Branco, Fabio Sá e Sérgio Machado
Unibes Cultural, às 20h
Rua Oscar Freire, 2500
R$30 / R$15









