Imenso prazer em receber a cantora e compositora paulistana Sandra X no Centro da Terra nesta terça-feira, dia 11 de junho. Sandra, que veio dos grupos Vésper e A Barca e também era metade do Projeto Axial, traz o espetáculo Peregrina em Novas Perambulações, desdobramento de seu segundo disco Peregrina, lançado no ano passado, que mistura eletrônica e spoken e leva sua obra para um outro lugar. Nesta apresentação no Centro da Terra (mais informações aqui), ela inverte o processo dos remixes e convidou os multiinstrumentistas Giovanino Di Ganzá, Erica Navarro e Gregory Slivar para reconstruir músicas que foram feitas à base apenas de eletrônica e voz tocando instrumentos clássicos. Ela ainda conta com a mão do produtor Felipe Julian, seu ex-companheiro de Projeto Axial, que atualmente atende como Craca Beat, e da iluminadora Bianca Turner e os dois juntos ajudam Sandra a expandir a consciência do púbico. Conversei com ela sobre sua expectativa desta apresentação.
Verônica Ferriani mostra seu disco Aquário em formato concerto, acompanhada de piano e cello, neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
A cantora Marina de la Riva começa a mostrar seu projeto Memórias de um Jardim, em que lança singles quinzenalmente, nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Enorme prazer em receber o trio instrumental Atønito, formado por Cuca Ferreira (saxofone), Ro Fonseca (baixo) e Loco Sosa (bateria), nesta terça-feira, dia 4 de junho de 2019, às 20h, no Centro da Terra (mais informações aqui). O grupo aproveita a oportunidade para mostrar o processo de criação de seu segundo álbum, até então batizado de Aqui – daí o título da apresentação desta noite, Construções para o Aqui. Nesta apresentação, os três convidam o cantor e performer Rubi e o coletivo de iluminação Labluxz_, do Paulinho Fluxus para criar uma atmosfera única. Conversei com o Cuca sobre este show.
Que felicidade receber André Abujamra como dono das segundas-feiras de junho no Centro da Terra, quando ele aproveita para revisitar a própria carreira na temporada As 9 Faces do Sr. Abu (mais informações aqui). Ele escolheu algumas de suas personalidades musicais – da banda punk Turk ao Mulheres Negras, do Karnak ao Omindá, entre outras – para se transformar em uma jukebox de si mesmo, propondo ao público um cardápio de degustação de seu repertório – fazendo o show mudar, literalmente, ao gosto do freguês. Conversei com o Abu sobre como será esta experiência única em sua carreira.
Hermeto Pascoal é o centro de um domingo de homenagens no Centro Cultural São Paulo. Seu conceito Música Universal é tema de um minidocumentário, que inspira também uma exposição com direção de arte feita pelo novíssimo Edgar. O domingo termina com um show do bruxo às 18h – os ingressos começarão a ser distribuídos duas horas antes (mais informações aqui).
O cantor e compositor pernambucano Paulo Neto mostra seu disco Rosário de Balas ao lado do produtor Rodrigo Campos neste sábado, às 19h (mais informações aqui).
Olha só como vai ser o mês de junho da curadoria de música do Centro Cultural São Paulo:
1/6) Paulo Neto – O cantor e compositor pernambucano apresenta seu disco Rosário de Balas, às 19h
2/6) Hermeto Pascoal – Apresentação gratuita do bruxo, que apresenta seu conceito de Música Universal, às 18h
6/6) Marina de la Riva – A cantora carioca mostra seu disco mais recente, às 21h
9/6) Verônica Ferriani – A cantora e compositora paulista transforma seu disco mais recente, Aquário, num pequeno concerto, às 18h
12/6) Associação Livre Invisível – A big band mostra seu disco Trânsito, com participação de Dani Nega, às 21h – de graça
13/6) Gabriel Thomaz Trio + Doctor Explosion – A banda instrumental do líder dos Autoramas lança seu primeiro disco com a participação do veterano grupo espanhol
15/6) Nill + Yung Buda – Dois dos principais nomes da Soundfood Gang dividem o palco da Adoniran, às 19h
16/6) Bárbara Eugenia – A cantora carioca lança seu Tuda, às 18h
18 e 19/6) Alice Caymmi – Ela começa a mostrar seu novo disco Electra, às 21h
20/6) Samuca e a Selva – O grupo mostra músicas de seus discos Madurar e do mais recente Tudo que Move é Sagrado
22/6) Guitar Days: Pin Ups + Twinpines + Wry + Sky Down A exibição do documentário Guitar Days finalmente acontece no festival In Edit, que também traz este minifestival indie – de graça, às 18h
23/6) Tinta Preta + M. Takara + Carla Boregas + Juliana R. – Dois projetos do coletivo A Onda Errada invadem a sala Adoniran Barbosa, às 18h
27/6) Beto Montag – O músico mostra as canções de seu disco Psycoletivo, às 21h
29/6) Jaz Coleman – O líder do Killing Joke vem para o Brasil em uma apresentação solo, às 19h
30/6) Negro Leo – Ele finalmente começa a colocar em prática seu Desejo de Lacrar, com grande elenco, às 18h
Nesta quinta-feira, às 21h, a cantora paraense Luê convida Siba e Juliana Strassacapa e Mateo Piracés-Ugarte (do grupo Francisco El Hombre) para mostrar músicas de seus dois discos e outras canções na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
É um imenso prazer receber no Centro da Terra, nesta terça-feira, a autora de um dos discos mais instigantes do ano passado, o ótimo Mormaço Queima. A cantora, compositora e poeta carioca Ana Frango Elétrico apresenta-se uma única vez seu espetáculo Escoliose Experimento, a partir das 20h (mais informações aqui). “Escoliose Experimento é um improviso em cima de poemas meus – uns viraram letra, outros eu reúno em uma compilação que eu denomino Escoliose:Paralelismo Miúdo que nada mais é que um nome pra um certo raciocínio poético, de céu/chão acontecimentos relacionados com cheiros cores & circunstâncias”, ela me explica, “um exemplo numa canção: {trecho de roxo: se de noite cada vez que liga a luz é um novo dia pro seu peixe}”.
“Minha relação sinestésica com a música se dá pelo processo de comunicação, de lugares que eu quero chegar com o som que se dão na minha cabeça como cores, sensações etc. No caso desse show a música entra como condução de sensação improvisada onde o dispositivo são as poesias e palavras, onde se tem bastante cor cheiros e acontecimentos”, ela continua. No palco, ela recebe Vovô Bebê, Theo Ceccato, Xad, Let e Juliana Perdigão e explica a formação. “Juntei uma configuração de músicos de áreas completamentes diferentes. E cada um eu conheci de uma maneira diferente, quis justamente propor um encontro de universos inusitados pra interpretarmos juntos sem muitos lugares para nos apoiarmos de vícios de conjunto ensaiado.” Ela já fez esta apresentação com a Juliana Perdigão e uma formação mais tradicional, mas “dessa vez quis desvincular ainda mais do meu trabalhado de canção e abrir mais espaço para a música com trilha”, explica.
O show conversa tanto com seu disco mais recente quanto seu próprio trabalho, embora seja algo bem mais experimental do que formal. “O ponto de conversa é a poesia, que aliás já vem no título do álbum – Mormaço Queima é o sol que você não vê por trás da nuvem que vai dar na pele e vira ditado. Esses trajetos invisíveis e cinematográficos, se dão em partes das minhas canções”, continua. “E ele continua conversando com algumas canções do próximo álbum que também vieram antes no papel. Mas os dispositivo tem mais a ver com o Mormaço Queima. No sentido de dinâmicas mais soltas e pictóricas.”









