Que tal os shows de setembro de 2019 no Centro Cultural São Paulo?
4/9) Apeles + Bernardo Bauer – Eduardo Praça (Ludovic, Quarto Negro) apresenta o novo álbum de sua nova banda, com abertura do cantor e compositor mineiro, na sala Jardel Filho, às 21h.
5/9) Danilo Penteado + Guilherme Kafé + Igor Caracas – Três multiinstrumentistas, cantores e compositores apresentam seus respectivos discos de estreia, com cada dois deles sempre funcionando como banda de apoio, de quem estiver mostrando suas canções, às 21h.
8/9) O Som Nosso de Cada Dia – O clássico grupo de rock progressivo completa 45 anos de atividade lançando disco inédito, Mais um Dia, às 18h.
12/9) Selvagens à Procura de Lei – O grupo cearense comemora 10 anos de atividade começando a mostrar canções de seu próximo álbum, Paraíso Portátil, às 21h.
14/9) Rei Sem Coroa – Espetáculo concebido por Paulo Carvalho e Kassin, vasculha o repertório que João Gilberto tocava nos shows mas nunca registrou em disco. Nina Becker, Mãeana e Pedro Sá completam o time desta apresetanção, às 19h.
15/9) Thiago Pethit – O cantor e compositor paulistano apresenta pela segunda vez o show de seu novo álbum, Mal dos Trópicos, às 18h,
19/9) Juliana Perdigão – A cantora, compositora e musicista mineira apresenta as canções de seu disco mais recente, Folhuda, às 21h.
26/9) Saskia – A MC e produtora gaúcha lança seu disco de estreia, Pq, às 21h, num show gratuito.
28/9) Firefriend + Anvil FX – As duas bandas paulistanas misturam seus universos indie e eletrônico numa mesma apresentaççao, às 19h.
29/9) Gang 90 – O grupo celebra os 35 anos da passagem de seu fundador Júlio Barroso no show A Nossa Onda de Amor Não Há Quem Corte, às 18h.
Duas cronistas pop dividem o palco do Centro Cultural São Paulo neste sábado, a partir das 19h: a pernambucana Lulina continua em seu show em construção Onde é Onde, preparando território para seu terceiro álbum, enquanto a paulista Malu Maria segue mostrando seu Diamantes na Pista, uma das boas estreias brasileiras de 2018 (mais informações aqui).
Participei esta semana do podcast São Paulo: Capital da Cultura, feito pela Secretaria de Cultura, com apresentação do Leo Madeira. Os outros convidados da edição foram o Thiago Pethit e a Claudia Assef e conversamos sobre música independente.
A cantora e compositora paulistana apresenta seu segundo álbum, Estamos Aqui, de graça no Centro Cultural São Paulo nessa sexta-feira, às 19h, com participações de Marcelle, Lio (do grupo Tuyo), além de mais uma surpresa (mais informações aqui).
Imenso prazer receber o cantor e compositor paulistano François Muleka, filho de congoleses e com passagens por Salvador e Florianópolis, mais uma vez no palco do Centro da Terra. Ele, que foi convidado durante a temporada de Luedji Luna em abril do ano passado, desta vez assume o comando da noite com seu espetáculo Couragem, batizada com o nome do mesmo EP que lançou no ano passado, nesta terça-feira, dia 27 de agosto, a partir das 20h, quando ele recebe Anaïs Sylla e Jotapê como convidados (mais informações aqui). Conversei com ele sobre como será sua apresentação.
O grupo paulistano Z’África Brasil lança a versão em vinil de seu clássico Antigamente Quilombos Hoje Periferia neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
O MC paulista Rico Dalasam realiza uma das últimas apresentações de seu projeto 70 Semanas, que tem este nome por marcar o tempo em que ficou sem lançar músicas novas, e quebra este jejum no palco, neste sábado, às 19h, ao lançar o single “Braille”, apresentado pela primeira vez no CCSP (mais informações aqui).
A dupla Músicas de Superfície, formada pela vocalista Fabiana Lian e pelo pianista Vladimir Safatle, e o coletivo Superjazz liderado por Bruno E apresentam-se nesta quinta, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
O Centro Cultural São Paulo está com um podcast desde o fim do primeiro semestre e participei da edição mais recente conversando com a apresentadora Juliana Andrade sobre a programação da curadoria de música, saca só.
Listen to “Podcast@CCSP #006” on Spreaker.
Que satisfação poder anunciar a troca de pele da cantora sergipana Marcelle em pleno palco do Centro da Terra nesta terça, dia 20 de agosto. Mais conhecida pelo sobrenome Equivocada, título de seu primeiro álbum, ela agora prepara-se para mudar de ares ao assumir mais um adjetivo para assinar seu novo trabalho – e tornar-se a persona Marcelle Desconexa, que ela confessa ser “um pouco mais descontraída que nossos tempos merecem”, mas que usa esta descontração para “abordar temas tão necessários e espinhosos de uma maneira mais deliberadamente sutil – o disco habita assuntos que não são suaves ao ouvido, mas com uma outra abordagem que possa abrir um pouco um horizonte de liberdade”, como ela me conta na entrevista abaixo. Com o título de Enquanto, a apresentação, que começa às 20h (mais informações aqui), mostra a transmutação de um disco no outro, tornando-a apenas Marcelle – sem sobrenome, como é originalmente seu nome artístico – aos olhos do público.









