Que prazer receber a cantora francesa de ascendência senegalesa Anaïs Sylla nesta última segunda-feira de setembro, quando ela traz seu espetáculo O Tremor do Mundo para o Centro da Terra, a partir das 20h (mais informações aqui). O conceito da apresentação vem da obra do filósofo caribenho Edouard Glissant, que usa a metáfora do terremoto para falar do impacto da diáspora africana na cultura do mundo, especialmente na cultura americana, falando sobre a escravidão, a dor e o apagamento do passado ao mesmo tempo em que fala sobre a explosão cultural através do encontro dos povos – um mundo que treme, em movimento perpértuo. Além da banda composta por Caê Rolfsen, Sthe Araujo e Lucas Martins, ela ainda recebe a participação de outros músicos, como o violoncelista Yaniel Matos e o percussionista Cristiano Cunha. Conversei com ela sobre a apresentação deste final de mês.
O espetáculo A Nossa Onda de Amor Não Há Quem Corte, interpretado por integrantes da Gang 90 como Taciana Barros (voz e piano), Paulo Lepetit (baixo), Gilvan Gomes (guitarra), Beto Firmino (teclados e voz) e Michelle Abu (bateria), com a participação de convidados (Bianca Jordhão, Elô Paixão, Natalia Barros, Ian Uviedo e Rodrigo Carneiro), celebra a importância do ícone da new wave brasileira Júlio Barroso, morto há 35 anos, neste domingo, no Centro Cultural São Paulo, às 18h (mais informações aqui).
Dois tradicionais grupos paulistanos – de um lado, a força indie do grupo Firefriend, do outro a energia eletrônica do Anvil Fx – se encontram no espetáculo Fusion, quando os dois grupos apresentam seus trabalhos isoladamente para depois se reunirem no final, neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
O grupo paulista-potiguar Androyde Sem Par mostra seu álbum Ruínas de graça, às 19h, nesta sexta-feira, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Uma das grandes revelações de 2019, a produtora e MC gaúcha Saskia mostra seu primeiro disco Pq ao vivo nesta quinta-feira, no Centro Cultural São Paulo, a partir das 21h – e é de graça (mais informações aqui).
Enorme prazer receber nesta terça-feira, dia 24 de setembro, no Centro da Terra, o encontro de dois compadres que há tempos colaboram juntos e bolaram uma apresentação conjunta inédita. Colagem faz os repertórios de Jonas Sá e Thiago Nassif se entrelaçar fazendo um acompanhar o outro em suas canções, apontando para o futuro próximo das duas carreiras – Nassif está finalizando seu mais novo disco, batizado de Mente, enquanto Jonas já começa a pensar em seu futuro trabalho, que deve se chamar Monstro. Os dois são acompanhados no palco por Rodrigo “Grassmass” Coelho e a apresentação começa às 20h (mais informações aqui). Conversei com a dupla para saber o que eles imaginaram para esta terça.
Nessa sexta-feira acontece mais uma sessão Trabalho Sujo Apresenta na Unibes Cultural e é com imensa satisfação que anuncio o encontro de dois grandes nomes da geração sub-20 da cena musical de São Paulo: a inquieta Sophia Chablau, acompanhada de sua banda niilista Uma Enorme Perda de Tempo, recebe o doce Chico Bernardes em um encontro que pretende expandir as fronteiras da musicalidade dos dois artistas e explorar seus repertórios em outros formatos. O show começa às 20h, os ingressos estão sendo vendidos neste link e há mais informações sobre o evento aqui.
A cantora, compositora e musicista mineira Juliana Perdigão mostra seu ótimo Folhuda, que lançou neste início do ano musicando poetas brasileiros de todas as gerações, nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Maior satisfação de receber no palco do Centro da Terra nesta terça-feira, dia 17 de setembro, às 20h, a apresentação Cantigas, idealizada pela cantora cearense Laya (mais informações aqui). Inspirada pelos mantras indianos e pela tradição de se reunir ao redor da fogueira para cantar, ela propõe um show em círculo, colocando todos – artistas e público – em uma mesma roda para conduzir o público em um transe coletivo inspirado por suas canções, velhas e novas, além das de seus covidados, os músicos Carlos Hardy, Malu Maria e Michele Tajra. “Fazer um som com as pessoas que estão presentes, sentindo a energia de todos e todos podendo participar, todos cantando junto”, ela me explica na entrevista abaixo, “Cantigas tem muito essa ideia do coro, da roda, de todos estarmos juntos, todos no mesmo lugar, todos se vendo, na mesma altura, com os corações alinhados, gerando um campo de força, um centro de energia”.
O cantor e compositor paulistano Thiago Pethit convidou o grupo de tambores femininos Mbeji para lançar seu disco Mal dos Trópicos neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).










