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Curadoria

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Que honra receber dois mestres da guitarra do rock paulistano que se encontram pela primeira vez em um espetáculo próprio nesta terça-feira, no Centro da Terra. Psicodélico é título da apresentação que será realizada por Fabio Golfetti, o mentor do Violeta de Outono, e Zé Antônio Algodoal, o guitar hero dos Pin Ups, e o adjetivo dá a tônica da noite, além de sublinhar a importância desta vertente musical – e extra-musical! – para a forma como os dois encaram seu instrumento. Heróis da cena underground de várias gerações, os dois tocaram juntos uma única vez há alguns anos e desde então vêm acalentando a possibilidade de juntar seus dons musicais num mesmo espetáculo dividido em três partes, que os dois conceberam para inaugurar as terças-feiras de 2020 no Centro da Terra (mais informações aqui). Conversei com os dois sobre a natureza desta colaboração e o que podemos esperar desta noite.

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Seguindo o baile nas sextas no Estúdio Bixiga, reunimos três bambas para as sessões de fevereiro da Sexta Trabalho Sujo. Na primeira edição do mês, convidei o grupo Anvil FX, fruto do cérebro incansável do mestre Paulo Beto, que irá fazer uma celebração à importância do saudoso Marcelo Dolabela, no dia 7 (mais informações aqui). Dia 14 é a vez do paulista Bruno Schiavo começar a mostrar seu primeiro disco solo, A Vida Só Começou, cheio de melodias assobiáveis, refrões deliciosos e muita experimentação sonora (mais informações aqui). Pulamos a sexta de carnaval para retornar no dia 28 com Pipo Pegoraro, que mostra seu recém-lançado disco instrumental, o ousado Antropocósmico (mais informações aqui)

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Imensa satisfação de começar os trabalhos de 2020 no Centro da Terra com uma temporada de primeiríssima: o músico, compositor e arranjador Beto Villares assume as segundas-feiras de fevereiro (e a primeira de março) convidando velhos compadres ao preparar o terreno de lançamento de seu novo disco Aqui Deus Andou, o primeiro desde o ótimo Excelentes Lugares Bonitos, lançado há quase 20 anos, em uma temporada chamada Amostras Emocionais. Na primeira noite, dia 3, ele nos convida a uma viagem a um mundo de sintetizadores modulares, ao lado do professor Arthur Joly, uma das maiores autoridades neste tema no país. No dia 10, ele mergulha em seu trabalho de trilha sonora ao lado dos parceiros Fil Pinheiro e Erico Theobaldo, com participações dos músicos Rafael Cesario (no cello) e Gil Duarte (trombone e flauta). A terceira segunda-feira é dia de violão e percussão, quando Beto convida os bambas Mauricio Badé, Mestre Nico e Lenis Rino para cantar músicas ao lado da convidada Paula Tesser. E na última segunda da temporada – a primeira segunda de março -, ele mostra o disco Aqui Deus Andou com quase todos os músicos que participaram da gravação: Zé Nigro, Samuel Fraga, Thiago Liguori, Nico e Badé, Gil Duarte e Elias Zafe, este último substituindo o músico original do disco Gabriel Milliet, que está fora do país (mais informações sobre a temporada no site do Centro da Terra). Bati um papo com Beto sobre o que ele irá fazer nestas quatro segundas-feiras.

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Um imprevisto pessoal com a banda Florcadáver acabou alterando a última sexta de janeiro no Estúdio Bixiga e, em seu lugar, a banda paulistana Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo começa seu 2020 em São Paulo nesta sexta-feira, no Estúdio Bixiga, a partir das 21h (mais informações aqui).

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Começamos a temporada 2020 no Centro da Terra com várias novidades: além de novos curadores (Diogo Granato assume a curadoria de dança, às quintas e sextas, enquanto Ananda Guimarães inaugura a curadoria de cinema, trazendo curtas sempre às quartas), seguimos com música nas segundas e terças, trazendo espetáculos e encontros inéditos para o palco do teatro no Sumaré. As segundas-feiras de fevereiro ficam com o produtor Beto Villares, que finalmente está prestes a lançar seu segundo disco, chamado Aqui Deus Andou, apresentando-o em quatro apresentações distintas na temporada Amostras Emocionais – e como a quarta segunda-feira de fevereiro é a de carnaval, ele também invade a primeira quarta de março (mais informações aqui). Nas terças-feiras, três shows inéditos: no dia 4 o guitarrista Zé Antonio Algodoal, dos Pin Ups, encontra-se com Fabio Golfetti, do Violeta de Outono, em um encontro só com os dois instrumentos (mais informações aqui); no dia 11 é a vez de Joana Queiroz, clarinetista do Quartabê, reunir vários convidados no espetáculo Emaranhados, quando chama Joana Queiroz, Filipe Massumi, Loreta Collucci, Claudia Dantas, Natalie Alvim, Bruno Qual e Melina Mulazani para mostrar suas composições servindo de banda de apoio uns para os outros (mais informações aqui) e finalmente, dia 18, a baiana Livia Nery convida Luiza Lian para o espetáculo Beco do Sossego (mais informações aqui). Os espetáculos começam sempre às 20h – e o ano está só começando…

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Pélico completa a décima edição da Sexta Trabalho Sujo, mostrando seu novo show no palco do Estúdio Bixiga nesta sexta-feira, 24 de janeiro. A noite gira em torno do lançamento de seu quinto álbum, Quem Me Viu, Quem Me Vê, que ele mesmo considera seu disco mais sincero e direto. Produzido por Dudinha e Regis Damasceno, ele marca o amadurecimento de suas composições de forma simples e crua, mas sem perder a capacidade de introspecção e sua veia sentimental, características de seus dez anos de carreira (mais informações aqui).

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Nesta sexta-feira, o trumpetista Guizado traz seu ótimo Multiverso em Colapso para o palco da Sexta Trabalho Sujo no Estúdio Bixiga, a partir das 21h, e chamou o poeta Ian Uviedo para participar desta apresentação (mais informações aqui). Vamos lá?

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Autor de um dos melhores discos de 2019 (o ótimo Lógos), o rapper paulista Nill é o primeiro nome a apresentar-se na Sexta Trabalho Sujo em 2020, a partir das 21h, no no Estúdio Bixiga (mais informações aqui). Vamos lá?

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E aí, como foram de virada de ano, tudo certo? Espero que esteja tudo bem porque aqui está tudo pronto para começarmos o ano – a partir desta sexta-feira, quando retomamos as Sextas Trabalho Sujo no Estúdio Bixiga, sempre às 21h. O primeiro show do mês, no dia 10, é de um rapper dono de um dos melhores discos do ano passado, o ótimo Lógos, do MC paulista Nill (mais informações aqui). Dia 17 é a vez do trumpetista Guizado trazer seu groove psicodélico instrumental para o palco do Estúdio Bixiga – e ele está falando em trazer participações especiais (mais informações aqui). Dia 24 é a vez do grande Pelico, que traz seu ótimo Quem Me Viu Quem Me Vê para São Paulo logo após passar o fim de ano em Portugal, mostrando este mesmo disco (mais informações aqui). E fechamos o primeiro mês de 2020 dia 31, com as meninas do Florcadáver (mais informações aqui). Vamos lá?

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E pra encerrar o ano da #SextaTrabalhoSujo no Estúdio Bixiga, tenho o maior prazer em receber o guitarrista pernambucano Lello Bezerra, que acaba de lançar seu primeiro disco solo, Desde Até Então, fundindo sua guitarra frenética à bateria quebrada de Serginho Machado, criando fractais elétricos de solos e riffs que se misturam em paisagens sonoras aceleradíssimas (mais informações aqui). Vamos lá?