Luísa Maita vem passando por um processo de amadurecimento artístico em que ela expande suas fronteiras estéticas para além do território da música com a ajuda de importantes parceiros. Explorando timbres eletrônicos e elétricos e narrativas literárias e poéticas em seu disco mais recente, Fio da Memória, ela também buscou novos limites quando foi convidada pelo dramaturgo Gabriel Fontes Paiva para fazer a trilha de sua peça Uma Espécie de Alasca. A parceria deu origem ao espetáculo Na Asa, feito a partir do convite do curador de música do Centro da Terra Alexandre Matias. Em quatro segundas-feiras de julho, Luísa é acompanhadada pela mesma banda que gravou Fio da Memória (com os produtores Zé Nigro, Érico Theobaldo e Rafa Barreto na formação), dirigida por Fontes Paiva e busca intersecções entre seus últimos trabalhos, releituras para músicas anteriores e canções inéditas que poderão formar seu próximo disco, ainda em processo de composição.
Fale sobre sua busca por novas sonoridades no disco Fio da Memória.
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Fale sobre o convite para fazer uma trilha sonora para o teatro.
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O que os dois trabalhos têm em comum?
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Como eles evoluíram para o espetáculo Na Asa?
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Fale sobre as músicas novas, como elas se encaixam nesse contexto?
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E como o show foi pensado para o palco do Centro da Terra?
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Depois do mês de apresentação da série Concertos de Discos, em que cada disco clássico de 1967 foi analisado por um especialista, a partir de julho, o programa continua com um professor por mês. E como o tema do mês é rock – por causa do Centro do Rock -, convidei o Ricardo Alexandre para dissecar a história do rock brasileiro a partir de oito discos, que não são os melhores nem os mais importantes, mas que sintetizam a história do gênero a partir de diferentes épocas. Outra mudança é que iremos testar os concertos semanalmente todo sábado, a partir das 15h30, dentro da Discoteca Oneyda Alvarenga e gratuitos, como sempre. A primeira aula, neste dia 8, é sobre a trilha sonora da novela Estúpido Cupido e o disco Jovem Guarda de Roberto Carlos. A segunda, sábado 15, é sobre o disco-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis e o Krig-Ha Bandolo de Raul Seixas. A terceira aula, no sábado 22, é sobre Seu Espião do grupo Kid Abelha e os Abóboras Selvagens e Selvagem?, do grupo Paralamas do Sucesso. E a última, no dia 29, é sobre o disco de estreia dos Raimundos e o terceiro disco dos Los Hermanos, Ventura. Vai ser demais.
A transformação pela qual Luiza Lian está atravessando do seu primeiro para o segundo disco veio na forma de um show-experimento chamado Oyá: Tempo, que ela adapta para o Centro da Terra no início de julho, em uma apresentação única. Luiza Lian: Oyá Centro da Terra também mexe com música eletrônica, moda, vídeo, poesia, arte digital e religião afrobrasielira, mas está sendo repensado para funcionar neste novo espaço, inagurando o mês de julho em um único show, ao lado de seu comparsa Charles Tixier, do grupo Charlie e os Marretas, na primeira segunda-feira do mês, dia 3 (mais informações aqui). Conversei com Luiza sobre esta fase de transição de sua carreira.
O que é Oyá?
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Fala sobre o surgimento do espetáculo.
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Qual papel de Oyá na transição para seu próximo disco?
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Em que pé está o segundo disco?
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Fala sobre sua relação com o selo Risco.
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Como o espetáculo se adapta ao Centro da Terra?
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A partir do dia 11 de julho, o Centro Cultural São Paulo abre-se para o melhor do rock moderno brasileiro, reunindo nomes como Rakta, Garage Fuzz, Boogarins, Test Big Band, Meu Reino Não é Desse Mundo, Thiago Pethit, Luís E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante + Ventre, MQN, Maglore, Vermes do Limbo + Bernardo Pacheco, Thiago Nassif, Jonnata Doll e os Garotos Solventes, Labirinto e The Baggios, além de debates, filmes e uma edição do Concertos de Discos dedicada à história do rock brasileiro. Mais informações no site do CCSP.
Culminando o junho de improvisos regidos por Thiago França em sua ocupação das segundas-feiras do Centro da Terra, o saxofonista reúne a Orquestra Instantânea de Sopros, um coletivo acústico de instrumentos de sopro formado na hora do espetáculo – inclusive com a presença de integrantes do público que trouxerem seus instrumentos, mesmo não sendo músicos profissionais. Thiago explica melhor no papo que tivemos como funciona o improviso desta segunda ao mesmo tempo em que explica porque nesta segunda-feira não tem cortesia nem meia entrada.
Como é que funciona a Orquestra Instantânea de Sopros? Qualquer um pode tocar?
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Como reger um improviso coletivo desta natureza?
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Fale sobre a questão do dinheiro arrecadado nesta noite.
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O que achou da experiência de improvisos no Centro da Terra?
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E na terceira noite de sua ocupação no Centro da Terra, Thiago França liga os instrumentos na eletricidade, plugando seu saxofone em pedais de distorção ao lado do vibrafone de Beto Montag e dos synths e samplers de Guilherme Granado, igualmente on fire. A sessão começa pontualmente às 20h e você encontra mais informações aqui. Bati um papo com o Thiago sobre o que esperar deste terceiro encontro.
Chegou a hora da noite elétrica. Qual a formação e quais instrumentos?
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Você também toca com o sax com efeitos? Há quanto tempo você usa destes recursos?
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Como muda a experiência do improviso com estes elementos em cena? A imprevisibidade é maior?
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Como você conheceu o Granado e o Beto? Já tocou com eles?
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Gabriela Deputski lança seu ótimo Cosmos, o primeiro disco da banda que lidera, nesta quinta-feira, de graça, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui). O detalhe é que nesta apresentação a formação inclui a Larissa Conforto, do Ventre, na bateria… Vai ser demais!
Na segunda etapa de sua temporada no Centro da Terra, Thiago França firma-se entre duas baterias em busca do limite entre a percussão e a melodia ao lado de dois músicos quentes – Sérgio Machado e Mariá Portugal. O inusitado trio explora fronteiras sonoras imprevisíveis em mais uma hora de improviso sem rédeas neste pequeno trio de sopro e ritmo, em mais uma de suas incursões que só depois sabemos o que acontecerá. Conversei com o músico sobre esta segunda segunda-feira de junho e há mais informações sobre o encontro aqui.
Você já tocou acompanhado apenas de bateria? A ideia é explorar o lado percussivo do sax?
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E como duas baterias ao mesmo tempo, é a primeira vez?
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Conte como conheceu o Sergito e a Mariá. É a primeira vez que você improvisa com eles?
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Convidei a Espetacular Charanga do Thiago França para animar o Baile Novo, que bolei em parceria com a curadoria de dança do CCSP – um baile de salão aberto em plena Adoniran Barbosa, todo mês, e de graça! Mais informações aqui.
Em mais uma parceria fechada pelo Centro Cultural São Paulo, entregamos o porão e a Sala Adoniran Barbosa nesta quinta-feira para um dos palcos mais incríveis do Red Bull Music Academy Festival, que toma conta da cidade esta semana por vários lugares. As atrações no CCSP hoje vão de Arto Lindsay ao Chinese Cookie Poets, Tantão, Objeto Amarelo, entre outros – mas o centro da noite é a colaboração entre as Rakta e as Mercenárias. Ainda tem ingressos pra quem quiser embarcar nessa – mais informações aqui.










