Duas forças do metal instrumental contemporâneo brasileiro, os paulistanos Huey e os pernambucanos Cosmo Grão, se encontram neste domingo (mais informações aqui).
O músico e intérprete João Leão, que já tocou com Saulo Duarte, Céu, Bárbara Eugenia e Juliano Gauche, lança seu primeiro disco solo, Bílis Negra, nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo em apresentação gratuita (mais informações aqui). O disco, como explicita seu título, é uma obra melancólica e delicada em que João passeia por canções de amigos, como Lirinha, Tika e o próprio Saulo, autor da faixa que ele escolheu para começar a divulgar o disco, “Canção do Silêncio”, cujo clipe ele lança em primeira mão no Trabalho Sujo.
Fenômeno na internet e parte da nova safra de artistas indie folk que flertar com a MPB, Pedro Salomão apresenta-se neste domingo, às 18h, no CCSP (mais informações aqui).
A cantora paulista volta ao Brasil depois de uma turnê pelos Estados Unidos e Europa em apresentação neste sábado no CCSP – mais informações aqui.
O rapper cearense Don L mostra seu Roteiro pra Aïnouz, Vol. 3 com participações de Terra Preta, DJ Roger e Guilherme Held neste sábado e domingo no CCSP (mais informações aqui).
A cantora paraense mostra seu ótimo disco Não Sei Fazer Canção de Amor com participações especiais de Manoel Cordeiro e Lucas Santtana nesta quinta-feira no Centro Cultural São Paulo, a partir das 21h (mais informações aqui).
As bandas Carahter, Institution e Noala apresentam-se na terceira edição do festival de pós-metal organizado pela gravadora Dissenso no Centro Cultural São Paulo, a partir das 17h (mais informações aqui).
Sexta-feira 13 no Centro da Terra não poderia ter menos que isso, quando os Vermes do Limbo lançam seu novo disco, O Sol Mais Escuro, tocando ao lado do Negro Leo, da Carla e da Paula do Rakta, da Taciana Barros e do Edgar Scandurra num encontro que promete causar geral. É a primeira noite de sexta da minha curadoria no pequeno grande palco do Sumaré e a noite não poderia ser menos atordoante que isso. Mais informações sobre a apresentação aqui.
A sessão de terça-feira do Centro da Terra desconecta-se um pouco da temporada de Luedji Luna (donas das terças de abril, que volta nas próximas terças, 17 e 24 deste mês), para abrir espaço para uma única apresentação solo de mais um projeto do líder e fundador do Violeta de Outono, Fábio Golfetti. Neste dia 10 ele apresenta o projeto Lux Aeterna, em que toca guitarra ao lado do filho Gabriel, que assume sintetizadores e teclados. Inspirados pela cena progressiva e psicodélico dos anos 70 de nomes como Ash Ra Tempel, Tangerine Dream, Hawkwind e Amon Düul II, que deu origem ao trance moderno, quanto pela música erudita do compositor húngaro-austríaco György Ligeti (de onde tiraram seu nome) e por trilhas sonoras de videogame, os dois sobem ao palco juntos pela primeira vez para mostrar a obra Parallax, comemorando ainda o aniversário do próprio Fabio (mais informações sobre o espetáculo aqui). Conversei com o Fabio sobre este novo projeto e como ele se relaciona com sua obra psicodélica.
Como surgiu o Lux Aeterna?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-como-surgiu-o-lux-aeterna
Fale um pouco da sua relação musical com seu filho Gabriel.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-fale-um-pouco-da-sua-relacao-musical-com-seu-filho-gabriel
Como vocês decidiram fazer um grupo juntos?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-como-voces-decidiram-fazer-um-grupo-juntos
O que ele acrescentou ao trabalho que você não conhecia?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-o-que-ele-acrescentou-ao-trabalho-que-voce-nao-conhecia
Quais são as principais influências deste trabalho e como ele conversa com o Violeta de Outono e seus outros projetos?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-quais-as-influencias-deste-trabalho-e-como-ele-conversa-com-seus-outros-projetos
Há intenção de lançar algum material registrado?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/lux-aeterna-2018-ha-intencao-de-lancar-algum-material-registrado
O Centro Cultural São Paulo celebra os 50 anos da Tropicália com o evento São Paulo: Capital Tropicalista, uma exposição sobre o aniversário do movimento que chacoalhou a música brasileira há meio século, que tem dois eventos em sua abertura, nessa sexta: o músico e historiador Cacá Machado fala sobre o clássico Tropicália ou Panis et Circensis, disco-manifesto que colocou o tropicalismo no mapa de nossa música, na Praça das Bibliotecas, às 18h, e em seguida, o diretor do CCSP, Cadão Volpato, conversa com o mestre Tom Zé sobre a São Paulo que viu o movimento nascer e crescer em 1968. Todas as atividades são gratuitas (mais informações aqui).









