A banda carioca Gangrena Gasosa, que misturou terreiro e heavy metal ao fundar o gênero saravá metal, traz o show de lançamento de seu disco mais recente, Gente Ruim Só Manda Lembrança pra Quem Não Presta, neste sábado, às 19h (mais informações aqui).
Guizado está prestes a finalizar seu novo álbum e começa a mostrar as novidades a partir desta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo, reunindo uma banda de cobras (Regis Damasceno na guitarra, Zé Ruivo nos teclados, Meno Del Picchia no baixo e Richard Ribeiro na bateria), além de contar com a presença ilustre do mago Negro Leo (mais informações aqui). Vamos lá?
A segunda edição do ciclo Concreto, que reúne bandas clássicas e novas da cena punk e pós-punk de São Paulo no Centro Cultural São Paulo, recebe as presenças do mítico Olho Seco, uma das principais bandas da história do faça-você-mesmo paulistano, e do grupo Cankro, neste domingo, a partir das 18h (mais informações aqui).
Maior prazer em receber o fundador do Art Popular, Leandro Lehart, neste sábado no Centro Cultural São Paulo, quando, a partir das 19h, ele volta no tempo para homenagear uma de suas maiores influências: o grupo Fundo de Quintal, cujos integrantes remanescentes participarão da apresentação (mais informações aqui).
Maior satisfação receber nesta quinta-feira, a partir das 21h, a banda pós-punk do mestre Paulo Barnabé (mais informações aqui).
Eu nem havia começado a trabalhar no Centro Cultural São Paulo quando soube que a Claudia Assef e a Monique Dardenne estavam organizando um evento para discutir o papel da mulher no mercado da música. Quando assumi o cargo de curador de música do CCSP, em fevereiro do ano passado, várias amigas me taguearam para elas – foi quando descobri que o local em que o evento originalmente se realizaria havia sido cancelado e que, a pouco mais de um mês de sua realização, a primeira edição do Women’s Music Event estava sem teto e correndo o risco de não acontecer. Havia acabado de chegar no Centro Cultural e tinha apenas uma ideia da mastodôntica burocracia que me aguardava, mas resolvi enfrentá-la e deu certo: trouxe o evento para o CCSP como o primeiro de minha curadoria e a repercussão que o WME teve desde então me provoca um orgulho particular. Por isso não pude me furtar da possibilidade de não realizar a segunda edição naquele recinto e a partir desta sexta-feira começa a segunda edição do WME, que pode não estar maior que a primeira (o que acho um senhor acerto – tamanho não é sinônimo de qualidade) mas está mais afiada, precisa e mais importante. São diversos debates, palestras, workshops e shows que acontecem pelos espaços do Centro Cultural (além de se espalhar por outros lugares, como no Jazz nos Fundos, no Clube Jerome e na House of Bubbles) e transformam nosso transatlântico terrestre em um míssil de estrogênio apontado para o ainda machista mundo da música, com feras como Karen Cunha, Mariana Aydar, Tiê, Vera Egito, Patricia Palumbo, Gaia Passarelli, Barbara Ohana, Roberta Martinelli, Ellen Milgrau, Roberta Youssef, Preta-Rara, Joana Mazzuccheli, Flavia Durante, Manuela Rahal, Patrícia Marx, Sarah Oliveira, Fabiana Batistela, Eliane Dias, Dani Arrais, Renata Simões, entre várias outras, que estarão pelos corredores do CCSP para atividades pagas (mais informações aqui), além de quatro shows gratuitos: Alice Caymmi e Far From Alaska nessa sexta e Luiza Lian e Flora Matos no sábado. A madrinha desta edição é Pitty, que participa de um bate-papo às 16h30 dessa sexta. Conversei com a querida Monique, uma guerreira que pude conhecer melhor no decorrer deste ano, sobre as novidades da edição 2018. A programação completa vem a seguir.
Quais os principais desafios para a segunda edição do Women’s Music Event?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/wme-2018-quais-os-principais-desafios-para-esta-segunda-edicao
Qual a grande novidade deste ano?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/wme-2018-qual-a-grande-novidade-deste-ano
Um ano depois da primeira edição, você percebe mudanças no cenário musical em relação às mulheres?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/wme-2018-voce-percebe-mudancas-no-cenario-musical-em-relacao-as-mulheres-um-ano-depois
Fale sobre as atrações musicais desta edição.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/wme-2018-fale-sobre-as-atracoes-musicais-desta-edicao
Qual a mesa que você considera imperdível nesta edição?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/wme-2018-qual-a-mesa-que-voce-considera-imperdivel-nesta-edicao
Programação Completa 16/03
Sala Adoniran Barbosa
12H30 – 13H30 > Hashtag Publi : Os Limites do casamento entre marcas, eventos e influenciadores (Painel)
13H30 – 14H30 > MOTOROLA Apresenta : Você é o dono do mundo, não o Smatphone (Painel)
14H30 – 15H30 >Rap: Como um movimento que nasceu do gueto se consolidou como uma das maiores forcas da música pop (Painel)
15H30 – 16H30 > A Magia (e o Sofrimento) por trás do nascimento de um álbum. Afinal pq insistir no formato? (Painel)
16H30 – 18h00 > Q&A – PITTY (Painel)
18H00 – 18h30 > NETWORKING By TNT Energy Drink no Lounge
18h30 – 19h30 – Alice Caymmi (Gratuito – Show)
20h00 – 21h00 – Far From Alaska (Gratuito – Show)
Sala de Ensaio I
14h00 – 15h00 > Beat Making (Workshop)
15h00 – 16h00 > Discotecagem (Workshop)
16h00 – 17h00 > Gestão de Carreira (Workshop)
18h00 – 19h00 > Segurança Digital para Mulheres (Workshop)
Sala de Ensaio II
18h00 – 19h00 > Diga-me quem vc segue e eu te direi o que vc ouve: a importância da curadoria musical no mercado das plataformas digitais (Painel)
Programação completa 17/03
Sala Adoniran Barbosa
15H00 – 16H00 > Direito Autoral: Como determinar a autoria de uma música? Compositoras, letristas, quem deve receber pelos diretos de uma canção? (Painel)
16H00 – 17H00 > Audiovisual: Clipe, VJing e iluminação como ferramenta fundamental para divulgação da música (Painel)
17H00 – 18H00 > Branding: Os segredos por trás da construção de imagem e styling dos artistas (Painel)
18h00 – 18h30 > Networking by TNT Energy Drink no Lounge WME
18H30 – 19H30 > Luiza Lian (Gratuito – Show)
20H00 – 21H00 > Flora Matos (Gratuito – Show)
Sala de Ensaio I
14h30 – 15h30 > Formação de Rede: como plataformas de música voltadas para mulheres podem acelerar o protagonismo feminino no mercado (Painel)
15h30 – 16h30 > SKOL Apresenta: A Lei do Retorno “Como o investimento privado e os esforços de marketing de uma marca podem influenciar positivamente a cena cultural de uma cidade (Painel)
16h30 – 17h30 > A equipe técnica pode ser a alma do seu show/festival (Painel)
17h30 – 18h30 > Influenciadores: quem é você na fila dos likes (Painel)
Sala de Ensaio II
14h30 – 15h30 > Aprenda a Cantar Encontrando a Sua Própria Voz (Workshop)
15h30 – 16h30 > UBC Apresenta: Como potencializar os ganhos com sua música? (Workshop)
16h30 – 17h30 > Stage Management (Workshop)
17h30 – 18h30 Editais e Leis de Incentivo, por onde eu começo? (Workshop)
Maior satisfação anunciar que este fim de semana o Centro Cultural São Paulo recebe duas noites com o mito Gustavo Black Alien, que faz dois shows neste sábado e domingo, mostrando os dois volumes de seu Babylon By Gus em duas apresentações que prometem – mais informações aqui.
Depois que o primeiro ano de curadoria de música no Centro da Terra restabeleceu as segundas-feiras como dia de shows em São Paulo, é a vez de invadirmos as terças-feiras. Ao contrário do Segundamente, que propõe quatro shows diferentes para um artista em um mesmo mês, a terça, ainda sem nome, é mais livre e, ao mesmo tempo, mais tradicional. São temporadas que ficam ao gosto do artista, que usa aquelas terças para experimentar um novo show, mexer com canções novas ou consolidar um formato em experimentação, sem necessariamente dividir as apresentações em quatro momentos diferentes. A princípio as temporadas são de quatro terças-feiras, mas nem isso está rigidamente definido. Para começar as terças-feiras no Centro da Terra, chamei os irmãos Cappi – Marinho e Fernando, guitarristas do Hurtmold -, que estão às vésperas de lançar seu primeiro álbum – e usam a temporada para burilar sobre este projeto, focado em canções. Na primeira terça, dia 6, eles convidam o produtor Ricardo Pereira. Na segunda terça, dia 13, eles chamam seus compadres de banda Marcos Gerez e Maurício Takara. No dia 20, o convidado é o grande rabequeiro suíço Thomas Rohrer, e a temporada se encerra dia 27, com a participação da querida Juliana Perdigão. Os quatro shows lidam com o mesmo repertório, que vai sendo retrabalhado a cada nova semana. Conversei com os dois sobre esta temporada, que eles batizaram de Terça-Fera.
Como surgiu o MdM Duo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/mdm-duo-terca-fera-como-surgiu-o-mdm-duo
Como a temporada Terça Fera funcionará em relação ao disco de estreia?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/mdm-duo-terca-fera-como-a-temporada-terca-fera-funcionara-em-relacao-ao-disco-de-estreia
Como serão as quatro noites e quem são os convidados?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/mdm-duo-terca-fera-como-serao-as-quatro-noites-e-quem-sao-os-convidados
Vocês vão mexer muito no repertório de cada noite?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/mdm-duo-terca-fera-voces-vao-mexer-muito-no-repertorio-de-cada-noite
Vocês vão mostrar material inédito?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/mdm-duo-terca-fera-voces-vao-mostrar-material-inedito
“Parece que passou muito rápido mas ao mesmo tempo parece que foi há muito tempo, porque muita coisa aconteceu!” Bárbara Eugenia resume não apenas o sentimento de seus dez anos de carreira, mas de toda uma década que abalou a todos. No mesmo período em que se firmou como cantora e compositora houve uma mudança cultural e social violenta que, de uma forma ou de outra, está refletida em seu trabalho. É esta transformação que ela coloca em prática na primeira temporada do Segundamente deste ano, quando, nas quatro segundas-feiras de março, ela visita momentos diferentes da sua carreira, priorizando as parcerias. No dia 5, ela abre o mês ao lado de Tatá Aeroplano, mostrando o Vida Ventureira que gestaram na primeira temporada do Centro da Terra do ano passado, quando eles mostraram o disco em primeira mão na celebração dos quinze anos de carreira do músico paulista – que desta vez vem ao palco com a banda completa, com Dustan Gallas, Júnior Boca e Bruno Buarque. No dia 12 é a vez de ela voltar a se reunir com Fernando “Chankas” Cappi, guitarrista do Hurtmold, com quem ela compôs o disco Aurora, fortemente influenciado pela canção beatle. No dia 19 ela se reúne a Pedro Pastoriz para reeditar mais uma versão de seu projeto de intérprete Lovely Hula, recriando clássicos pop em versões luau. E a temporada termina no dia 26 com uma retrospectiva de seus quatro discos individuais, incluindo um que ainda não viu a luz do dia. Conversei com a Bárbara sobre este momento de sua carreira e como ele se reflete neste março no Centro da Terra.
Qual balanço que você faz sobre essa primeira década?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/barbara-eugenia-dez-anos-por-ai-qual-balanco-que-voce-faz-sobre-essa-primeira-decada
Quando você pensou na temporada já sabia que queria?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/barbara-eugenia-dez-anos-por-ai-quando-voce-pensou-na-temporada-ja-sabia-que-queria
O que ficou de fora e poderia ter entrado?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/barbara-eugenia-dez-anos-por-ai-o-que-ficou-de-fora-e-poderia-ter-entrado
Qual a expectativa de fazer esses shows no Centro da Terra?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/barbara-eugenia-dez-anos-por-ai-qual-a-expectativa-de-fazer-esses-shows-no-centro-da-terra
E sobre o último show, do disco novo, o que dá pra adiantar?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/barbara-eugenia-dez-anos-por-ai-e-sobre-o-ultimo-show-do-disco-novo-o-que-da-pra-adiantar
Duas das bandas mais pesadas de São Paulo estão prestes a fazer uma turnê pelo país, passando por sete estados e vinte cidades em uma Kombi – e o ponto de partida da No Hope Tour, que os Deaf Kids e o Test fazem juntos, é no Centro Cultural São Paulo, a partir das 21h – mais informações aqui. Vamos?









