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Curadoria

vingaroda

Concebido por Mahal Pita (ex-BaianaSystem), a performance de improviso E Se Rupestre Vingaroda? parte do início da ideia de Brasil, buscando referências musicais do Recôncavo Baiano como a chula, do samba de roda e os maculelês, para reconstruí-la via eletricidade e eletrônica, numa apresentação intensa que conta com as participações dos músicos Leo Mendes e Lenis Rino, nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).

cartaz sem palavras 300518

Imensa satisfação em receber não apenas o Otis Trio, mas sua versão septeto nesta terça-feira, dia 16 de abril, no palco do Centro da Terra. Otis Trio 7 é o espetáculo em que o trio formado por Flavio “Tubarão” Lazzarin (bateria), Luiz Galvão (guitarra) e João Ciriaco (contrabaixo) recebem seus comparsas Amílcar Rodrigues (trompete), André Calixto (saxofone), Beto Montag (vibrafone) e Bio Bonato (sax barítono) para visitarem temas dos três discos do grupo de jazz, 74 Club, Vida Fácil e #3. Bati um papo com o João sobre o que podemos esperar desta mutação do grupo nesta terça.

skywalkers-continental-combo

Duas bandas clássicas paulistanas da década passada, os sessentistas do Continental Combo e os psicodélicos Skywalkers, se apresentam juntas neste domingo, a partir das 18h (mais informações aqui).

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O único disco de Serena Assumpção, o sensacional Ascensão, será lançado em vinil com um show neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo, que terá participações de Curumin, Anelis Assumpção e Tulipa Ruiz (mais informações aqui).

semiorquestra

A big band instrumental paulistana Semiorquestra lança seu disco de estreia Jogos e Quitutes nesta sexta-feira, no Centro Cultural Sâo Paulo, a partir das 19h – o show é gratuito para o público (mais informações aqui).

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A lendária banda Smack, fundada do falecido guitarrista Pamps ressurge no palco da Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo nesta quinta-feira, com a formação original quase completa, com Edgard Scandurra (do Ira!) na guitarra, Sandra Coutinho (das Mercenárias) no baixo e Thomas Pappon (do Fellini) na bateria, com Fábio Golfetti (do Violeta de Outono) como convidado especial. O show começa às 21h (mais informações aqui).

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Um dos nomes mais ativos da cena pós-punk paulistana dos anos 80, Thomas Pappon foi guitarrista do Fellini, baterista do Smack e dos Voluntários da Pátria, além de diretor artístico da gravadora Stilleto e produtor dos discos de estreia de bandas como Pin Ups e Black Future. Mas é no grupo The Gilbertos, projeto solo que assume formações diferentes à medida em que o tempo passa, em que ele consegue lapidar aquilo que mais gosta de fazer: compor canções. A cada fase, o grupo de um homem só, que já tem quatro discos lançados, assume musicalidade e estética diferentes, de acordo com o astral de seu autor e tenho a enorme satisfação de trazê-lo para palco do Centro da Terra nesta terça-feira (mais informações aqui), onde apresenta diferentes fases do repertório da banda ao lado do baixista Ricardo Salvagni e do baterista Lauro Lellis, ambos com passagens por diferentes fases de sua principal banda, o Fellini. Em mais um de seus raros shows – é o sexto na história da banda -, Pappon promete um show pesado com ênfase no rock progressivo alemão e no glam rock, duas de suas maiores paixões. Bati um papo com ele sobre o que nos aguarda nesta noite de terça.

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Neste domingo, às 18h, o lendário grupo pós-punk paulistano Voluntários da Pátria volta com a mesma formação que gravou seu único disco, de 1984, a um palco clássico na história da banda, no Centro Cultural São Paulo. Corre senão os ingressos acabam – mais informações aqui. O show também marca o reencontro de Nasi com Gaspa, que não tocam juntos desde que o Ira! terminou em 2007.

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Quando Marcelo Cabral avisou que estava voltando da Alemanha para passar um tempo de volta no Brasil, cogitamos rapidammente uma temporada ao redor do universo musical do baixista e de sua recente experiência artística na Alemanha. Próximo à cena de improviso livre de Berlim, Cabral foi descobrindo um método de criação artística que permite fluir por outras linguagens, incluindo literatura, teatro e spoken word e entender como isso influencia diretamente o resultado musical. E assim ele pensou em Influxo Cabralha, uma reunião de amigos e magos da música instrumental que atravessa quatro segundas-feiras de abril no Centro da Terra. Na primeira, dia 8, ele toca ao lado de Mauricio Takara, Thomas Rohrer e Mariá Portugal. No dia 15 ele chama Guilherme Held, Thiago França, Juliana Perdigão e Angélica Freitas. Dia 22 é dia de Kiko Dinucci, Rodrigo Brandão e Juçara Marçal. E a temporada termina no dia 29, com as participações de Thomas Harres, Bella, Patrícia Bergantin, Maria Beraldo e Ná Ozzetti (mais informações aqui). Bati um papo com o Cabral sobre esta safra de shows e a influência de sua estada na Alemanha neste novo projeto.

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Um dos patronos do rock rural brasileiro, o compositor mineiro Zé Geraldo apresenta-se nesta sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo – os ingressos já estão esgotados (mais informações aqui).