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Alex Chilton no SXSW


Sondre Lerche cantando “The Ballad of El Goodo”

Como não podia deixar de ser, a passagem do velho Chilton causou comoção, tributos e homenagens no South By Southwest. A principal delas foi um show no lendário clube de blues Antone’s, na 5th Street de Austin, no sábado passado, que reuniu fãs célebres do compositor com remanescentes de duas formações do Big Star – tanto o baterista Jody Stephens e o baixista Andy Hummel que fizeram parte da primeira formação quanto os integrantes do Posies Ken Stringfellow e Jon Auer que nos anos 90 se juntaram a Chilton em um revival do grupo. A eles se juntaram nomes como Sondre Lerche, Curt Kirkwood (dos Meat Puppets), John Doe (do X), Evan Dando, M. Ward, Mike Mills (do R.E.M.), entre outros. Achei esses dois vídeos, alguém viu mais?


“September Gurls” com Susan Cowsill e as Watson Twins

Alex Chilton nos anos 80

Muita gente conhece o Big Star de segunda mão. “September Gurls”, por exemplo, foi regravada nos anos 80 pelas Bangles:

E o Américo outro dia bem lembrou do tributo dos Replacements ao mestre, na faixa que leva seu nome:

“I’m in love/ with that song” talvez seja a melhor homenagem que Chilton poderia receber. Ainda bem que pode ouvi-la.

Alex Chilton, 1970

E o blog da loja Amoeba lembrou de Alex Chilton nem pelo Big Star nem pelos Box Tops, mas por seu disco homônimo de 1970, que ninguém – tirando tarados por disco como os caras da loja californiana – lembra. Alex Chilton 1970 foge tanto do iê-iê-iê dos Box Tops quanto do rock perfeito do Big Star: a pegada é pantanosa, raunchy, country rock como se ele pudesse ter feito parte de um Creedence Clearwater Revival ácido o suficiente para compor músicas com títulos como “I Wish I Could Meet Elvis”, “The EMI Song” e “All I Really Want is Money”. O disco pode ser encontrado neste link e esta versão para “Jumpin’ Jack Flash” (menos caipira que a média do disco) é uma boa amostra do que dá para esperar dele.


Alex Chilton – “Jumpin’ Jack Flash“

Lady Gaga à brasileira

“Brasileira”… Normalmente não curto essas bichices, mas a letra dessa versão ficou boa (“tou vendo a CET” foi foda).

Vi na Bia.

E a Dakota Fanning, hein?

Baixou um Val Kilmer na menina: ela dispensou ser dublada no papel de Cherie Currie e não fez feio. Se liga, esse é o original:

E essa é a versão dela:

Não que a música seja grande coisa, mas ela até que segura a onda.