Courtney Barnett ♥ Breeders

A australiana Courtney Barnett (guarde este nome) participou do desafio Undercover do A.V. Club e escolheu o hit maior das Breeders pra regravar. Ficou demais.

A australiana Courtney Barnett (guarde este nome) participou do desafio Undercover do A.V. Club e escolheu o hit maior das Breeders pra regravar. Ficou demais.

E o Mac DeMarco tocando “Lights Out” da Angel Olsen? Que conexão!
Não custa voltarmos à original, já que a senhorita Olsen tá garantindo seu lugar no ranking de 2014.

E as irmãs do Say Lou Lou continuam galgando seu caminho rumo ao topo do hype de 2015 – desta vez elas fizeram uma versão na macia pro hit “Instant Crush”, aquele que o Julian Casablancas canta no disco mais recente do Daft Punk. Sente só:

Nesta quinta-feira, o grupo Single Parents revisita o disco Rather Ripped, do Sonic Youth, nem show na Serralheira (mais informações aqui). Como aperitivo, um vídeo com apresentação da banda tocando a clássica “Incinerate”.

E no bis do show que fez na quarta passada em Seattle, Beck convidou Jenny Lewis para dividir os vocais com ele num cover de “Do Ya Think I’m Sexy?”, aquela música que o Rod Stewart roubou do Jorge Ben nos anos 70. Ficou jóia.

A imitação que Jimmy Fallon faz de Neil Young é um dos clássicos do humorista. Aí no programa dele nessa segunda, além de ele fingir ser o bardo canadense cantando o hit da Iggy Azalea, eis que, de repente, surgem ninguém menos que Crosby, Stills e Nash para ajudá-lo na segunda parte da música.
Ficou foda.

Em seu novo disco, Minha Dolores, Nina Becker saúda sua grande musa com arranjos de seu tempo, mas apesar do álbum ser um convite musical ao miolo do século 20 no Brasil, ele fala bastante sobre estes tumultuados dias no início do século 21. “Comecei a selecionar as músicas do disco em plena ressaca de todas aquelas manifestações que começaram em junho do ano passado”, explica a cantora. “Naturalmente fui selecionando canções que falavam do Rio. Porque para mim esse disco é uma espécie de resposta para tudo o que está acontecendo”. Essa proximidade entre passado e presente sempre esteve próxima à sua carreira, que já visitou Lamartine Babo, além de resgatar pérolas para os bailes da Orquestra Imperial.
“Desde muito antes de começar a cantar, fazia listas de ‘músicas antigas que eu achava que poderiam ter sido feitas hoje’, que é um critério bem subjetivo, mas virou um norte para o meu trabalho, uma espécie de ‘método’ de pesquisa eu uso para a vida. Levei para a Orquestra Imperial, que é um espaço maravilhoso para isso. Aliás, eu me convidei pra entrar para a Orquestra por causa dessas listas e as utilizei muito lá.” Nina descolou a música de abertura do novo disco para o site e é categórica ao recusar a nostalgia no novo trabalho. “Está tudo no disco, a canção que fala sobre a criminalidade e a violência nos morros, a relação entre a alta sociedade e a classe baixa, as modas da elite da época ironizados de forma que podemos reconhecer aspectos idênticos na nossa sociedade de hoje. Esse disco é tanto sobre a Dolores como sobre o Rio.”
Leia abaixo a entrevista que fiz com a cantora:

Essa versão de “Sour Times” ficou demais…

Thiago Pethit roga a velha maldição de Screamin’ Jay Hawkins sob o Nosferatu de Murnau visto pela Renata Chebel em show no Sesc Vila Mariana. Deixa cair…

Marco zero do chamado pós-rock (ou “poste roque”, como riam os cínicos dos anos 90), o clássico Spiderland do grupo Slint finalmente vai ganhar uma edição remasterizada, cheia de extras, em comemoração a seu aniversário de 25 anos. E uma das jóias da nova edição é a íntegra de uma versão que o grupo fez ao vivo em 1989 para o épico “Cortez the Killer”, de Neil Young, que pode ser ouvida abaixo: