Dua Lipa ♥ Arctic Monkeys
Dona de um dos grandes hits de 2017, a cantora inglesa Dua Lipa visita “Do I Wanna Know?” em uma versão que pega na veia em visita à BBC.
Dona de um dos grandes hits de 2017, a cantora inglesa Dua Lipa visita “Do I Wanna Know?” em uma versão que pega na veia em visita à BBC.
Bárbara Eugenia começou seu 2018 ainda no fim de 2017, quando lançou sua versão para “Sintonia”, de Moraes Moreira, gravada ao lado do dândi de Caruaru Junio Barreto, a primeira produção assinada apenas pela cantora e compositora. “É um gostinho do próximo disco, que vai ser todo produzido por mim”, me explica Bárbara ao telefone, antecipando que ainda lança mais um single deste disco antes de embarcar para uma viagem no meio deste semestre, quando atravessa parte da Europa em turnê ao lado do broder Tatá Aeroplano, com quem lançou um dos melhores discos do ano passado.
O clima festivo da versão (que foi chancelada pelo próprio Moraes) antecipa o calor do carnaval 2018, mas também dá os rumos do próximo disco, que ela ainda não batizou, mas que deverá seguir uma linha “Brasil Caribe Tropical Bahia Hippie Style”, descreve às gargalhadas – mas que será lançado só no segundo semestre. Ficamos à espera.
O líder do grupo norte-americano Fleet Foxes Robin Pecknold gravou uma versão para “Do What You Gotta Do“, de Nina Simone, em uma visita à BBC.
Ele também tocou a faixa “If You Need To, Keep Time On Me” do disco mais recente de sua banda, o ótimo Crack-Up, ao lado do tecladista Casey Wescott. Confira a íntegra do programa abaixo:
“A gente sempre curtiu Specials, muitas pessoas não notam”, me explica Jorge du Peixe, vocalista da Nação Zumbi, sobre a versão que a banda fez para “Do Nothing”, dos Specials, mais uma versão de seu disco Radiola NZ, que chega às plataformas digitais nessa sexta-feira, e que a banda descolou em primeira mão aqui para o Trabalho Sujo, bem como a capa do disco, feita pelo artista gráfico Shiko.
Além de Specials, Secos e Molhados e da versão para “Refazenda” do Gilberto Gil, o disco ainda contará com versões para “Não Há Dinheiro Que Pague” de Roberto Carlos, “Tomorrow Never Knows” dos Beatles (que o grupo já toca ao vivo há tempos), “Sexual Healing” de Marvin Gaye, “Dois Animais na Selva Suja da Rua” do Taiguara, eternizada por Erasmo Carlos, “Balanço” de Tim Maia) e “Ashes to Ashes” (David Bowie). “E é o volume 1, vamos fazer outros discos de versões no futuro, com tempo”, explica o vocalista.
A banda pernambucana Nação Zumbi começa a revelar seu disco de versões Radiola NZ, que será lançado ainda este ano, com uma releitura para o clássico “Refazenda” de Gilberto Gil.
A dupla Damon Krukowski e Naomi Yang, que formava o Galaxie 500 ao lado de Dean Wareham, acaba de lançar o disco ao vivo Everything Quieter Than Everything Else composto por gravações que fizeram na capital japonesa Tóquio em 2005 e 2008 e a faixa que encerra o álbum é uma versão para o lamento “Araçá Azul”, do disco experimental de mesmo nome lançado por Caetano Veloso em 1973, que mistura-se com uma resposta que a dupla fez para a música do baiano, chamada “The Earth is Blue”.
Excursionando após lançar seu A Deeper Understanding – que não me bateu tão bem quanto seu terceiro disco, Lost in a Dream -, a banda norte-americana War on Drugs passou por Toronto no fim de semana passado, quando o líder da banda, Adam Granduciel, pode saudar a importância de seu ídolo Neil Young, nascido na cidade canadense, ao puxar uma soberba versão para o hino “Like a Hurricane”, uma das assinaturas musicais do velho Neil.
De chorar.
No dia seguinte do aniversário do recém-falecido amigo, o mestre toca sua “Learning to Fly” ao vivo – publiquei o vídeo lá no meu blog no UOL.
A morte de Tom Petty, no início do mês, pegou a todos de surpresa: fãs, amigos, parentes e músicos. Um dos mais abalados pela notícia tenha sido o notoriamente imóvel Bob Dylan, que lamentou a perda do amigo em um raro comunicado emotivo: “Foi uma notícia chocante, devastadora”, disse à revista Rolling Stone. “Eu achava que Tom era o máximo. Era um grande artista, cheio de luz, um amigo e nunca me esquecerei dele.” Dylan assistiu à ascensão do artista, vendo-o firmar-se a ponto ser o caçula da elite de veteranos chamada Travelling Willburys, supergrupo criado nos anos 80 que reunia, além de Tom e Bob, Roy Orbinson, Jeff Lynne e George Harrison. A homenagem ao falecido amigo prosseguiu neste fim de semana, quando, no sábado, Dylan lembrou que Tom Petty completaria 67 anos na véspera, puxando uma versão de um dos maiores hits do cantor e compositor, “Learn to Fly”, durante um show na cidade Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.