Have We Met, o novo disco do alter ego de Dan Bejar, Destroyer, sairá no último dia deste mês – e ele mostra mais uma de suas canções, depois de apresentar “It Doesn’t Just Happen” e “Crimson Tide” no ano passado, criando uma boa atmosfera de expectativa para o novo disco. “Cue Synthesizer” mantém a atmosfera anos 80 dos dois primeiros singles, mas pesa a mão e soa ainda mais pop.
O vocalista do R.E.M., Michael Stipe, aproveitou seu aniversário de sessenta anos completos no último dia 4 para apresentar seu segundo single solo. Depois de “Your Capricious Soul“, “Drive to the Ocean” segue suas preocupações com a tragédia climática (arrecadando fundos das vendas do single em seu site para a ONG Pathway to Paris) e o desloca para um terreno musical novo, embora a canção comece com um ar de Leonard Cohen que ainda conversa com seu trabalho em sua antiga banda, que pendurou as chuteiras há oito anos. Mas a partir de um minuto e meio, ela toma um lindo caminho inesperado, sobrepondo beats eletrônicos, referências à música global e ares ambient.
Não custa lembrar que o vocalista deu uma entrevista a um jornal italiano no meio do ano passado falando já ter umas dezoito músicas prontas, depois de um jejum de cinco anos sem compor ou tocar. Mas não há nenhuma previsão de lançamento.
“If I’m shinin’, everybody gonna shine”
“My soul? So cynical”
“Losin’ beauty, at least at times it knew me”
“Pra que amanhã não seja só um ontem com um novo nome”
“Making love to a counterfeit”
“Don’t leave, it’s my fault”
“Am I a hero now?”
“Olhando para tudo quanto é lado na esperança de te ver mais uma vez”









