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Não curto poesia

Mas curti essa, do Mitsu, que tem um blog legal:

E ai gata me da um beijo so que eu largo do seu braco um beijo so o que custa vai eu te saquei olhando pra mim na pista essa noite e nossa vem ca eu tambem adoro essa musica sempre gostei de mulher morena po esse ar condicionado ta muito forte ne faz mo friao outro dia nem tava funcionando direito po que kra e essa linda chega aqui mais perto olha eu to sendo chato? olha eu to sendo chato? sei que to sendo chato mas e que voce tem alguma coisa que eu nao vejo em mais ninguem aqui nessa boate nao precisa falar nada so chega mais perto

eu vou chamar o segurança

tambem nao queria nada sua piranha


Fin

César Vilela e as capas da Elenco


“Comecei a simplificar na Odeon, uma das principais capas dessa época é a do Noel Rosa –com uma rosa no lugar do “o”. Eu via as vitrines confusas, todos fazíamos capas muito confusas. E não havia TV para fazer propaganda -as capas tinham de vender o disco! Aí lembrei que o Marshall McLuhan chamava isso de ruído visual e comecei a simplificar ao máximo. Os discos da Elenco brigavam nas lojas com os discos das multinacionais, eles tinham de sobressair. A simplificação das capas foi uma maneira de chamar a atenção para eles.”

O Ronaldo recuperou uma entrevista que ele fez com o César Vilela, designer autor das hoje clássicas capas do selo Elenco, de quem ele também foi curador de uma exposição em 2004, relação que começou com o modesto site de fã que ele fez sobre o cara quando ainda vendia discos na Bizarre.