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Centro da Terra: Julho de 2022

O mês de julho já começou mas a temporada deste mês no Centro da Terra começa só nesta terça-feira por motivos de logísticas. Propus uma temporada com vários artistas para as segundas-feiras, mas a Jadsa só conseguia chegar na terça, por isso a temporada Choque Térmico começa neste dia 5 de julho. A proposta é reunir artistas que misturem as linguagens eletrônica e analógica sem pensar nos limites entre ambas. A primeira noite acontece com o Taxidermia, que Jadsa faz com João Millet Meirelles, e a dupla recebe o músico Pedro Bienemann. Na próxima segunda, dia 11, é a vez de Bernardo Pacheco provocar mais uma apresentação de seu projeto Formação, quando chama Juçara Marçal, Rayani Sinara, Yusef Saif e Mau Schramm para uma noite de improviso livre. No dia 18, a guitarrista Sue, da banda Ozu, apresenta seu trabalho solo ao lado de Eddu Ferreira e Paula Rebellato. E fechando a temporada, dia 25, a multiinstrumentista Theo Charbel convida Guilherme D’Almeida e Vinícius Rodrigues para mostrar suas canções. E isso é só uma temporada. Na próxima terça, dia 12, é a vez de Experimentos n°1, projeto que a artista russa Lena Kilina apresenta com o artista multimídia Dudu Tsuda. Depois, na terça dia 19, Malu Maria, Tika e Laya apresentam o projeto Ondas Sísmicas, concebido pelo pesquisador Gabriel Bernini para celebrar a presença da mulher na música brasileira e o show terá apresentação da Laura Diaz, do grupo Teto Preto. Encerrando o mês a banda paulista Bike sobe pela primeira vez no palco do Centro da Terra para mostrar as músicas de seu próximo LP com a presença do produtor do disco, o guitarrista Guilherme Held. As apresentações começam sempre às 20h e os ingressos podem ser comprados aqui.

Centro do Rock 2018

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Mais uma vez celebramos o mês de julho com rock no Centro Cultural São Paulo em mais uma edição do Centro do Rock, com trinta atrações gratuitas em quinze dias de show na mítica Sala Adoniran Barbosa, um templo do gênero em São Paulo. Repetindo o sucesso do ano passado, o festival traz o melhor do novo rock brasileiro, reunindo bandas de norte a sul do país em shows de graça. São bandas de rock clássico, psicodélico, new metal, rock alternativo, hardcore, rock instrumental, noise, drone, pós-rock, rock progressivo, indie rock, shoegaze, pós-punk, entre outras variações do gênero de todos as regiões do país: do Ceará ao Rio de Janeiro, do Goiás ao Rio Grande do Sul, do Pará Paraná, do Mato Grosso ao Pernambuco, de São Paulo ao Rio Grande do Norte. A programação é a seguinte:

Quarta, 4, às 21h
Far from Alaska e Deb and the Mentals

Quinta, 5, às 21h
Giallos e Kalouv

Sábado, 7, às 19h
Papisa e Cora

Domingo, 8, às 18h
Stratus Luna e Bombay Groovy

Quinta, 12, às 21h
Oruã e Goldenloki

Sexta, 13, às 19h
Sky Down e Lava Divers

Sábado, 14, às 19h
In Venus e Mieta

Domingo, 15, às 18h
Gorduratrans e Def

Quinta, 19, às 21h
Black Pantera e Molho Negro

Sexta, 20, às 19h
Maquinas e Astronauta Marinho

Sábado, 21, às 19h
Carne Doce e Bruna Mendez

Domingo, 22, às 18h
My Magical Glowing Lens e Bike

Quinta, 26, às 21h
Macaco Bong e Odradek

Sexta, 27, às 19h
Picanha de Chernobill e Marcelo Gross

Sábado, 28, às 19h
Frieza e Basalt

Bike no Centro Cultural São Paulo

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O Bike, uma das principais bandas da renascença psicodélica brasileira desta década, despede-se de seu segundo álbum, Em Busca da Viagem Eterna, apresentando-se nesta quinta-feira no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui). O ciclo é fechado também com o lançamento do clipe “Terra em Chamas”, mostrado em primeira mão aqui no Trabalho Sujo.

O líder da banda, Julito Cavalcante, comentou sobre o fim desta etapa, que sobrepõe-se ao início do trabalho do terceiro álbum da banda. “O Em Busca foi importante para nós, caímos na estrada como nunca, foram mais de 70 shows, fizemos nossa primeira turnê européia com bons shows na Inglaterra e no Primavera Sound, trocamos de baixista, o Rafa saiu no meio da turnê e hoje o João está fixo na banda e tivemos a participação de muitos amigos músicos, , Brenno Balbino, que se tornou o quinto elemento do Bike, Gabi, do My Magical Glowing Lens, Danilo, do Hierofante Púrpura e até do Tagore. Tocamos em quarteto, quinteto e sexteto, pudemos tocar pela primeira vez com bandas do cenário mundial aqui no Brasil, como The Black Angels e Os Mutantes, tivemos um EP de Remix feito pelo Renato Cohen que nos surpreendeu. Foi um ano duro mas de amadurecimento como banda e como músicos”, me explica por email.

Sobre o próximo disco, ele garante que sai até maio, quando a banda completa três anos de estrada. “Desde novembro todos voltaram a morar no interior, isso nos deu mais tempo e liberdade, todas as músicas surgiram depois desse retorno, compomos e produzimos tudo com calma”, ele continua. “Isso somado às novas influências que absorvemos durante as viagens pela Europa e pelos extremos do Brasil resultou num álbum mais tranquilo, nos deu uma sensação de cura e entendimento de tudo que aconteceu nessa busca pela viagem eterna”.

Gente!

Desligue o volume e coloque uma música melhor de fundo… e play.