E falando em Beatles…
…não tinha visto essa animação que fizeram pro Rock Band deles.
…não tinha visto essa animação que fizeram pro Rock Band deles.
Já viram as duas primeiras coisas que apareceram?
Project Natal: videogame sem controles
Beatles Rock Band: de chorar
Pode ficar melhor do que isso? Pode: do mesmo jeito que aconteceu com a internet, o videogame já está em todas partes de nossas vidas. Há pouco o próprio Guillermo del Toro declarou que o Cidadão Kane dos videogames não demora a aparecer…
O bom e velho Danilo agora tem link – e na estréia de seu blog Coletas (dedicado, justamente, a coletâneas que ele mesmo faz), ele mandou essa seqüência de músicas com nomes de personagens de Lost. Tá certo que rolou uma forçada com o casal coreano, mas foda-se, não deixou de ser sensacional por isso.
Aretha Franklin – “The House That Jack Built”
Michael Jackson – “Ben”
Ben Folds Five – “Kate”
Rush – “Tom Sawyer”
Smashing Pumpkins – “Cupid De Locke”
Man/Man – “Hurley Burley”
Beatles – “Here Comes The Sun”
Snoop Dogg – “Gin And Juice”
Franz Ferdinand – “Michael”
Smudge – “Desmond”
Elton John – “Daniel”
Aerosmith – “Downtown Charlie”
Bruce Springsteen – “Jacob’s Ladder”
Billy Bragg – “Richard”
Bee Gees – “Juliet”
Bonus Track
16 – Vincent – Don Mclean
Quando os Beatles relançaram a versão pós-Anthology para a trilha sonora de Yellow Submarine, pensaram em uma série de itens de merchandising, incluindo os já clássicos brinquedos lançados pela McFarlaine Toys, e a Apple encomendou à editora Dark Horse, que por sua vez pediu ao ilustrador Bill Morrison, para que criasse uma versão em quadrinhos para o filme. Bill era – e ainda é – o coodenador editoral da Bongo Comics, o que, em outras palavras, é o mesmo que dizer que é ele quem transforma os Simpsons em quadrinhos (Matt Groenning é seu sócio) e, mais importante, beatlemaníaco. Recebeu o convite para fazer a revista, pensou mais em como teria uma chance de participar da história dos Beatles nem que fosse como uma nota de rodapé do que nas possibilidades do projeto dar certo. Assim, começou a desenhar as páginas da edição especial, até que soube pela Dark Horse que a idéia havia sido abortada. Dez anos depois, ele surge com seus originais da época, em homenagem a uma obra que não pode existir. Pena, olha o naipe:
Desta vez, segue um trecho quadrinizado que deveria entrar no filme, mas talvez não tenha entrado pela questão dos direitos autorais. Esse blog aqui mostra as imagens e dá mais detalhes.
…o Terron conta como foi o reencontro de Paul e Ringo no palco, depois de muitos anos sem tocar juntos. O show ainda contou com a abertura-surpresa de Jerry Seinfeld:
O vídeo acima conta com a apresentação de Seinfeld, David Lynch apresentando Ringo (que canta “Yellow Submarine” e “It Don’t Come Easy”) e Paul (que canta “Drive My Car” e o comecinho de “Jet”).
Esse outro tem o Paul macaqueando ao piano antes de começar a cantar “Let it Be”, menos de cinco segundos de “Blackbird” e menos de um minuto dos dois Beatles cantando “With a Little Help from My Friends”. Já já aparecem mais vídeos.
E ainda nos Beatles, conheça o BeatlesTube – um site que compila todos os vídeos dos quatro que estão no YouTube de forma bem organizada.
Esse é o lendário show da banda no ginásio de Budokan, no Japão, usado pela primeira vez para algo que não fossem apresentações de artes marciais. Os shows aconteceram em junho de 1966, pouco antes da banda pendurar as chuteiras e parar de se apresentar ao vivo. Olha o repertório do show:
“Rock’n’Roll Music”
“She’s a Woman”
“If I Needed Someone”
“Day Tripper”
“Baby’s in Black”
“I Feel Fine”
“Yesterday”
“I Wanna Be Your Man”
“Nowhere Man”
“Paperback Writer”
“I’m Down”
Nessa, o povo do Mexerica caprichou. E já lanço a idéia aqui: se vocês fizerem uma camiseta disso, vão ganhar um dinheirinho, hein… E, se rolar, me arruma uma aê depois. Se deu certo, sem querer, quando eu linkei o Obamis da Baile Coringa, heheheeh
Não é a primeira vez que fazem esse tipo de paródia do Sgt. Pepper’s com elementos brasileiros. A penúltima edição da gestão de Ricardo Alexandre na revista Bizz trouxe a seguinte capa sobre o impacto do disco na produção pop brasileira em 77 (colaborei nessa matéria, aliás):
E a Tainá me lembrou que a Jungle Drums, revista inglesa tocada por brasileiros e sobre o Brasil em Londres, comemorou seu sexto aniversário no fim do ano passado com esta capa aqui.
E numa nota de rodapé (que é o lugar dela), e a Set hein? Quem diria…
Depois de jogar o Dark Side of the Moon e o OK Computer na terra dos baixos pesados, ecos de percussão e névoa branca do dub, é a vez do Easy Star All-Stars se dedicarem a verter o disco clássico dos Beatles para estas paragens. À primeira audição, Easy Star All-Stars – Easy Stars Lonely Hearts Dub Band é OK, mas piora bem quando lembramos que isso é uma fórmula. Vários outros hits online também são, mas compare o trabalho que o Inri Christo tem pra fazer paródias cantadas por suas discípulas ou o de internautas anônimos ao regravar uma música transformando sua letra de forma a fazer paródia do clipe com o de produzir um disco inteiro… Tá na hora dos caras repensarem sua idéia, senão, em vez de soarem repetitivos, vão simplesmente ser esquecidos. Fora que, aqui pensando, que outro álbum merece esse tipo de homenagem?
Easy Star All-Stars – “A Day In The Life (com Michael Rose e Menny More)“