Aparelho: O golpe tá aí – cai quem quer

Aparelho é videoarte? Começamos a explorar os limites do possível no programa, uma vez que um de nossos apresentadores, o paraense Vladimir Cunha, assume de vez a edição. E o outro apresentador, o catarinense Emerson Gasperin, segue esmerilhando nas thumbnails. Juntos, eu, Vlad e Tomate embarcamos rumo à descoberta de um infame grupo de Whatsapp bolsonarista que rivaliza com uma velha banda da Jovem Guarda, dando origem a uma futura franquia cinematográfica. E isso sem contar o monolito de nióbio!

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Aparelho: Picanha de Smurf

Primeiro Aparelho editado! Mas não é censura – estamos apenas subindo mais um degrau em nossa escalada e agora além da thumbnail feita pelo Tomate, Vlad assume a edição para cortar a gordura do nosso papo furado e deixar tudo mais enxuto. E aproveitamos nosso infiltrado nas trincheiras do bolsonarismo para falar sobre como essa seita está definhando por dentro e fazendo todos seus ex-fiadores assumirem a responsabilidade de ter botado essa choldra no poder, mas sem antes falar sobre a importância do Simply Red, da ausência de partidos que se autodenominam conservadores, a obssessão por mea culpa e como o presidente da república está mais para Gargamel do que para Maquiavel.

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Aparelho: Nosso golpe, nossas regras

Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…

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Aparelho: Terceiro mundo se for piada no exterior

Tava com saudade do Aparelho? Nós também e neste sexto evento em que eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin nos reunimos, aproveitamos para comentar esse primeiro ano de quarentena e falar sobre o que aprendemos e não aprendemos neste período, além de abrir vórtexes dentro do YouTube… Segura o Vlad!

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Aparelho: Alguma perspectiva?

Mais uma vez, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin embarcamos em nossa viagem Jornalismo-Fumaça em busca do que fazer nesta época sem perspectiva que atravessamos – mas mudamos um pouco o foco pessimista nesta edição do Aparelho para falar de editoras pequenas, de fitas de VHS de skate, do fim do Little Quail, do livro novo do Massari, do festejado Torto Arado, do hardcore e do Satiricon do Petrônio e outras coisas que possam mostrar que há vida inteligente no Brasil em 2021.

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Aparelho: Um presidente em decomposição enquanto o Brasil apodrece

Numa edição freestyle do nosso jornalismo-fumaça, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin falamos sobre como o Brasil está indo cada vez mais para o buraco e as perspectivas sobre precarização do emprego, as favelas nos Estados Unidos,. as mudanças nas cidades brasileiras, a corda cada vez mais esticada sobre o abismo social do Brasil e o Doryan Grey do Planalto.

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Aparelho: A consciência revolucionária de Chewbacca

Mais Jornalismo-Fumaça em cima dos primeiros acontecimentos de 2021 – eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin misturamos a invasão do Capitólio à vacina do Doria com teorias da conspiração cada vez com menos eco e o melhor jeito de tratar essa choldra que está em parafuso a partir dos incidentes recentes. E por mais que o corte abrupto do final pareça ter interrompido o raciocínio, apostamos na queda do beócio que ocupa o principal cargo do poder executivo do país. Mas… e o Chewbacca?

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Aparelho: A grande mentira sobre o brasileiro

Mais uma vez reunidos, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin seguimos uma nova reunião do Aparelho: Jornalismo-Fumaça, desta vez partindo do compasso de espera pela vacinação para bater de frente em uma mentira contada sobre o brasileiro nos últimos anos – a de que um povo esculhambado e sem vergonha como esse fosse moralista e que abre mão de um estado forte para ficar na mão-boba invisível do mercado. No meio do caminho, falamos sobre pornografia sueca, passar a mão na bunda do guarda, mendigos empreendedores, o disco mais censurado depois da ditadura militar, Genival Lacerda, a grande lição da fábula capitalista, o fim do funk proibidão, como o Paulo Guedes parece com o Mxyzptlk, qual a relação entre jingle bell e o fim do papel, a guinada à direita (?!) de Luciano Huck, onde o comunismo deu certo, a iminência dos saques, a música de duplo sentido como música de protesto e como pagar as contas com o poder da mente.