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Noites Trabalho Sujo | 12.8.2017

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Enquanto o frio polar pairar sob o trópico de Capricórnio, uma das expectativas em relação ao experimento mensal que realizamos antes do segundo domingo de todo o mês diz respeito ao aquecimento físico através da aceleração dos neurônios a partir do movimento corpóreo induzido por ondas sonoras e batidas repetitivas. Com isso, também optamos pela despressurização mental decorrida por esta mudança de temperaturas para que as boas vibrações do calor consiga quebrar o gelo da apatia e do aceitamento, provocando a sensação de bem estar coletivo, na pista de dança. E por agosto ser um mês considerado pesado, optamos por uma versão mais leve desta noite, ao dividirmos a noite em duas apresentações simples e diretas: no auditório azul, os doutores Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral do laboratório Noites Trabalho Sujo traz a já conhecida avalanche de informação sonora para a contemplação física e deleite lúdico dos presentes, enquanto no auditório preto, o psicoexplorador Wilson Farina, do instituto Heatwave de calefação temperada, recebe a pesquisadora Letícia Carvalho para uma volta no subconsciente coletivo a partir de referências estabelecidas emocionalmente com registros fonográficos do passado. A adesão voluntária à sessão de descarrego psíquico requer o envio dos nomes dos envolvidos para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h do sábado corrente.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 12 de agosto de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Leticia Carvalho e Wilson Farina (Heatwave)
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25.

Pé de Calçada!

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Três forças do alto astral reúnem-se neste domingo para celebrar o São João tardiamente e espantar o frio do inverno: Jesuino Brilhante, Trabalho Sujo e Bloco do Apego apresentam o Pé de Calçada – um arrasta-pé ao ar livre com muita música, comida, bebida e calor humano, pra sair de casa e festejar de graça. E ainda tem apresentação da dupla de forró Caramurú e Julião.

Pé de Calçada & Forrobodó e comidiinhas
Domingo, 23 de julho de 2017
Das 14h às 19h.
Rua Arruda Alvim, 180. 11 26493612
No som: Noites Trabalho Sujo + Bloco do Apego + Caramurú e Julião
Comidas e bebidas, de R$ 5 a R$ 15
Na rua, de graça
Apoio Amstel
Design Juj Azevedo

Noites Trabalho Sujo em Sorocaba!

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As Noites Trabalho Sujo encerram o dia de hoje do festival Circadélica, em Sorocaba, que ainda tem FingerFingerr, Herod, Her, The Shorts e Boss in Drama. Começamos a tocar às 23h e depois retomamos à uma da madrugada até o final… E quem divide os CDJs conosco é a DJ local Gi Rossi, vai ser demais! Mais informações aqui.

Rumo a Presidente Prudente

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Fui convidado para palestrar sobre cultura independente brasileiro dentro da programação do Thermas do Rock deste ano, festival que o Sesc de Presidente Prudente organiza há dez anos. Falo a partir das 19h e às 20h30 tem show do Scalene do Odair José. Mais informações sobre o evento aqui.

Centro do Rock 2017: Thiago Pethit

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A programação do Centro do Rock segue hoje com um show gratuito em homenagem a um clássico: Horses, de Patti Smith, é recriado ao lado de uma banda composta apenas por mulheres num show emocionante, que começa pontualmente às 21h (mais informações aqui). Antes disso, às 19h, faço a mediação do debate, também gratuito, sobre rock e literatura, em que os escritores Fabrício Corsaletti, Daniel Benevides e Fernada D’umbra falam sobre a relação entre as duas vertentes artísticas e como elas se cruzam em autores como Bob Dylan, Leonard Cohen e a própria Patti Smith.

Noites Trabalho Sujo | 8.7.2017

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Mais uma vez as baixas temperaturas assolam a maior cidade do ocidente no hemisfério sul e nosso experimento psíquico-intrínseco tem suas ondas orgônicas desviadas também para o aquecimento térmico dos voluntários, que ainda poderão desfrutar do mítico quentão produzido por nosso discreto xamã Julião Barata, que perfuma a noite com o aroma característico do inverno brasileiro. E para nosso ritual místico-científico trabalhar em alta voltagem, convocamos mais uma vez a presença dos pesquisadores do laboratório da terapia do grito primal Scream & Yell para conduzir as atividades no auditório preto. Lá, o pós-doutorado em práticas coletivas Marcelo Costa arregimenta experimentos conduzidos pelas duplas Bruno Dias e Tiago Agostini, Bruno Capelas e Ana Clara Matta e Renato Moikano e Natália Julio, além do trabalho de Tiago Trigo e de sua própria apresentação. O volume de energias concentradas também encontra outro polo no auditório azul, onde o centro de pesquisas Noites Trabalho Sujo mais uma vez apresenta-se com a formação completa e os trio sócio-cientista formado por Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral dispara espasmos cerebrais de boas vibrações a partir da reproduções de fonogramas sonoros de diferentes procedências. A transformação acontece, como sempre, quinze minutos antes da virada do sábado para o domingo e prossegue até o próximo raiar do sol, na torre de concreto em frente ao Largo do Payssandu. A presença exige que envie-se o nome para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h do dia do experimento, caso contrário não é possível entrar no recinto.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 8 de julho de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Bruno Dias, Tiago Agostini, Ana Clara Matta, Bruno Capelas, Natalia Julio, Renato Moikano, Tiago Trigo e Marcelo Costa (Scream & Yell).
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. Chegue cedo para evitar filas.

25 discos brasileiros para o primeiro semestre de 2017

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Estes são os 25 brasileiros escolhidos na categoria melhor disco do primeiro semestre deste ano pelo júri da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte.

Aláfia – SP Não é Sopa
Boogarins – Lá Vem a Morte
Corte – Corte
Criolo – Espiral de Ilusão
Curumin – Boca
Do Amor – Fodido Demais
Domenico Lancellotti – Serra dos Órgãos
Don L – Roteiro Pra Aïnouz vol.3
A Espetacular Charanga do França – Chão Molhado da Roça
Felipe S. – Cabeça de Felipe
Giovani Cidreira – Japanese Food
Hamilton de Holanda – Casa de Bituca
João Donato + Donatinho – Sintetizamor
Juliana R – Tarefas Intermináveis
Kiko Dinucci – Cortes Curtos
Lucas Santtana – Modo Avião
Luiza Lian – Oya Tempo
Matéria Prima – 2Atos
Mopho – Brejo
My Magical Glowing Lens – Cosmos
Rincon Sapíencia – Galanga Livre
Rodrigo Campos – Sambas do Absurdo
Trupe Chá de Boldo – Verso
Vermes do Limbo + Bernardo Pacheco – Berne Fatal
Zé Bigode – Fluxo

Muita coisa boa sendo lançada este ano – e vem mais coisa boa neste semestre. O júri é composto por mim, José Norberto Flesch e Marcelo Costa e no segundo semestre escolheremos mais outros 25 discos. O Pedro antecipou a lista e publicou os links para ouvir os 25 discos em seu blog no Estadão.

Sobre selos, festivais e cenas

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Fui convidado para fazer a mediação de um debate neste sábado dentro da Feira de Selos e Publicações, que a Balaclava Records organiza no Sesc Bom Retiro. O evento, gratuito, começa às 14h e reúne bancas de selos como EAEO, Rosa Flamingo, Sinewave, Assustado, PWR, Desmonta, Dissenso, Laboratório Fantasma, Risco, Midsummer Madness, entre outros, além de shows da Luiza Lian e da banda curitibana Marrakesh ʘ. Participo da segunda mesa do dia, que começa às 17h20 e fala sobre festivais e cenas musicais no Brasil, com a participação da Anna Penteado (do festival Vento), da Karen Cunha (que faz o Mês da Cultura Independente) e o Ricardo Rodrigues (do festival Contato). Tem mais informações sobre o evento, além da programação completa, lá na página do evento do Facebook.

Ao vivo no Cult 22

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Participei ao vivo, nesta sexta, da edição da semana do programa Cult 22, que eu nunca mais tinha ouvido desde que saí de Brasília. Marcos Pinheiros e Carlos Marcelo criaram o programa em 1991 e por dois anos foi um das fontes que eu tinha de música nova naqueles tempos pré-históricos antes da chegada da internet para os meros mortais. Por isso, tenho a maior satisfação de voltar ao programa agora como entrevistado – e sabendo que ele segue sendo transmitido pela rádio Cultura de Brasília, agora apenas com o Marcos no comando, mesmo depois de turbulências nestas duas primeiras décadas. Segue abaixo o live que eles fizeram direto do programa, que tem a participação de vários artistas que vieram ao PicNik, quando bato um papo ao lado do Lucio Ribeiro – também convidado do programa e do festival – sobre cena independente, o legado de Kid Vinil e rock e mainstream.