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Antes do Climão

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Nesta sexta, Letrux comemora o primeiro aniversário de seu disco de estreia no Cine Joia com a participação de Luedji Luna e eu discoteco antes do show. Vamos lá? Mais informações aqui.

Música contra a segregação

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Faço a mediação de uma mesa no seminário For All: Juventude e Conexões Musicais, que acontece nesta terça, no Auditório do Masp, a partir das 9h da manhã e conta com as participações de Carlinhos Antunes, Cris Lopes, Helena Isaksson Baeck e Julio Maluf. O seminário é organizado pelo Projeto Guri e há mais informações sobre o mesmo no site do projeto.

Dia 26/6, das 9h às 10h30
Música contra a segregação
A segregação é o componente principal em muitas das ficções distópicas do século 21, provavelmente por ser uma das mais terríveis representações da injustiça. Como a música pode ser usada para quebrar os limites do preconceito e levar as pessoas a entender aqueles de quem têm medo?

Palestrantes:
Carlinhos Antunes, cantor, compositor, arranjador e instrumentista. Possui 24 trabalhos publicados entre CDs, DVDs e documentários, frutos de suas andanças por 45 países reunindo músicos e instrumentos diversos. Atualmente, é diretor da Orquestra Mundana Refugi, que reúne 21 músicos de diversas partes do mundo – a maioria refugiados e imigrantes – e gravou um documentário que será lançado ainda em 2018. Sua atuação na Orquestra recebeu a chancela da Alto Comissariado da ONU para refugiados.

Cris Lopes, fundadora do Cidadãos Cantantes, coro com pessoas em situação de sofrimento mental que existe há mais de 20 anos e se apresenta regularmente na cidade de São Paulo. O coro ganhou o Prêmio Loucos pela Diversidade, do MINC. Psicóloga sanitarista, com formação em Psicanálise Infantil, é pesquisadora do Instituto de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo em projetos de Inovação Social. É também docente e consultora para políticas públicas de potencialização em proposições de interface entre saúde, cultura, educação, arte e direitos humanos.

Helena Isaksson Baeck é uma das fundadoras do Songlines Sweden (vinculado à Jeunesses Musicales), projeto que oferece aos jovens refugiados na Suécia acesso a atividades musicais. Em 2015, quando a Suécia recebeu 35 mil crianças desacompanhadas de 81 países, a cineasta e jornalista especializada em direitos humanos largou a câmera para trabalhar com crianças e jovens. A organização sueca trabalha com coros, orquestras, bandas, escolas de música e festivais em todo o país, estimulando os jovens a se expressar através da música.

Julio Maluf é bacharel e Mestre em Música pela UNESP – Universidade Estadual Paulista. Atua como Regente do Coral Cênico Cidadãos Cantantes desde 1996 e é professor de música na Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo (EMIA) e na ETEC de Artes de SP.

Alexandre Matias (mediação) cobre a área de cultura há 20 anos e colaborou com os principais veículos de comunicação no Brasil. Sua produção está centralizada no site Trabalho Sujo e atua como tradutor, DJ, produtor de festas e palestrante. É curador musical do Centro Cultural São Paulo e do Espaço Cultural Centro da Terra. Faz parte do conselho consultivo da Semana Internacional da Música de São Paulo, do júri de música popular da Associação Paulista de Críticos de Arte e presta consultoria para o Prêmio Multishow de Música Brasileira.

Noites Trabalho Sujo | 16.6.2018

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Vamos adentrar junho em mais um sábado daqueles, dispostos a espantar o frio com boas vibrações e frequências sonoras que vão direto ao aos quadris. O fundador das Noites Trabalho Sujo recebe duas novatas no auditório azul da festa, ambas frequentadoras assíduas de nosso encontro mensal no Centro de São Paulo: Marina Monaco com toda sua elegância e requinte e Stephanie @pavaomysteryoso Antunes derretendo cérebros e corações, enquanto no auditório preto, o mestre Wilson Farina recebe o casal Aloizio Nascimento e Natalia Silva (do saudoso inferninho Razzmatazz) e o compadre Martim Batista, todos conspirando para a noite junina ser mais um daqueles encontros célebres. Lembrando que só entra na Trackers quem mandar o nome para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 18h do dia do evento. Nos vemos lá?

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 16 de junho de 2018
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias (Noites Trabalho Sujo), Marina Monaco, Stephanie Antunes, Aloizio Nascimento, Natalia Slva, Wilson Farna e Martim Batista.
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25.

Cabeça Aberta: Velvet, Kubrick, Mutantes e Alan Moore

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A partir do mês de junho, começo a ministrar a série de cursos Cabeça Aberta, que idealizei para falar sobre obras revolucionárias na Unibes Cultural, em São Paulo. O subtítulo do curso – Discos, filmes e livros que criaram o mundo de hoje – explicita melhor o viés utilizado para escolher as obras a serem analisadas, que nesta primeira edição resumem-se em quatro: o disco de estreia do grupo Velvet Underground, The Velvet Underground & Nico, o famoso disco da banana, é o tema da primeira aula, dia 2; seguido do clássico de Stanley Kubrick, 2001 – Uma Odisseia no Espaço, tema da segunda aula, dia 9; depois temos o terceiro disco dos Mutantes, A Divina Comedia ou Ando Meio Desligado, no dia 23; e encerramos no dia 30, com a obra-prima de Alan Moore, a série em quadrinhos Watchmen. São aulas que evidenciam o potencial revolucionário destas quatro obras e dissecam suas origens, influências e impacto cultural para mostrar que a cultura tem o poder transformador de capturar ansiedades e expectativas de diferentes épocas e transformá-las radicalmente com um disco, um filme ou uma história em quadrinhos. Os cursos acontecem sempre aos sábados, na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500, ao lado da estação Sumaré do Metrô, telefone: 11 3065- 4333), das 14h às 17h, e podem ser feitos separadamente, embora quem fizer os quatro contará com um desconto (mais informações aqui).

Noites Trabalho Sujo na Trackers | 5.5.2018

O ano segue conturbado, tenso e belicoso, por isso reforçamos nossa missão de espalhar boas vibrações através de ondas sonoras que conectam afetividades reprimidas que se soltam na pista de dança. Em mais um experimento mensal na torre de concreto que observa imóvel as mutações de uma São Paulo sempre em convulsão urbana, o centro de pesquisa Noites Trabalho Sujo, representado por seu fundador, o neurossociólogo Alexandre Matias, e pelo cientista-sênior em agitações sonoras, Luiz Pattoli, convida o guru do carisma analítico Pablo Miyazawa para juntar-se em sua palestra conjunta a respeito da memória afetiva musical dos últimos tempos, ministrada no auditório azul. Do outro lado do andar, as exploradoras sônicas Girls Bite Back (Ana Prado e Nath Capistrano) navegam águas de alto astral movidas por frequências de áudio, seguidas pela apresentação contagiante do representante central do instituto Heatwave, o antropólogo Wilson Farina, que condicionam o auditório preto para encapsular corações em harmonia psíquica. O experimento é voluntário e só participa dele quem enviar o próprio nome para o endereço eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 19h do próprio dia da apresentação. E devido à tragédia que abateu-se próxima à região do Largo do Paiçandu, estamos recolhendo itens de vestuário e de higiene pessoal para as vítimas do desabamento recente, oferecendo um desconto no valor da entrada aos que se dispuserem a colaborar.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 5 de maio de 2018
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias e Luiz Pattoli (Noites Trabalho Sujo), Wilson Farina (Heatwave), Ana Prado e Nath Capistrano (Girls Bite Back) e Pablo Miyazawa
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25.

Estamos recolhendo roupas (adulto e infantil), fraldas, itens de higiene pessoal e cobertores para doar para as vítimas do prédio que desabou nas proximidades do Largo do Paiçandu. Quem trouxer este tipo de doação tem desconto de R$ 20 na entrada da festa.

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U. | 4.5.2018

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Vamos a mais uma sexta-feira no Clube V.U., em que eu passeio por diferentes épocas e gêneros musicais, desenterrando hits e canções desconhecidas de toda a sorte, para convidar a pista para uma viagem alto astral comandada pelas pernas e quadris. Soul, indie, dance music, rock clássico, pop, disco, música brasileira, rap e outros quetais convivem harmonicamente num requebro infinito, nesta noite que também celebro o aniversário da minha esposa Kátia Mello. Chega mais que a entrada é gratuita.

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U.
Toda sexta-feira, a partir das 22h
No som: Alexandre Matias
Rua Lavradio, 559, Barra Funda
Entrada gratuita
Tel. 3661-2095

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U. | 27.4.2018

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Última sexta de abril e a noite pede uma acabação feliz ao lado dos amigos – dia de mais uma edição das Noites Trabalho Sujo no Clube V.U., quando eu coordeno aquela saudável mistura de rap, rock clássico, R&B, música brasileira, dance music, indie rock e música pop para fazer todo mundo dançar sem parar. O convidado de hoje é o grande Lucas Breda, que estreia nas Noites Trabalho Sujo trazendo máximas deste século para não deixar ninguém fora da pista. Vamos lá? Até a meia-noite ninguém paga para entrar!

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U.
Toda sexta-feira, a partir das 22h
No som: Alexandre Matias e Lucas Breda
Rua Lavradio, 559, Barra Funda
R$ 10 ou R$ 50 de consumação
Entrada gratuita até à meia-noite
Tel. 3661-2095

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U. | 20.4.2018

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Sextas-feiras são dias de espairecer, desestressar, se divertir e não se preocupar – e juntar todos essas sensações numa pista de dança sempre quente. Essa é a regra da minha festa de sexta no Clube V.U., aproveitando da atmosfera suave e intimista da casa para convidar a todos para uma celebração de música boa para dançar, que passa do rock clássico à dance music, do indie à música pop, com hits de todas as épocas. Nessa sexta, conto com o auxílio luxuoso de Gabriela Amorim, habitué da festa que conhece o riscado dessa pista e fará todo mundo flutuar por ela.

Noites Trabalho Sujo no Clube V.U.
Toda sexta-feira, a partir das 22h
No som: Alexandre Matias e Gabriela Amorim
Rua Lavradio, 559, Barra Funda
R$ 10 ou R$ 50 de consumação
Entrada gratuita até à meia-noite
Tel. 3661-2095