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Cine Doppelgänger: Aquele maio

No Intenso Agora (2017) e Tudo Vai Bem (1972)

No Intenso Agora (2017) e Tudo Vai Bem (1972)

E na penúltima sessão da segunda temporada do Cine Doppelgänger, eu e a Joyce Pais, do site Cinemascope, falamos sobre dois filmes associados ao mítico maio de 1968: Tudo Vai Bem (1972), dirigido pela dupla de cineastas e ativistas franceses Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin recapitula os feitos do mês em Paris de um ponto de vista quase didático, enquanto o documentário brasileiro No Intenso Agora (2017), de João Moreira Salles, revê o mesmo período de um ponto de vista estritamente pessoal. A sessão Aquele Maio acontece neste sábado, a partir das 14h, de graça, na Casa Guilherme de Almeida (mais informações aqui) – e as inscrições podem ser feitas aqui.

Todo o Disco: Maurício Pereira e seu Outono no Sudeste

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Nesta quarta-feira, dia 8 de maio, às 20h, converso com Maurício Pereira sobre o ótimo disco que ele lançou ano passado, Outono no Sudeste, no segundo encontro da nova safra da série Todo o Disco, que agora acontecem no Lab Mundo Pensante, ali no Bixiga. Em duas horas, vamos dissecar o conjunto de canções – na primeira conversamos sobre a concepção, a composição, a produção e o lançamento para na segunda hora ouvirmos o disco com comentários faixa a faixa do próprio Maurício. As inscrições podem ser feitas por aqui e você pode confirmar sua presença aqui.

O preço da internet

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O inquieto Bruno Natal me chamou pra um episódio de seu novo podcast Resumido, em que ele puxa papo sobre um assunto interessante: os custos da vida digital. Outro Bruno, o grande Torturra, também participou do episódio – ouve aí!

Todo o Disco: Anelis Assumpção fala sobre Taurina

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Nesta quarta-feira, dia 17, às 20h, converso com Anelis Assumpção sobre o ótimo disco que ela lançou ano passado, Taurina, na retomada dos encontros Todo o Disco, que agora acontecem no Lab Mundo Pensante, ali no Bixiga. Em duas horas, mergulhamos no álbum – na primeira conversamos sobre a concepção, a composição, a produção e o lançamento para na segunda hora ouvirmos o disco com comentários faixa a faixa da própria Anelis. As inscrições podem ser feitas por aqui e você pode confirmar sua presença aqui.

Todo o Disco 2019

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Criada em 2015 como parte das comemorações dos 20 anos do Trabalho Sujo, a série de encontros Todo o Disco (que já teve edições com Siba, Emicida, Cidadão Instigado, Karina Buhr, Tulipa Ruiz, Instituto, Rodrigo Ogi, entre outros) renasce no Mundo Pensante Lab trazendo entrevistas ao vivo com autores de alguns dos grandes discos de 2018. A partir do dia 3 de abril, sempre às quartas-feiras, disseco trabalhos que refletem a excelente produção musical brasileira contemporânea com a presença de seus autores, convidando Anelis Assumpção, Edgar, Maurício Pereira, Luiza Lian, Ana Cañas e Maria Beraldo para falar sobre os discos que lançaram no ano passado.

A enorme quantidade de bons discos lançados no Brasil recentemente contrasta com a mínima discussão sobre estes lançamentos, uma vez que a crítica e o jornalismo musical perderam seu poder de atuação ao serem pulverizados na vastidão de informações da avalanche digital que nos soterra. O curso Todo o Disco foi pensado como uma alternativa presencial para a falta de conexão entre produção criativa e análise crítica, fazendo o artista refletir sobre o disco de uma forma pouco exigida pelo jornalismo brasileiro atual.

São duas horas em que entrevisto o autor da obra: na primeira parte da noite, a conversa fala sobre o processo de criação, composição, produção e gravação, bem como estratégias de lançamento, cuidado visual e conceito do álbum; na segunda parte, ouvimos o disco com os comentários do autor sobre cada faixa. As inscrições para os dois primeiros encontros, com Anelis Assumpção e Luiza Lian, no mês de abril já estão abertas (mais informações no site do Mundo Pensante).

todoodisco2019

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17 de abril
Anelis Assumpção – Taurina
Em seu terceiro disco, Anelis Assumpção serve um banquete musical azeitado e ao ponto, acertando o ponto da mistura entre o reggae, o samba, a poesia e a música brasileira, num álbum cheio de nuances e sabores específicos e de graves tão presentes quanto sua personalidade.

8 de maio
Maurício Pereira – Outono no Sudeste
Em mais uma ode à urbe, o paulistano Maurício Pereira atiça a beleza corriqueira do cotidiano entre versos longos e frases curtas, buscando uma beleza invisível aos olhos do transeunte que permeia todas as nuances da vida em São Paulo.

22 de maio
Ana Cañas – Todxs
Uma obra minimalista e expansiva, o disco Todxs da paulistana Ana Cañas mistura a canção à fala e a batidas sintéticas, em busca de uma nova sonoridade e de um novo sentido político no Brasil deste fim de década.

5 de junho
Maria Beraldo – Cavala
A cantora, música e compositora Maria Beraldo encontrou um rumo em seu primeiro trabalho solo que conversa com a música de vanguarda, o rock e a música brasileira ao mesmo tempo em que questiona o papel do gênero neste início de século 21.

19 de junho
Luiza Lian – Azul Moderno
Dona de um dos discos mais instigantes do ano passado, a cantora paulista Luiza Lian conseguiu suceder o projeto-objeto Oyá: Tempo com um disco triste e confessional, que flerta com a musica de terreiro, o jazz, o hip hop e a música eletrônica e passar por um processo de desconstrução em sua pós-produção.

17 de abril
Edgar – Ultrassom
O canto falado de Edgar vai muito além do rap e desenha distopias desagradáveis ao ouvido incauto, misturando o apocalipse digital à burocracia do dia a dia e a morte do meio ambiente em uma sonoridade claustrofóbica e tensa. Com o álbum Ultrassom, ele saiu de Guarulhos para conquistar o resto do Brasil com sua estética desesperadora e existencialista.

Discotecando na Peixaria

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As Noites Trabalho Sujo estão fora do ar, mas sigo discotecando por aí – e nesta quinta-feira sou o primeiro convidado na estreia da festa Out of Tuna, que acontece na Peixaria Mitsugi, na Liberdade, nesta quinta-feira (mais informações aqui). A festa é puxada pelo querido Wilson Farina, que toca a noite junto com a Gabriela Bahia e o Rafael Charnet, a partir das oito da noite até às duas da manhã. No cardápio, misturo novidades da nova música brasileira com clássicos da dance music e pitadas de R&B, indie rock e umas velharias. Vamos lá?

Dando um tempo nas Noites Trabalho Sujo

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Vamos dar um tempo com as Noites Trabalho Sujo na Trackers – a festa mensal entra em estado de suspensão por tempo indeterminado a partir deste mês de março, mas eu, Danilo e Luiz continuamos discotecando, juntos ou separados, sempre que nos chamarem – eu mesmo sou o primeiro convidado da festa Out of Tuna, que o Wilson Farina está inaugurando na Peixaria Mitsugi (mais informações aqui), nesta quinta-feira. Mas uma hora as Noites Trabalho Sujo voltam! É só um recesso.

Cine Doppelgänger: O Comum Bizarro

Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965) e Pink Flamingos (1972)

Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965) e Pink Flamingos (1972)

Na segunda sessão de 2019 do Cine Doppelgänger, eu e a Joyce Pais, do site Cinemascope, discutiremos duas joias do cinema de baixo orçamento norte-americano, concebidas por dois autores, Russ Meyer e John Waters, cujos nomes são associados à compensação da falta de investimentos em ultraje encarnado em personalidades extravagantes. Exibiremos trechos de suas obras mais icônicas, Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965), e Pink Flamingos (1972), em que é possível ver o apreço dos dois diretores pelo ordinário e pela vida simplória a partir de personagens e atitudes imorais em diversos níveis. A sessão O Comum Bizarro acontece neste sábado, a partir das 14h, de graça, na Casa Guilherme de Almeida (mais informações aqui) – e as inscrições podem ser feitas aqui.

Noites Trabalho Sujo | 16.2.2019

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Vamos a mais uma experiência de fricção de átomos a partir da vibração de ondas sonoras cuidadosamente selecionadas para provocar alterações musicoterapêuticas quando reunimos todo o elenco do instituto Noites Trabalho Sujo para aquecer este estranho primeiro solstício, que vem distorcendo emoções e pensamentos para que aceitemos esta realidade bizarra que pairou sobre o país. E as energias positivas e boas vibrações emanadas na pista azul espalham-se também pela pista preta, quando o capo do centro harmônico Heatwave, o doutor Wilson Farina, recebe a convidada Mari Mancia, da ação Girls Gone Vinyl, para exercitar ainda mais as bons sentimentos a partir de ondas sonoras. Não custa lembrar que só participa do encontro quem enviar o nome para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 19h deste sábado.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sábado, 16 de fevereiro de 2019
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Mari Mancia (Girls Gone Vinyl) e Wilson Farina (Heatwave),
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 30, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor), bem como os 20 primeiros a chegar na festa.

Cine Doppelgänger: Bloqueio criativo

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Eis a íntegra do papo que tive com a Joyce na penúltima sessão da primeira temporada do Cine Doppelgänger, quando discutimos Autoria em Xeque a partir dos filmes 8 e 1/2 do Fellini e Adaptação do Spike Jonze.

Lembrando que já estamos em plena segunda temporada da sessão de cinema na Casa Guilherme de Almeida e com um novo formato (sem a exibição dos filmes na íntegra e com mais debates): a próxima acontece no dia 23 de fevereiro e o tema é O Comum Bizarro, reunindo os filmes Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965), de Russ Meyer, e Pink Flamingos (1972), de John Waters. As inscrições podem ser feitas no site da Casa Guilherme e há mais informações aqui.