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20 anos de YB

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Um dos principais hubs paulistanos da nova música brasileira prepara uma série de eventos para celebrar duas décadas. Criada como estúdio e gravadora em 1999, a YBmusic comemora vinte anos de atividade em uma série de shows em que desfila sua história e seu elenco. Fiz a direção artística desta programação, que atravessará o mês de outubro em pelo menos cinco palcos da cidade, ao lado do fundador e capitão da gravadora, o músico, compositor e produtor Maurício Tagliari. Juntos pensamos em um série de encontros no Centro da Terra nas quartas-feiras do mês (uma série chamada Sotaques YB, que reúne nomes como Negro Leo, Iara Rennó, Nina Becker, Héloa, Saulo Duarte, Rogerman, Siba e Tika), em dois shows no Estúdio Bixiga (um com o próprio Maurício ao lado de Kiko Dinucci e Thomas Harres, outro com o rapper Zudizilla), um no Mundo Pensante (com a banda Samuca e a Selva recebendo Thalma de Freitas), um no Bona (com shows infantis dos artistas Fera Neném, Iara Rennó e Luz Marina) e um grande show reunindo vinte nomes que fizeram parte da história da gravadora, incluindo Luedji Luna, Nereu, Rodrigo Campos, Romulo Fróes, Guizado, Juliana Perdigão, Luca Raele, Marco Mattoli, entre outros). A Adriana de Barros detalha mais a programação em sua coluna no UOL. Vai ser foda!

Conversando sobre música com Thiago França

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O compadre Thiago França agora tem um podcast chamado Sabe Som? e me convidou para participar do segundo episódio. O tema – “polêmico” – é o conceito de música boa, deixa que aproveitamos para falar sobre diferentes nuances sobre a concepção musical, com as participações gravadas dos manos Lucas Prata, o Caju, e GG Albuquerque.

O papo rendeu bem – e continuará no próximo episódio, daqui a 15 dias.

Falando sobre cultura independente

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Participei esta semana do podcast São Paulo: Capital da Cultura, feito pela Secretaria de Cultura, com apresentação do Leo Madeira. Os outros convidados da edição foram o Thiago Pethit e a Claudia Assef e conversamos sobre música independente.

Os 25 melhores discos brasileiros do início de 2019

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Eis os 25 melhores discos brasileiros do primeiro semestre de 2019 de acordo com o júri de música popular da Associação Paulista de Críticos de Arte, do qual faço parte.

Alessandra Leão – Macumbas e Catimbós
Ave Sangria – Vendavais
BaianaSystem – O futuro não demora
Black Alien – Abaixo de Zero: Hello Hell
Boogarins – Sombrou dúvida
China – Manual de Sobrevivência Para Dias Mortos
Clima – La Commedia é Finita
Djonga – Ladrão
Dona Onete – Rebujo
Douglas Germano – Escumalha
Fafá de Belém – Humana
Hamilton de Holanda – Harmonize
Jair Naves – Rente
Jards Macalé – Besta Fera
Jorge Mautner – Não Há Abismo Em Que o Brasil Caiba
Larissa Luz – Trovão
Nômade Orquestra – Vox Populi
O Terno – Atrás / Além
Odair José – Hibernar na Casa das Moças Ouvindo Rádio
Pitty – Matriz
Rakta – Falha Comum
Tássia Reis – Próspera
Thiago Pethit – Mal dos Trópicos
Tiago Iorc – Reconstrução
Yma – Par de Olhos

Além de mim, votaram Marcelo Costa (Scream & Yell), José Norberto Flesch (Destak) e Lucas Brêda (Folha de São Paulo).

Falando enquanto bebo

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Bati um papo com a Paloma Klisys do canal Vai de Cevada – o assunto era as coisas que faço (e fomos da curadoria de música ao Vida Fodona passando pelo livro que escrevi sobre o PC Siqueira), mas no meio do caminho conversamos sobre o que desse na telha. E bebendo cerveja, o que é mais estranho (quem me conhece, sabe).

Cine Doppelgänger: Deserto Interior

O Céu de Suely (2006) e Homem Morto (1995)

O Céu de Suely (2006) e Homem Morto (1995)

Encerrando a segunda temporada do Cine Doppelgänger, eu e a Joyce Pais, do site Cinemascope, falamos sobre dois filmes que atravessam desertos existenciais: O Céu de Suely (2006), do diretor cearense Karim Aïnouz, e Homem Morto (1995), dirigido pelo norte-americano Jim Jarmusch, duas viagens por paisagens áridas que traduzem sentimentos fortes e íntimos de protagonistas em crise. A sessão Deserto Interior acontece neste sábado, a partir das 14h, de graça, na Casa Guilherme de Almeida (mais informações aqui) – e as inscrições podem ser feitas aqui.

Sim São Paulo: músicas nas capitais brasileiras

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Participo nesta segunda-feira de um debate que discute a pesquisa feita pela Sim São Paulo, através de seu braço de pesquisas, Data Sim, em parceria com o instituto JLeiva, sobre música nas capitais brasileiras no Itaú Cultural, às 14h. Estarei lá ao lado da Roberta Maritinelli (TV Cultura), Edson Natale (Itaú Cultural), Ricardo Meirelles e Samuely Laurentino (ambos da JLeiva) – mais informações aqui.

Todo o Disco: Ana Cañas fala sobre Todxs

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Nesta quarta-feira, dia 5 de junho, às 20h, converso com Ana Cañas sobre seu trabalho mais recente, Todxs, um dedo na ferida do patriarcado em forma de disco. É o terceiro encontro série Todo o Disco este ano, que acontece agora no Lab Mundo Pensante, ali no Bixiga. Em duas horas, ajudo-a a dissecar seu álbum – na primeira conversamos sobre a concepção, a composição, a produção e o lançamento para na segunda hora ouvirmos o disco com comentários faixa a faixa da própria Ana. As inscrições podem ser feitas por aqui e você pode confirmar sua presença aqui.