A primeira live que Caetano Veloso fez serviu de inspiração para que eu e Dodô Azevedo falássemos sobre a luz que o velho baiano joga sobre nossa cultura e a importância desta transmissão ao vivo a partir de diferentes contextos – desde a estante à família, da direção à duração, do repertório à Paula Lavigne -, em mais uma DM gigantesca. Isso sem contar o Superbug!
Quem lembra do Eduardo Fernandes entrega a idade: um dos primeiros habitantes deste planeta online que vivemos hoje, Eduf sempre misturou contracultura, tecnologia e cultura pop para questionar os passos que damos neste novo ambiente eletrônico, seja reunindo cabeças no saudoso Fraude.org ou dando dicas nerd em seu blog Macgiver. Mas há mais de dez anos, ele saiu de São Paulo e se embrenhou num templo budista no interior do Rio Grande do Sul e o papo oscila entre as transformações comportamentais deste novo século, desbravar o mundo interior e a nova rotina mundial durante a pandemia.
O Bom Saber é meu programa semanal de entrevistas que chega primeiro para quem colabora com meu trabalho, como uma das recompensas do Clube Trabalho Sujo (quer saber como colaborar? Manda um alô no trabalhosujoporemail@gmail.com). Além do Eduf, já conversei com Bruno Torturra, Negro Leo, Janara Lopes, João Paulo Cuenca, Pena Schidmt, Roberta Martinelli, Dodô Azevedo, Larissa Conforto, Ian Black, Fernando Catatau, Mancha, André Czarnobai e Alessandra Leão – todas as entrevistas podem ser assistidas aqui ou no meu canal no YouTube, assina lá.
Mais uma reunião de condomínio dOEsquema e partimos do assunto capitalismo para falarmos sobre bilionários, segurança pública, a culpa da imprensa brasileira, empreendedorismo e chanchadas, a vinda do crentistão, crise climática, planos de dominação mundial vilanescos, a compra do próprio imóvel, a cultura dos memes e a subversão da desobediência civil. Mas calma que o papo flui bem.
Nativos do cerrado, eu e Polly Sjobon conhecemos São Paulo primeiro por livros, filmes, discos, programas de TV e outros ícones culturais antes de morarmos na megalópole e nos dedicamos nesta edição do Polimatias a falar sobre como um produto cultural pode influenciar na ideia que se tem sobre um lugar. São impressões da cidade a partir de grandes ícones paulistanos: da democracia corintiana à semana de 22, passando pelo rap e pelo rock, por Fausto Silva, o Castelo Rá-Tim-Bum, Luiz Gê, Marcelo Rubens Paiva e muito mais.
Em uma entrevista a convite do programa Radar Sonoro, do Sesc Pinheiros, pude conversar em vídeo com o vocalista do Mombojó, Felipe S., sobre como seu projeto mais recente, Deságua, foi impactado pela quarentena – e aproveitamos para falar como ele vem atravessando este período.
Os cinemas devem voltar à atividade em agosto – mas você tem coragem de entrar em uma sala de cinema em plena pandemia? Eu e André Graciotti falamos sobre como o momento em que vivemos está impactando a indústria do cinema e como isso pode mudar completamente nossos hábitos nos próximos anos em mais uma edição do Cine Ensaio.
Escolhemos a morte como o assunto da vez – e cogitamos o que pode acontecer quando uma geração de ídolos nascidos na década da Segunda Guerra Mundial. Isso é gancho para falarmos sobre deseducação, capitalismo estrutural, a nova velhice e o legado da cineasta belga.
A partir dos anos 1980, a ficção científica determinou que o futuro havia chegado. A partir deste período, as histórias do gênero passaram a abordar questões como compulsão tecnocientífica, cataclismo ecológico, realidade virtual, ultracapitalismo e rebeldia política, para vislumbrar um futuro distópico que parecia ser o estágio final da humanidade. Filmes como Blade Runner, Akira, 12 macacos, Matrix, Wall-E, A.I., Exterminador do futuro e Gattaca, entre outros, estabeleceram que o futuro seria necessariamente opressor e pessimista. As características comuns a essas produções, entre outras, serão analisadas no curso, a fim de mostrar como elas contribuíram para uma ideia cínica e pessimista de futuro. Este é mais um curso que eu e o André Graciotti ministramos, a partir do próximo dia 3, na Casa Guilherme de Almeida. Ele acontece online durante todas as segundas de agosto e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas no site da Casa Guilherme.
Que prazer ser amigo de um mestre – e poder aprender em papos deliciosos que podem durar horas. Qualquer conversa com o mister Pena Schmidt é uma viagem no tempo e no espaço e começamos falando do mercado da música em plena quarentena, falando de experiências interessantes em transmissões ao vivo e experiências bizarras como o show drive-in em que o buzinaço vira aplauso, mas daí depois deixei ele falar do livro novo do William Gibson, de outras dimensões, de ler ficção científica a luz de velas no sítio da Cantareira quando ele morava com os Mutantes e outras histórias deliciosas. Chega mais.
O Bom Saber é meu programa semanal de entrevistas que chega primeiro para quem colabora com meu trabalho, como uma das recompensas do Clube Trabalho Sujo (pergunte-me sobre como colaborar pelo email trabalhosujoporemail@gmail.com). Além do Pena, já conversei com Fernando Catatau, Mancha, André Czarnobai, Larissa Conforto, Ian Black, Bruno Torturra, Roberta Martinelli, Dodô Azevedo, Negro Leo, Janara Lopes, João Paulo Cuenca e Alessandra Leão – todas as entrevistas podem ser assistidas aqui ou no meu canal no YouTube, assina lá.
Quem aguenta ver um filme de quatro horas? Quem aguenta ver uma série com dez episódios de uma hora? Qual é o tempo ideal de um filme? Os filmes da Marvel são uma enorme série exibida no cinema? Mad Men é um filme de dezenas de horas? Eu e André Graciotti não nos apegamos a nenhum filme ou série específicos pra falar sobre tempo gasto – ou aproveitado – assistindo narrativas audiovisuais por horas e horas em mais uma edição do Cine Ensaio.