Trabalho Sujo - Home

Aparelho: Operação Baratavoa

A aparição dos irmãos Miranda virou a CPI do avesso e jogou o governo na fogueira de vez por todas e assim soltaram as baratas voadoras no Brasil 2021 – e eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin aproveitamos essa semana incendiária (que ainda teve a suspeição oficial do Moro, a exoneração de Ricardo Salles, a fuga de Daniel Silveira, entre outros desdobramentos) para tacar gasolina no incêndio. “This is fine”, dissemos um pro outro, assustados.

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Tudo Tanto #099: Munha da 7 (Satanique Samba Trio)

No meu programa de entrevistas sobre música brasileira, Tudo Tanto, bato um papo com o mitológico Munha da 7, fundador de um dos grupos mais ímpares deste século, o Satanique Samba Trio, Conversamos sobre seu processo criativo, que passa a desconstruir e “consertar” clichês da música, e como Brasília influencia a sonoridade de sua banda.

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DM: Eleições 2022

E a partir desta edição, eu e Dodô passamos a observar os protestos de 2021 como parte do processo eleitoral para o ano que vem. Sempre que houver um destes eventos, vamos comentar como isso se repercutiu para além das ruas – e quais os possíveis desdobramentos destes acontecimentos para o futuro próximo do país.

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Polimatias: Especial Paulo Mendes da Rocha

A passagem de um dos maiores nomes de nossa cultura, inspirou um Polimatias para falar de arquitetura. Eu e Polly Sjobon conversamos sobre a importância e a influência de Paulo Mendes da Rocha em nossas vidas e em nossas cidades e ela ainda lembra-se de quando o conheceu pessoalmente.

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Fechamento: Débora Lopes

Em mais uma edição do programa Fechamento, que criei em meu canal para discutir jornalismo, puxo um papo com a Débora Lopes, que começou cobrindo protestos na Vice e hoje está no Buzzfeed, para falar sobre reportagem – a necessidade de estar na rua para descobrir notícias que não chegam empacotadas.

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Altos Massa: Você se apega demais às coisas?

Apegar-se ao passado é meio natural do ser humano, mas e manter objetos e coisas que te lembram de épocas determinadas na sua vida é saudável? O quanto acumular vestígios de nossas vidas nos ajuda a entender quem somos nós, mas também tornam um fardo pesado para carregarmos – e será que esse fardo é a gente mesmo? Mais um Altos Massa nostálgico e existencialista em que eu e Pablo falamos sobre o acúmulo dessas coisas em nossas vidas.

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Esquadrinho: Rogério de Campos

Se o quadrinho brasileiro vive uma ótima fase, um dos responsáveis por isso é o grande Rogério de Campos, convidado da edição da vez do meu programa sobre HQ, o Esquadrinho. Autor das clássicas revistas Animal e General, fundador da Conrad Editora e atualmente à frente da Veneta, ele remonta sua trajetória enquanto comenta o momento crucial dos quadrinhos em meio à pandemia e à crise política atual.

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Aparelho: Creedence, Pink Floyd, U2 e Creedence

Mais uma reunião do Aparelho: Jornalismo-Fumaça em que eu, Tomate e Vlad resvalamos no assunto CPI da Covid para ampliar a discussão para além do Witzel deixando o microfone cair pra deixar os bolsonaristas falando sozinhos – e falamos sobre o senso de espetáculo no pop brasileiro pós-Rock in Rio, roleiros cult, o porta-voz do homocore, a subversão de Fausto Silva, Iron Maiden na janela do Vlad, cultura pop de segunda mão e como conhecer hits radiofônicos em festas de gangue.

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NTS: Sobre música regional

Mais um mês de junho sem festas juninas e eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli puxamos a nossa memória para falar das diferenças destes tipos de festa em nossas infâncias e juventudes, deixa apara transformamos nosso papo sobre música no NTS em fenômenos regionais musicais do país e como eles se tornaram – ou não – sucesso em todo o país. E o papo foi tão bom que deve ter uma segunda – ou terceira – edição…

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O Brasil é Isso: Acauam Oliveira

Em mais um programa sobre identidade cultural brasileira, chamei o professor Acauam Oliveira para falar sobre o que é o Brasil e como ele se desenvolve culturalmente a partir de sua própria definição, pré-descobrimento – ou achamento. Daí falamos sobre a presença indígena e negra, cruciais para entendermos o país até chegarmos ao século 21, quando estas manifestações se tornam tão presentes em nosso dia-a-dia, a começar pela centralidade dos Racionais MCs neste processo.

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