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Aparelho: Brasil ROLEIRO

Na semana mais surreal da CPI da Covid, eu, Vlad e Tomate entramos em mais um vórtex de assuntos aleatórios para cravar que o cerne deste governo Bolsonaro é o ROLEIRO, personagem que já havia sido invocado na semana passada com a aparição do Miranda USA e que apareceu encarnado em uma quinta-feira com tantas reviravoltas que a frase “chapéu de otário é marreta” parece uma definição zen dos acontecimentos. Comentamos também o silêncio de Wizard, além de detectar o momento em que o Iron virou Maiden e visitar – por algumas vezes – um trauma da infância de nosso aparelher paraense.

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DM: Depois da vacina

Depois que Dodô vacinou-se, ele me avisou que puxaria o papo sobre a sensação que teve após começar sua imunização num DM futuro assim que eu passasse pelo mesmo processo. Por isso, depois que vacinei, conversamos sobre esta sensação de recomeço de vida que atravessou nossas cabeças em diferentes momentos – e Dodô aproveita para contar porque não vai ao protesto de sábado.

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Tudo Tanto #100: BNegão

Na centésima edição da minha coluna sobre música brasileira, chamei meu velho broder BNegão para recapitular seus dias de pandemia, que apontaram para seu primeiro disco solo de fato – reforçando que seu trabalho ao lado dos Seletores de Frequência era tão coletivo quanto no Planet Hemp e no Funk Fuckers. Prestes a lançar um disco em que repassa sua carreira e produz toda parte musical ao lado de vários convidados – que ele antecipa nesta conversa -, ele também fala de sua pesquisa sobre música brasileira moderna (reunida em uma playlist no Spotify) e a quantas anda o próximo disco do Planet Hemp, que, segundo consta, já já sai.

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Vários Artistas: Paulo Abraão

Mais um programa para conversar sobre música, chamei o compadre Paulo Abrãao, que tem seus serviços prestados à psicodelia e ao improv brasileiro em projetos como a LSDiscos, os Jerssons e o Jobson Phelps (https://jobsonphelps.bandcamp.com/), para lembrarmos de shows que assistimos juntos e sua formação musical, desde a sua infância até o período da quarentena.

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Universidade Trabalho Sujo

Como foi seu primeiro semestre de 2021? Chegando ao fim da metade deste segundo ano pandêmico, cruzamos uma montanha-russa de emoções que ao mesmo tempo em que faz acender uma luz no horizonte com a vacinação contra essa doença maldita e a possibilidade de Bolsonaro não ser reeleito, nos mantém presos em casa, sem saber como essa época está nos transformando.

Por isso, te convido a discutir comigo como foram estes primeiros seis meses do ano no primeiro curso de mais um experimento desta pandemia, a Universidade Trabalho Sujo, que ministrará encontros comigo e meus convidados para falar sobre as transformações que estão acontecendo na cultura e em nossas vidas. O primeiro destes cursos é 2021 – Parte 1 – Discutindo ao vivo a primeira metade do segundo ano do resto de nossas vidas, seis encontros em que podemos conversar sobre como tem sido este início de ano.

O custo do curso é de 300 reais, mas se você colabora com o meu apoia.se/trabalhosujo ​tem 50% de desconto. Os encontros acontecerão entre os dias 5 e 16 de junho, sempre segundas, quartas e sextas, a partir das 19h e duram uma hora, pela plataforma Zoom. As aulas não serão publicadas posteriormente e as vagas são limitadas.

Abaixo, a programação do primeiro curso e o link para fazer as inscrições.

5 de julho
Orientalismo e decolonização, com Dodô Azevedo

O prumo do mundo está mudando para a Ásia e África isso acontece no mesmo momento em que o colonialismo ocidental está finalmente sendo demolido. Como isso mexe com nossas vidas? Será que somos mais apegados ao ocidentalismo do que imaginamos?

7 de julho
O streaming perfeito?, com André Graciotti

A quarentena acelerou o processo de popularização dos canais de streaming ao mesmo tempo em que diminuiu nosso vínculo com as salas de cinema. Mas, em meio à tantas propostas diferente, ainda estamos longe de ter um serviço de filmes e músicas que possa nos satisfazer. Como anda a produção e o mercado de cinema na pandemia?

9 de julho
Como o home-office pode mudar as cidades, com Polly Sjobon

Trabalhar em casa mexeu com a realidade de muitos, a ponto de abandonar carros ou mesmo a moradia nas metrópoles. Mas como esta nova relação com o trabalho pode mudar os nossos hábitos, os dias da semana e até as cidades?

12 de julho
A expectativa da vacina, com Pablo Miyazawa

Entramos em 2021 sem nenhuma perspectiva de vacinação à vista, o que mudou logo nos primeiros dias do ano com diversos cronogramas anunciados mas nenhum cumprido de fato. A esperança não apenas pela imunização quanto por um fim mais palpável para a pandemia só pareceu começar a fazer sentido há trinta dias atrás, quando os novos cronogramas foram anunciados e começaram, pelo menos até agora, a ser cumpridos e a atender as faixas etárias mais jovens ou sem comorbidades. Mas o que muda em nossas vidas após a vacinação?

14 de julho
A subversão como protesto, com Vladimir Cunha e Emerson Gasperin

“Cadê o Zé Gotinha?”. Até no discurso que marcou a volta de Lula à vida política, não faltou espaço para rir do governo federal. O deboche, a caricatura, a ironia e o escracho aos poucos dominaram o início do ano, em iniciativas como a campanha #bolsocaro, o raio X das manifestações pró-Bolsonaro e a teatrealização da CPI da Covid. Como a subversão pode ser a alternativa mais eficaz de desmontar o projeto de poder miliciano expondo suas tripas em público?

16 de julho
A multidão e a pandemia: qual é o futuro dos shows?, com Pena Schmidt

Nessa aula que funcionará como um episódio inédito do meu programa Bom Saber para os inscritos nesse curso, eu entrevistarei Pena Schmidt para discutir a volta aos shows. À medida em que a população vai sendo vacinada, encontros começarão a acontecer e isso inevitavelmente nos apresentará a um mundo de festas e shows depois da era Coronavírus. Mas que tipo de shows e precauções teremos no futuro? Como as multidões conviverão com artistas depois de centenas de milhares de mortos?

Para isso, basta fazer a inscrição neste link. As vagas são limitadas.

Artejornalismo: Isadora Almeida

Em mais uma edição do Artejornalismo, quando converso com novos nomes do jornalismo que cobre música no Brasil, converso com a querida Isadora Almeida, que depois de passar por duas gerações da MTV agora trabalha em dois podcasts distintos – o Popcast, ao lado de Lúcio Ribeiro (http://www.popload.com.br/tag/popcast/), e o Vamos Falar Sobre Música (http://vamosfalarsobremusica.com.br/). Aproveitei para voltar no tempo e repassar sua trajetória antes mesmo de vir para São Paulo.

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Polimatias + Altos Massa: Metafísica uma hora dessas?

Em mais um mashup de programas, chamei o Pablo Miyazawa e a Polly Sjobon para transformar o Altos Massa num Polimatias e vice-versa – e neste encontro épico, por sugestão da Polly, conversamos sobre a filosofia do nosso dia-a-dia, a problematização existencial básica, os devaneios que temos sobre nós mesmos, nossa autoterapia contínua. O papo foi longe…

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Aparelho: Operação Baratavoa

A aparição dos irmãos Miranda virou a CPI do avesso e jogou o governo na fogueira de vez por todas e assim soltaram as baratas voadoras no Brasil 2021 – e eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin aproveitamos essa semana incendiária (que ainda teve a suspeição oficial do Moro, a exoneração de Ricardo Salles, a fuga de Daniel Silveira, entre outros desdobramentos) para tacar gasolina no incêndio. “This is fine”, dissemos um pro outro, assustados.

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Tudo Tanto #099: Munha da 7 (Satanique Samba Trio)

No meu programa de entrevistas sobre música brasileira, Tudo Tanto, bato um papo com o mitológico Munha da 7, fundador de um dos grupos mais ímpares deste século, o Satanique Samba Trio, Conversamos sobre seu processo criativo, que passa a desconstruir e “consertar” clichês da música, e como Brasília influencia a sonoridade de sua banda.

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DM: Eleições 2022

E a partir desta edição, eu e Dodô passamos a observar os protestos de 2021 como parte do processo eleitoral para o ano que vem. Sempre que houver um destes eventos, vamos comentar como isso se repercutiu para além das ruas – e quais os possíveis desdobramentos destes acontecimentos para o futuro próximo do país.

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