Trabalho Sujo - Home

Aparelho: Faça a/o (coisa) (adjetivo) novamente

Depois de tostar aquele que deixou a Cristina Prochaska (cheirar é coisa de aspirante, aqui só tem profissional), entramos numa ciranda de maluco regada a corote. É incrível como a simples menção da bebida imunizante abre um portal para o infinito. A diversidade conceitual – espraiada por autógrafos na era do selfie, reforma trabalhista e Faustão – converge para a única maneira de sobreviver em um país que já transcendeu tanto a lucidez que ficou translúcido, com todas as picaretagens à mostra. Não, não inveje o nosso tirocínio: alopre como (e com) a gente!

Assista aqui.  

Aparelho: Imagina no ano que vem

Primeira edição do ano, ainda impregnada por desassossegos provocados por artistas que gostavam de destruir escolas em seus videoclipes. Lá pelas tantas, surge a pergunta incontornável: e se essa coisa horrorosa for reeleita? Um frêmito de choque e pavor percorre a espinha de cada aparelher com a possibilidade de mais quatro anos de pesadelo. É bom nem cogitar para não atrair. Ou mudar de assunto, como armar para cobrir a posse do nosso presidente em Brasília. O homem nem assumiu ainda e já está fazendo o povo ter planos novamente!

Assista aqui.  

Minha participação no Dois Mil e Depois

A Pérola me chamou pra participar da última edição do ano do podcast Dois Mil e Depois, que ela está tocando a partir do Centro Cultural da Penha, e puxou jornalismo musical como assunto – e além de mim, ela também chamou o Felipe Andrade, do site Polvo Manco, para comentar não apenas este cenário no país mas também para falar sobre a música neste ano que se encerra. Ouça abaixo.

 

Como nasce um show, com BaianaSystem

Nesta terça-feira, dia 7 de dezembro, faço a mediação de mais um bate-papo com artistas sobre como transformar um disco em show. Depois de conversar com a Céu sobre seu Apká! e com Luiza Lian sobre seu Azul Moderno, agora é a vez de bater um papo com o BaianaSystem sobre como eles transformaram seu ótimo O Futuro Não Demora em Sulamericano Show, o show mais recente que fizeram. O papo acontece no canal do YouTube do Centro de Música do Sesc e vou conversar com o vocalista Russo Passapusso, o guitarrista Roberto Barreto, Filipe Cartaxo, responsável pela concepção visual do grupo e a iluminadora Ligia Chaim. O papo acontece a partir das 20h neste link.

Noites Trabalho Sujo @ Tokyo 東 京 (24.11.2021)

As Noites Trabalho Sujo estão de volta! Retornando ao mesmo Tokyo 東 京 em que realizamos a última edição antes da pandemia, a festa itinerante em que eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral desfilamos hits de todas as épocas, gêneros e temperaturas volta a esquentar a noite paulistana para que a gente consiga superar essa fase ruim da qual estamos saindo com muita música e alto astral, além de comemorar presencialmente os 26 anos do Trabalho Sujo! Para deixar seu nome na lista e saber mais informações sobre a festa (inclusive os protocolos de segurança), é só ir no site do Tokyo.

Noites Trabalho Sujo @ Tokyo
24 de novembro de 2021
Rua Major Sertório, 110 – Centro (República). São Paulo
A partir das 23h (mais informações aqui)

Jornalismo-Arte, com Alexandre Matias, Roberta Martinelli, Marcelo Costa, Cleber Facchi e Pérola Mathias

Estou saindo de férias e deixo o site parado até o início de novembro, não sem antes transformar o meu programa Jornalismo-Arte em um curso para discutir os rumos do jornalismo que cobre música. Em seis encontros que acontecem às segundas-feiras, sempre às 19h, através do Zoom, entre os dias 8 de novembro e 20 de dezembro, discuto as transformações nesta área ao lado de convidados ilustres.

Na primeira segunda, dia 8, conto sobre a importância deste jornalismo para um país tão musical e falo sobre as transformações que aconteceram no meio nas últimas décadas para, nas semanas seguintes, conversar com alguns dos principais nomes que trabalham nesta área. Dia 22 recebo a Roberta Martinelli, do Cultura Livre, dia 29 é a vez da Pérola Mathias, do Poro Aberto, dia 6 de dezembro vem o Marcelo Costa, do Scream & Yell, e dia 13 converso com Cleber Facchi, do Música Instantânea (ex-Miojo Indie). Finalmente, dia 20, resumo a discussão apontando perspectivas de futuro para uma atividade que está entre duas das mais combalidas no Brasil hoje – jornalismo e música. As inscrições podem ser feitas aqui.

DM: Às trevas

Às vésperas de uma época de possíveis apagões, eu e Dodô Azevedo falamos sobre a queda de energia vitalícia do país e o fato de estarmos vivendo em uma nova idade média, mostrando como tudo está às claras mesmo neste momento trevoso que estamos atravessando, citando Duro de Matar 4 e o Berlim de Jason Lutes, entre outras divagações.

Assista aqui.  

Aparelho: Derradeira Edição Histórica – Questões práticas para a vinda de Jesus Cristo

Disseram que o fim não vinha, mas ele chegou batido. Os rolos, antes restritos ao bolso, agora atingem o presidente do cóccix até acima do pescoço. Insone, enfezado e prestes a surtar, em um último ato de desespero o pobre diabo se agarra na prova incontestável de seus poderes: a medalhinha. E assim, eu, Vlad e Tomate embrenhamos em mais um Aparelho – Jornalismo Fumaça. Vem com a gente!

Assista aqui.  

Tudo Tanto #109: Mariá Portugal

Em mais uma edição do meu programa sobre música brasileira, converso com a querida Mariá Portugal, que além de já ter tocado com nomes tão diferentes quanto Arrigo Barnabé, Pato Fu e Metá Metá também tem sua carreira com o ótimo grupo de jazz brasileiro Quartabê. Na Alemanha desde antes do início da pandemia, ela aproveitou o período de resguardo para finalizar seu primeiro disco solo, Erosão, gravado desde 2019, que finalmente verá a luz neste 2021.

Assista aqui.