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Aparelho: Essas coisas que ultrapassam a lógica humana

Abrir uma sessão do Aparelho é tirar o freio de mão em uma ladeira e assim eu, Vlad e Tomate disparamos a falar sobre todos os assuntos possíveis que nos vêm à cabeça, desde como o NFT dos centavos da gasolina vai criar uma indústria de coquetéis molotov à precaridade vendida como superação pelo jornalismo charlinho, passando por um flashmob de abraçaços à polícia militar e o Predador cantando o hino nacional nas passeatas bolsonaristas. É difícil, mas assim vamos.

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Polimatias: Brasília – Cidade utópica

Seguindo a programação da segunda temporada do Polimatias, cujo foco é a vida nas cidades, vamos falar de uma que eu e Polly Sjobon temos um apreço especial: minha cidade-natal, Brasília, onde Polly também morou por um bom tempo. Citamos nossa capital, que completou 62 anos no mês passado, como um exemplo de utopia arquitetônica e como esta acaba forjando a vida e o comportamento de seus moradores.

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Cine Ensaio: Nicolas Cage e a atuação experimental

Às vésperas do lançamento de seu filme de número setenta e lá vai pedra (O Peso do Talento, em que ele interpreta… ele mesmo!), Nicolas Cage é uma esfinge que desafia o espectador de cinema – e nunca saberemos se ele forçará a barra de forma convincente ou espalhafatosa, sempre andando no limite entre o impressionante e o ridículo. Disposto a transcender os limites do que convencionou-se a rotular de interpretação cinematográfica, o sobrinho de Coppola é o tema do primeiro Cine Ensaio sobre atuação no cinema – e eu e André Graciotti escolhemos este ícone justamente para dissecar este conceito no palco determinado pelos limites da câmera e da tela. Consideramos um dos atores mais desafiadores do cinema norte-americano justamente por ser completamente inusitado e imprevisível – além de nos entregar momentos de êxtase ou constrangimento que rendem cenas memoráveis ou memes ridículos.

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Cohen num fôlego só

Leonard Cohen: Dito e lido @ Centro da Terra (2.5.2022)

Alma lavada após colocar de pé Leonard Cohen: Dito e lido, tributo ao mestre canadense que eu e Juliana Vettore concebemos para o Centro da Terra terra ao lado de um time de primeiríssima. Jeanne Callegari, Michaela Schmaedel, Bárbara Eugenia, Juliana R. José Barrickello se revezaram entre poemas, instrumentos musicais, efeitos sonoros, versos implacáveis, bilhetes tenros e refrães memoráveis numa homenagem cujo tom elegante e solene não impediu experimentações e cruzar algumas fronteiras pouco óbvias de sua vida e obra.

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Leonard Cohen: Dito e lido

Aproveitando o lançamento no Brasil do livro póstumo A Chama, a querida Juliana Vettore, da Capivara Cultural, me convidou para dirigir uma apresentação em homenagem ao poeta canadense Leonard Cohen. A premissa era fazer algo que transcendesse o sarau rumo a um espetáculo que nos levasse ao encontro do velho Cohen misturando canção, poesia e ruído ao mesmo tempo em que contemplamos diferentes facetas de sua poética. Para isso, convidamos Bárbara Eugenia, Juliana R., Jeanne Callegari, Michaela Schmaedel e José Barrickelo para reverenciar vida e obra deste mestre, que nos deixou em 2016. Os ingressos para esta apresentação, que acontece no Centro da Terra, já estão esgotados.

Bom Saber #086: Diva Sativa

No meu programa de entrevistas, esta semana converso com a sagaz Diva Sativa, que atua junto à Marcha da Maconha, que está marcada para o próximo mês em São Paulo, mas também fala da importância de levar esta discussão para outras regiões menos centrais do país. Além de estar envolvida com a Marcha da Maconha de Francisco Morato, também participa do coletivo antiproibicionista DAR e faz o podcast Filosofia de Biqueira, em que enfrenta a falácia da Guerra contra as Drogas de frente.

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Aparelho: Bye Bye Tristeza para superar uma das mortes mais trágicas da TV (Frango à Cleveland edit)

Que manoel Elon Musk! Em mais uma sessão de descarrego do jornalismo-fumaça que puxo junto com Vlad e Tomate, preferimos falar sobre comidas – de ontem e de hoje (e a famosa lasanha de frango do veropesinho) -, a súbita aparição de armas em tradicionais festas catarinenses, experiências extramusicais edmottescas em festivais de música para pessoas da melhor idade e o segundo carnaval do ano e a queda das máscaras. O único jeito de consertar uma das mortes mais tristes da TV brasileira é um evento chamado Festival Bye Bye Tristeza

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Esquadrinho: Rafa Figueiredo (Defeito de Fábrica)

Mais uma edição do Esquadrinho, meu programa sobre histórias em quadrinhos, em que converso desta vez com um novato – que nunca havia feito HQ e aproveitou a pandemia para experimentar com umas tirinhas. Rafa Figueiredo lançou seu Defeito de Fábrica e aos poucos foi entendendo e conhecendo melhor o meio até criar a revista online XPTO e se dedicar cada vez a um hobby que está crescendo mais do que ele previa.

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Tudo Tanto #129: Júlio Andrade (The Baggios)

No meu programa sobre música brasileira agora é a vez de conversar com Júlio Andrade, líder do trio sergipano The Baggios, que aproveitou o período sem shows da quarentena interminável para gravar discos tanto com sua banda quanto seu projeto solo – e vender vinil! Retomando os trabalhos depois de tanto tempo parado, o guitarrista, vocalista e compositor explica como está encarando a retomada dos palcos às vésperas de mais uma turnê pela Europa.

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Aparelho: Especial Angeli

Conhece o Fabio? Celebramos a vida e obra de um mestre ainda em vida em mais uma sessão do Aparelho – Jornalismo Fumaça. Eu, Tomate e Vlad voltamos no tempo para falar sobre a importância de Angeli para o quadrinho brasileiro, para o rock nacional e para nossa contemporaneidade, e mesmo que ele tenha se retirado da labuta diária, segue mestre infalível dos três e tantos outros. Ainda aproveitamos para resgatar a origem secreta do teclado de “Epic” do Faith No More, para comparar o fenômeno Marina Sena com os Mamonas Assassinas, a tetralogia Brocha, de como Alfred Jarry chegou às massas brasileiras, a ornitologia belenense, uma coletânea com as bandas de rock catarinense dos anos 80, a grande música de Kiko Zambiachi, o badalo como rerprimenda escolar …e o cara meteu “comoção social”, bicho.

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