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O Brasil é Isso: Fred Zeroquatro (Mundo Livre S/A)

O Mundo Livre S/A volta a São Paulo para celebrar os 30 anos do mangue beat neste 20 de julho de 2023, quando o grupo pernambucano apresenta-se no Cine Joia repassando músicas clássicas tanto de seu repertório à época da fundação do movimento quanto da Nação Zumbi de Chico Science. Aproveito a deixa para ressuscitar o programa que fazia no meu canal sobre identidade cultural brasileira. Suspendi o programa em 2022 para não deixar que o calor das eleições no ano passado atingisse essa discussão, que é bem mais ampla que as tensões que estamos vivendo nestes anos, que são frutos diretos desta, e retomo agora o programa com o mestre Fred Zeroquatro, fundador do Mundo Livre S/A, que gasta sua antropologia de botequim para falar de como o país ainda tem muito que fazer antes de só comemorar uma vitória em uma eleição…

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Cine Ensaio: Isso ainda é muito Black Mirror?

Mais uma temporada de Black Mirror e…? Cadê a crítica à tecnologia digital? Episódios que se passam no passado? Como assim Red Mirror? A aclamada série de Charlie Brooker é uma das principais obras deste século e seu impacto em nosso dia-a-dia pode ser medido a cada nova temporada. Mas os cinco episódios lançados em 2023 abrem possibilidades que expandem ainda mais a capacidade de nos surpreender e chocar, características da série. Aproveitando este novo lançamento, eu e o André Graciotti abrimos mais uma sessão do Cine Ensaio para saber se Black Mirror ainda é muito Black Mirror…

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DM: Entre Zé Celso Martinez Corrêa e a inteligência artificial

Mais um DM gravado sem pauta pré-definida, fazendo com que eu e Dodô Azevedo saiamos do frio deste inverno que sempre gostamos de falar mal para a morte de Zé Celso Martinez Corrêa e sua relação com São Paulo, daí para a greve dos roteiristas e atores nos Estados Unidos, o filme novo de Kleber Mendonça Filho, a série do The Weekend, a importância do erro e da imperfeição, como os serviços de streaming e os aplicativos de entrega e transporte fazem a mesma coisa com as pessoas, citando 2001, John Carpenter, o novo Indiana Jones, a força do teatro e a outra série do Donald Glover.

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Sobre música, ditaduras e América Latina

A Nathália Pandeló e o Rafael Teixeira, que apresentam o podcast do site Tenho Mais Discos Que Amigos, me chamaram para participar da edição mais recente do programa, em que puxaram uma conversa sobre música de protesto, ditaduras militares e América Latina, numa edição que ainda contou com as presenças dos grandes Mateo Piracés-Ugarte, da banda Francisco, el Hombre, e Gabriel Aragão, do grupo Selvagens à Procura de Lei, que acabaram de gravar um dueto cantando “Caminando, Caminando“, do chileno Victor Jara e cujas carreiras também abordam estas questões.

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Bom Saber #100: Luiza Voll

Na centésima edição do meu programa de entrevistas, convidei a Luiza Voll, da Contente, para falar sobre o papel do trabalho em nossas vidas – tanto à luz deste momento pós-pandêmico que ainda atravessamos quanto a partir das cobranças que a sociedade conectada impõe, tema de uma das iniciativas de sua empresa, #otrabalhoqueagentequer. Conversamos sobre como essa mudança do trabalho impacta em nossa rotina não apenas do ponto de vista prático, mas também afetivo e emocional, nos obrigando a repensar nossas rotinas para além das nossas agendas.

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Inferninho Trabalho Sujo apresenta Varanda

Mais uma festa no Picles e desta vez o Inferninho Trabalho Sujo recebe a presença da banda mineira Varanda, em sua primeira apresentação em São Paulo – e quem for vai lembrar-se deste momento, acredite. Mais festa minha com banda tocando ao vivo no sobrado-resistência no coração daquele bairro canteiro de obras que vai se tornar um novo Itaim – e quem chegar até às 21h não paga pra entrar. Depois do Varanda, mais uma vez eu e a querida Francesca Ribeiro derretemos quadris e corações com hits pra ninguém ficar parado – e você sabe que ninguém fica! O Picles fica na Cardeal, 1838, e – de novo – quem chegar até às 21h não paga pra entrar (quem chegar depois, paga R$ 25). Simbora!

Tudo Tanto #151: Letícia Novaes (Letrux)

Depois do trauma que marcou o lançamento do segundo disco de seu trabalho solo, Aos Prantos, a cantora e compositora Letícia Novaes lançou seu terceiro disco sem fazer muito alarde e sem olhar para trás. Letrux Como Mulher Girafa parte de impressões que teve durante este período trágico que atravessamos a partir de sua conexão com a natureza e com os bichos, que pautam o repertório de uma coleção de faixas que foi produzida por João Brasil, velho parceiro de Letícia mas que nunca mais tinham trabalhado juntos. O disco, que ainda conta com participação de Lulu Santos e consolida a banda que formou para seu primeiro álbum, Em Noite de Climão, vai ser lançado neste mês de julho com shows no Rio de Janeiro (dias 7 a 8 no Teatro Prudential) e em São Paulo (dias 13, 14 e 15 no Sesc Pompeia).

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Fechamento: Sounds Like Us

Na edição da vez do meu programa sobre jornalismo, convido o casal Amanda Mont’Alvão e Vinicius Castro para contar a história do site Sounds Like Us bem quando eles comemoram aniversário. É a deixa para falar de um site escrito a quatro mãos e baseado em um jornalismo que cobre música de forma afetiva, inspirado mais pelas referências e memórias de seus autores do que por ganchos propriamente noticiosos. Conversei com os dois sobre a origem do site, como ele funciona como uma comunidade e sobre os planos futuros – além de dar uma cutucada pra que um deles possa acontecer e logo. A festa de aniversário acontece no Fffront, com direito a karaokê ao vivo de rock dos anos 90 com a banda Twinpines. O Fffront fica na rua Purpurina, 199, na Vila Madalena, e a festa acontece no dia 1° de julho de 2023 a partir das 19h, mais informações aqui).

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Esquadrinho: Allan Sieber

Na nova edição do meu programa sobre HQ lá do meu canal no YouTube, aproveito o lançamento do mais novo livro de Allan Sieber – seu primeiro trabalho infantil, As Sete Vidas do Gato Jouralbo, lançado pela Bebel Books – para conversar sobre sua trajetória nesta área. Sieber volta no tempo para lembrar do pai que lhe apresentou às artes gráficas, suas primeiras inspiirações, a descoberta da autopublicação pré-internet com seu clássico fanzine Glória! Glória! Aleluia!, suas incursões pela animação no comando da produtora Toscographics, a influência da paternidade em sua obra e como ele paga suas contas atualmente (tanto com seu diário online, quanto com a venda online de suas telas). Aproveito a deixa para falar sobre as semelhanças entre animação e quadrinhos, a dificuldade tecnológica para desenhar no computador e pinçar palavras de encorajamento para quem está pensando em viver desta arte. Allan lança seu novo livro neste fim de semana em São Paulo: nesta sexta, dia 30 de junho ele estará na Livraria Miúda, autografando seus livros a partir das 16h, e no dia 1° de julho, sábado, estará no Sesc Pompeia, quando participa de um bate-papo com a Bebel Abreu (da editora Bebel Books) e com outra lenda-viva do quadrinho brasileiro, Fábrio Zimbres, a partir das 17h30.

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Inferninho Trabalho Sujo apresenta Pelados

A primeira foi épica, a segunda não vai ser diferente, ainda mais que é numa sexta! Puxo mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo, festa que inventei para celebrar a existência – e o habitat natural – para bandas tocarem ao vivo até se acabar e em São Paulo hoje este lugar é o grande Picles, que passou por uma baita reforma em seus cinco anos de aniversário e se firma cada vez mais como uma das principais entidades da vida noturna de São Paulo. Discoteco mais uma vez com minha comadre Francesca Ribeiro, logo depois de mais um shows dos queridos Pelados, mostrando seu excelente Foi Mal num lugar perfeito para a ferveção e a acabação simultânea, sempre naquela sintonia alto astral que já estamos acostumados. O Picles fica na Cardeal, 1838, e quem chegar até às 21h não paga pra entrar (quem chegar depois, paga R$ 25). Vamo nessa!