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Minha participação no Spim 2026

Neste domingo vou fazer a mediação da mesa É Possível Viver de Música Independente? dentro da programação de conferências da São Paulo Independent Music, que acontece na Casa Rockambole. A mesa também conta com a participação de Alê Sater (do Terno Rei), Phil Fargnoli (do CPM22) e Léo Ramos (do Supercombo) e começa a partir das 15h. Quer sugerir alguma pergunta?

𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚: 𝐌𝐮𝐬𝐢𝐜 𝐅𝐚𝐬𝐡𝐢𝐨𝐧 𝐅𝐢𝐥𝐦 @ Porta (14.8)

Music Fashion Film da Charli XCX continua sendo o assunto do momento e por isso resolvemos seguir nesta mesma toada, com mais uma edição da festa Agora Agora dedicada ao universo deste álbum. Enquanto a artista encabeça festivais pelo mundo antes de começar sua própria turnê, voltamos ao imaginário que mistura música, cinema e moda em preto e branco para fazer todo mundo dançar essa estética, desta vez na Porta, em Pinheiros. A casa, que fica no número 95 da rua Horácio Lane abre a partir das 18h e a festa começa a partir das 20h, sem hora pra acabar. E dessa vez – é verdade, precisamos ser honestos – nem precisa comprar ingresso, é só chegar.

#_agora_agora

A primeira edição do São Paulo Independent Music começa nesta quarta-feira

Começa nesta quarta-feira e vai até domingo a primeira edição do evento São Paulo Independent Music, idealizado e produzido pelo produtor e curador Edimar Filho, que reúne shows e conferências para conversar sobre a cena independente na cidade. São cinco noites de shows em 10 palcos paulistanos diferentes, reunindo bandas como Menores Atos, Boogarins, Jonabug, Ludovic, Garotas Suecas, Pelados, Julieta Social, Ottopapi, Molho Negro, Deb & The Mentals, Garage Fuzz, Chão de Taco, Jovens Ateus, entre outros, além de dois dias de conferências no sábado e domingo, na Casa Rockambole, com doze painéis de discussão sobre assuntos como gestão de selos, festivais, circulação, jornalismo, shows, entre outros temas. Participo do festival como mediador de uma destas mesas no domingo, quando, às 15h, converso com Alê Sater (do Terno Rei), Phil Fargnoli (do CPM22) e Léo Ramos (do Supercombo) sobre viver de música independente. A programação inteira do Spim 2026 pode ser conferida no site do evento.

Festa de encerramento do Festival Filmes Incríveis @ Belas Artes (12.8)

Mais uma vez volto a trazer música para o Cine Belas Artes, mais uma vez transformando seu hall de entrada em uma pista de dança, como fiz há duas semanas na festa de abertura do Festival Filmes Incríveis, que foi apenas para convidados. Desta vez a festa é aberta ao público e o filme que encerra a mostra é Refém por um Fio, de Gus Van Sant, que será exibido às 19h30, para depois mais uma vez transformar o cinema numa festa. Os ingressos já estão à venda.

Eclipse Total @ Casinha (8.8)

Quando menos você espera, surge o Eclipse Total. A festa criada por mim e pela Camila tem mais uma edição na Casinha neste dia 8 de agosto, quando, como de praxe, reunimos clássicos da pista de dança com hits desta década, para apresentar músicas novas para os veteranos da noite e trazer hits imortais para os novatos, sem distinção de gênero musical, país de origem ou época de lançamento. O que importa é fazer todo mundo dançar! Vamos nessa? Os ingressos já estão à venda.  

𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚: 𝐌𝐮𝐬𝐢𝐜 𝐅𝐚𝐬𝐡𝐢𝐨𝐧 𝐅𝐢𝐥𝐦 @ Mamãe Bar (31.7)

O que está acontecendo agora? Alexandre Matias e Rafaela Fernán juntam suas perspectivas para criar uma festa que traz as atualidades para a pista de dança do Mamãe, sempre explorando o tema da edição para além de seus desdobramentos inevitáveis. A festa chama-se Agora Agora e o tema da primeira, que acontece nesta sexta-feira 31 de julho, é o novo disco de Charli XCX: Music, Fashion, Film.

Mas além de mergulhar no novo lançamento, seus lados Bs e influências, vamos também falar sobre música, moda e cinema, o contexto em que Charlotte Emma Aitchison surgiu, sua evolução musical, sua fases Brat e cinematográfica para cair no 2026 deste disco que abalou as estruturas do pop deste ano.

Traje sugerido: p&b.

𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚: 𝐌𝐮𝐬𝐢𝐜 𝐅𝐚𝐬𝐡𝐢𝐨𝐧 𝐅𝐢𝐥𝐦
sexta-feira, 31 de julho de 2026, a partir das 21h

🕯️@mamaebar rua lopes chaves 391 / barra funda

ᴇɴᴛʀᴀᴅᴀ ꜰʀᴇᴇ ᴀᴛé 𝟤𝟤ʜ ༻*ੈ✩‧₊˚
retire seu ingresso online via sympla (neste link)

✩ foto e cartaz @faelafernan

A abertura do Festival de Filmes Incrível vai ser uma festa no Belas Artes!

O Belas Artes começa a terceira edição de seu excelente Festival de Filmes Incríveis nesta quarta-feira e me chamou pra tocar na festa de abertura, que acontece logo após a exibição do primeiro filme do evento, o filme afegão No Good Men, que será exibido a partir das 19h30 – e os ingressos já estão à venda. A festa começa logo depois do filme, vamos lá?

#belasartesmeuamor #vemprobelas #cinebelasartes #noitestrabalhosujo

Inferninho épico!

Noite épica reuniu Vinco e Papangu no Inferninho Trabalho Sujo da Porta Maldita neste sábado. Depois que fechei a banda paraibana como atração surpresa na festa, perguntei quais nomes eles sugeririam para dividir a noite e quando o nome da Vinco foi mencionado, nem pensei duas vezes pois já estava há tempos de olho no quinteto. O grupo começou a noite mostrando que já é um dos grandes nomes em ascensão da cena paulistana, mesmo indo de encontro à confluência entre rock clássico, MPB e indie rock que predomina a paisagem dos principais novos grupos – ou talvez justamente por isso, indicando uma nova fase desta mesma cena. Instrumental, o grupo passeia por sonoridades distintas – chame de fusion, jazz rock, math rock ou rock progressivo -, mas ecoa uma tradição paulistana que funde a banda-mãe do math rock Patife Band, a psicodelia pós-punk do Violeta de Outono e o pós-rock do Hurtmold – esta última talvez a banda com a sonoridade mais próxima da Vinco, dá pra imaginar tranquilamente um show das duas bandas tocando juntas. A dinâmica entre os guitarristas Matheus Ayres e Henrique Porto, que trocam riffs, solos e loops como se jogassem squash, um rebatendo o outro, dá a tônica da banda, acompanhada de perto da cozinha absurda formada pelo baixista Hugo Ramalho e o jovem monstro baterista Gabriel Ribeiro, que também toca na Tubo de Ensaio, banda que trouxe dois de seus integrantes – a dupla Lorenzo Zelada e Lorena Wolthers, que também atende como Pão de Ló – para tomar conta dos eletrônicos e a noite ainda contou com o sax de Rômulo França. Bandaça, a Vinco tem que ser vista ao vivo.

Depois da Vinco, foi a vez da Papangu subir pela primeira vez no palco do Inferninho Trabalho Sujo na Porta Maldita e se o grupo de rock progressivo paraibano é conhecido por suas músicas de quase dez minutos, no sábado resolveram ir ainda mais fundo num show que durou quase duas horas, em que repassaram várias músicas de diferentes épocas da banda, com direito a visitar inúmeras músicas alheias, mostrando a raiz de sua versatilidade musical: teve Beatles, Creedence Clearwater Revival, Steely Dan, Earth Wind & Fire, entre outros. No percurso, a banda pode mostrar toda seu preciosismo instrumental misturado com um carisma improvável a uma banda de prog, com as brincadeiras do tecladista virtuoso Rodolfo Salgueiro, seu irmão, os vocais do baixista (e multiinstrumentista, até foi pra bateria em certa feita, além de tocar pífano, percussão e instrumentos de brinquedo) Pedro Francisco, os solos do guitarrista Hector Ruslan e o o groove do baterista George Alexandria. A apresentação ainda contou com as participações do conterrâneo pandeirista Ronaldo Neto, do guitarrista Leo Mayer (da banda Hurricanes) e do baterista Pietro Benedan (do Naimaculada) e a banda manteve a casa lotada até o fim do show. Absurdo!

#inferninhotrabalhosujo #vinco #papangu #aportamaldita #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 173 e 174

Desaniversário | 18.7.2026

Neste sábado temos mais uma edição da nossa festa Desaniversário lá no Bubu – e essa é especial! Além de termos o time completo na pista, vamos comemorar nosso terceiro aniversário! Três anos fazendo todo mundo dançar clássicos da pista e hits novinhos em folha pra voltar cedo pra casa e curtir o domingo à vontade. A festa acontece neste sábado, dia 18, a partir das 19h até a meia-noite e lógico que vamos tocar músicas do disco novo da Madonna. Vem dançar com a gente!

Mais uma noite pesada!

Um Inferninho caprichado nesta sexta-feira no Redoma, quando a noite começou com a apresentação da banda Boia, voltando ao palco de seu primeiro show (que aconteceu em junho do ano passado) e depois de ter seu primeiro EP lançado. É nítida a evolução do grupo formado por Luli Mello (voz), Murilo Kushi (baixo), Leo Bergamini (violão), Murilo Costa Rosa (guitarra), Tato Quirino (sopros) e João Decco (bateria), que começou há um ano ainda terminando as músicas que estavam rascunhando e colocando-as ao lado de versões de mestres Moacir Santos e Hermeto Pascoal. Mas o crescimento diz menos em relação às composições, mas à presença de palco, química de conjunto e à própria postura em relação ao público. Mirando aquele conjunto de canções para a realização de seu primeiro álbum (que é um dos planos para esse semestre), o grupo só fugiu do próprio repertório ao tocar “Dominó”, do grupo baiano Tangolo Mangos, que marcou a estreia do guitarrista Murilo como vocalista. Coisa fina.

Depois foi a vez do Caruma subir ao palco do Redoma, quando levou sua mistura de jazz mineiro com rock progressivo pela segunda vez num Inferninho Trabalho Sujo, mas pela primeira vez tocando apenas músicas próprias, à exceção de “Come Together” dos Beatles, que tocaram logo de cara, criando uma nova tradição (pois tocaram “Don’t Let Me Down” no outro show que fizeram na festa). Também começando a trabalhar o repertório para seu primeiro disco, o grupo formado por Tom dos Reis (vocais e baixo), Pedro Caldeira (vocais e guitarra), Ma Vettore (flauta), Daniel Gerecht (sax e flauta) e Tommy Coelho (bateria) está cada vez mais afiado e versátil, como quando por exemplo Ma Vettore deixou a flauta para assumir a guitarra e cantar uma música em espanhol. O Caruma está só começando…

#inferninhotrabalhosujo #boia #caruma #redoma #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 164 e 165