Altos Massa: Um 2021 muito melhor. Será?

Será que este novo ano pode ser bom? Há como ser otimista no meio deste caos que estamos atravessando? Eu e Pablo Miyazawa recepcionamos o novo ano no primeiro Altos Massa de 2021 com um ceticismo duro que pode por vez soar paranoico, mas que também tende a criar uma espécie de rede de segurança. E é justamente neste ponto em que encontramos a chave para encarar o ano com algum otimismo… Será?

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DM: Imunização Racional, que beleza!

O primeiro DM de 2021 chega logo depois da notícia da vacina quando eu e Dodô discutimos os desdobramentos – políticos e sociais – que poderão ocorrer após esta notícia. E é claro que tudo é motivo para falar de todo tipo de assunto, embora esta edição tenha conseguido ter um foco raro à natureza do programa.

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Vários Artistas: Dora Guerra

Como é bom conversar sobre música, não é? Começo o ano com mais uma edição de um programa dedicado a isso, chamando a querida Dora Guerra, da newsletter Semibreve, para conversar sobre Beatles, Fiona Apple, a ascensão do pop e a decadência do rock, o TCC que ela escreveu sobre a Beyoncé, pista de dança, os discos indies da Taylor Swift e a volta da disco, entre vários assuntos que surgiram num programa dedicado a isso.

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Tudo Tanto #78: Kiko Dinucci

Chamei o autor do melhor disco de 2020, o grande Kiko Dinucci, para discutir a história deste seu Rastilho e sua reconexão com o violão, contando como o disco se materializou de um acidente de skate ao seu lançamento no início do ano. Falamos sobre como o disco capturou o clima da quarentena antes de ela começar, dos bastidores da primeira live deste novo momento e, inevitavelmente, da situação política e social do Brasil.

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Bom Saber #035: Ricardo Coimbra

Na primeira edição de 2021 do meu programa semanal de entrevistas Bom Saber, puxo o papo com o quadrinista Ricardo Coimbra (http://vidaeobrademimmesmo.blogspot.com/), um dos melhores críticos da situação brasileira, sempre pegando no pé de todos e mostrando que o papel do humor é incomodar. Aproveito para retomar sua trajetória e apontar seus próximos projetos, entre eles mais uma antologia de seus trabalhos mais recentes, que terá quatro histórias inéditas e deve sair este ano.

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Polimatias: Chega mais, Giancarlo Rufatto

A novidade de 2021 do Polimatias é que teremos convidados de vez em quando – e começamos o ano com a presença deste compadre que já foi citado algumas vezes no programa. Eu e Polly Sjobon temos a satisfação de receber o querido Giancarlo Rufatto e juntos dissecamos 2020 à luz da cultura – filmes, séries e discos (inclusive os do Gian) que foram lançados neste período, conjecturando também sobre como esta época vai ser lembrada no futuro no que diz respeito às artes.

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Cine Ensaio: 2021 nas telas

Começamos o ano sem saber como a indústria cinematográfica vai resistir a mais doze meses sem salas de cinemas abertas, acirrando a competição com o streaming, que deve nos obrigar a repensar a cadeia – e a natureza – do cinema a partir de agora. Eu e André Graciotti aproveitamos também para recapitular alguns filmes de 2020 que não havíamos comentados por aqui ainda e fazemos nossas apostas sobre os filmes mais esperados para este novo ano.

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Artejornalismo: Diego Pessoa (Hominis Canidae)

Na primeira edição do ano do Artejornalismo, programa dedicado a falar sobre profissionais que cobrem música já na época da internet, converso com Diego Pessoa, pernambucano que nem mesmo se considera jornalista, mesmo que seu trabalho esteja entre as principais referências online deste século, seja antecipando lançamentos ou fazendo registros não-oficiais no site Hominis Canidae. Também falamos sobre seu interesse original por música e como ele começou no jornalismo, ainda no tempo dos fanzines, sua atuação na revista Mi, a mudança de Recife para Teresina e os planos futuros do site, que agora também é um selo.

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Tudo Tanto #077: Bernardo Oliveira

Chamei o grande Bernardo Oliveira, um dos idealizadores do selo carioca QTV, para falar de sua trajetória como agitador cultural no Rio de Janeiro e ótima fase que o selo vem atravessando. Mas o foco da entrevista também foi, aproveitando sua formação acadêmica e seu trabalho como crítico musical, dissecar o estado da música e da cultura brasileira hoje, que remonta ao passado racista e violento do país, que neste 2020 mostrou sua cara feia. Uma longa e inspiradora aula sobre o estado das coisas no Brasil neste ano bizarro.

Jornalismo-Arte: Carlos Albuquerque

Maior prazer em receber o mestre Calbuque, o pai do jornalismo dub, na edição desta semana do Jornalismo-Arte e ele recupera sua trajetória desde as primeiras vezes em que começou a procurar saber mais sobre música e, mesmo com formação acadêmica indo para o lado da biologia, como isso o levou para o jornalismo, onde começou a reinvenção da linguagem ao comandar o Rio Fanzine ao lado de Tom Leão, com a benção de Ana Maria Bahiana, inspirando novos jornalistas em todo o país. Ele também fala de sua aproximação com as picapes e seus projetos para além do jornalão, tanto na curadoria musical quanto na internet.