E aí, já sabe onde vai terminar seu ano letivo? Sugiro, claro, na última Noite Trabalho Sujo, também conhecida como primeira Noite Trabalho Sujo de verão. A lógica da acabação em virada de temporada fez surgir um encontro de proporções cósmicas, quando reuni os mesmos Rafa e Danilo que me ajudaram a operar aquela máquina do tempo que foi a festa Lebowski (Ostra & Seismic em encarnações passadas) ao arauto do verão, o catarina Fábio Bianchimi, o Mutley, Mumu para todos os íntimos que ele conhece. Para batizar tal agremiação, Rafa voltou a São Gilbert Shelton e eu fiz questão de colocar em caixa alta o THE BAND do título. Juntos, entortaremos pescocinhos e chacoalharemos quadris como se fosse festa de réveillon. Abaixo tem uma pequeno aperitivo do encontro de hoje à noite, que acontece lá no Alberta (as coordenadas estão tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. Tou recebendo nomes pra lista até às 21h no email noitestrabalhosujo@gmail.com. Rola uma pausa na sexta que vem, mas dia 6 tamos de volta…
The Band of Fabulous Furry Freak Brothers – “Sensa” (MP3)
Maroon 5 + Christina Aguillera – “Move Like Jagger”
Vampire Weekend – “The Kids Don’t Stand A Chance (Chromeo Remix)”
N*E*R*D + Nelly Furtado – “Hot-n-Fun”
Soledad Brothers – “Prodigal Stone Blues”
Lulu Santos – “Toda Forma de Amor”
Marina Lima – “Uma Noite e Meia”
Tim Maia – “Brother, Father, Sister And Mother”
Telekinesis – “I Cannot Love You”
Tame Impala – “Half Full Glass Of Wine (Canyons remix)”
Charlatans – “The Only One I Know”
Beatles – “She Loves You”
Myrth – “Gotta Find a Way”
E as meninas do Batom Vermelho fizeram bonito na sexta passada – mais fotos aí embaixo e no Flickr da Helena. E nessa sexta tem a última Noite Trabalho Sujo do ano, quem vai?

B.A., Cara de Pau, Murdock e Hannibal, da esquerda pra direita
Aconteceu essa semana, quando a Colmeia lançou três minidocumentários sobre três coletivos – por falta de melhor termo – para falar de como cada um deles funciona (além dOEsquema, eles também falaram com o Fora do Eixo e com a Soma). Até comentei na entrevista que o site ia crescer e que teríamos novos nomes em breve, mas no fim a edição acabou funcionando como o fim de fato da fase 1 dOEsquema. O fato dos quatro só termos nos encontrado pessoalmente na segunda passada – Mini e Arnaldo, por exemplo, nem se conheciam! – é sintomático: afinal, uma coisa é reunir nós quatro e outra é reunir todOEsquema, que, quem for mais esperto já percebeu, continua crescendo…
Já já eu falo mais disso.
Vou tocar com as Donde e o Isaac ali no já clássico Jivago, na querida Floripa. Quem anima? As coordenadas estão no Feice ou no site do Jivago.
Além da matéria que escrevi pro Link, fiz esse videozinho:
Só quem já foi numa festas dessas tem noção do estrago. As fotos do Ariel dão uma boa medida (dá pra ver tanto no I Hate Flash quanto no Facebook, curte lá)…
Épico. Quem foi, sabe. As fotos são da bela Bárbara Toledo e tem mais delas lá no Flickr da Dale.

Desde que a morte de Steve Jobs surgiu como um horizonte eterno para quem cobre tecnologia, eu e a Helô havíamos fechado em publicar a íntegra do clássico discurso do criador da Apple em Stanford, em 2005, como auto-obituário. Só não contávamos com a possibilidade de mexer com a gravidade do jornal de papel e transformar o discurso num poster, como fizemos nessa segunda-feira. Sério: só vendo pra ver como ficou foda. E o conselho de Jobs também serve como um salve para o Thiago (aproveita pra fazer o Flickr, porra!), o nome por trás da cara visual do Link de papel, que teve a manha de quebrar o braço ao comemorar a página fodona que é capa e contracapa do Link de hoje.
Lembrar que logo estarei morto é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a tomar as grandes decisões da vida. Afinal, quase tudo – todas as expectativas, todo o orgulho, todo o medo do fracasso ou do constrangimento – tudo isso se torna insignificante diante da morte, restando só aquilo que é importante. Lembrar que vamos morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que temos algo a perder. Já estamos nus. Não há motivo para não seguir o coração.
Além do texto de Jobs, a edição ainda conta com uma retrospectiva de sua carreira, textos da Helô, do João da Box1824 e do Barão do estúdio Nó Design sobre a influência de Jobs em nosso dia-a-dia, um perfil escrito pelo colunista de tecnologia da Slate, Farhad Manjoo e um texto meu sobre o lado ruim do falecido. E a íntegra do discurso de Jobs tá aqui.