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TRABALHO SUJO + AVALANCHE TROPICAL no CARNAVAL 2014

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E seguimos esse incrível verão 2014 com um baile de carnaval daqueles! Na última noite do carnaval deste ano, damos início a mais um novo experimento pop psicodélico na sede da Associação Brasileira de Empresários de Diversões, no centro da maior cidade da América do Sul, saudando a entrada da quarta-feira de cinzas. O happening alto astral conta com a sua disposição para vir fantasiado pois a noite se divide entre os maestros da good vibe da Noite Trabalho Sujo (Alexandre Matias + Luiz Pattoli + Babee + Danilo Cabral), que chamaram a trupe da Avalanche Tropical (Dago, Fer Tedde, Drunk Disco e Holger discotecando) para transformar essa passagem de terça-feira gorda para quarta-feira de cinzas naqueles momentos eternos de celebração feliz, em que o tempo parece congelar para todo mundo cantar junto e se acabar de dançar. Esse laboratório de boas vibrações começa a partir das 23h45 no mesmo lugar de sempre, nossa querida Trackers (R. Dom José de Barros, 337). Só entra no evento quem confirmar a presença pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h da terça-feira de carnaval. Repetindo: venha fantasiado.

BAILE DE CARNAVAL TRABALHO SUJO 2014
Terça-feira, dia 4 de março de 2014
Trabalho Sujo + Avalanche Tropical
DJs: Alexandre Matias, Danilo Cabral, Luiz Pattoli e Babee (Trabalho Sujo) e Dago, Drunk Disco, Holger DJs e Fer Tedde (Avalanche Tropical)
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 30, mas só entra com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com

Como foi a Sussa com a estréia do Adriano Cintra

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Domingo passado, Adriano Cintra mostrou as músicas de seu primeiro disco solo, chamado Animal e com previsão de lançamento para esse semestre na Sussa que fizemos no Neu. No pequeno show new wave, ele mostrou músicas com letras escritas por Guilherme Arantes, Tim Bernardes, Odair José, entre outros, além de cantar duas músicas do Cansei de Ser Sexy – veja os vídeos que fiz abaixo, junto com as fotos que querida Ju Alves tirou, saca só:


Adriano Cintra – “Desagradável Aparelho”

Tem mais aí embaixo:

 

Noites Trabalho Sujo apresenta Baile Psicodélico de Carnaval

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A última Noite Trabalho Sujo de fevereiro também coincide com o início do carnaval, por isso vamos entrar no mesmo clima quente do verão 2014 com nosso já tradicional Baile Psicodélico de Carnaval, em que eu, seu anfitrião, recebo Danilo Cabral e o garoto da início da festa Vinícius “Bracin” Félix para uma noite de delírio sensual arco-íris de prazer com hits de todas as épocas e o astral mais alto do Brasil. Quem conhece sabe…As coordenadas pra chegar estão dadas no site do Alberta #3 e na página do evento do Facebook – e mande seus nomes pra lista de desconto até às 20h pro email noitestrabalhosujo@gmail.com, porque o carnaval tá só começamdo…

Hoje é dia de Clube Sussa

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Quinta é dia de Clube Sussa – em vez de sair do trabalho e pegar fila num bar lotado, o lance é ir à Casa do Mancha tomar um drink, comer um hambúrguer e ouvir música boa, com discotecagem de Alexandre Matias, Danilo Cabral e Klaus Kohut. A entrada é R$ 10 e a primeira cerveja é por nossa conta. Começa às 19h e os Kod Burgers do Bruno Alves estarão por lá.

O Clube Sussa está sendo transmitido ao vivo por aqui.

CLUBE SUSSA
Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Com discotecagem de Alexandre Matias, Babee, Klaus Kohut e Danilo Cabral
Kod Burgers Artesanais e Bazar Companhia Rapadura
Casa Do Mancha
R. Felipe de Alcaçova – Pinheiros. São Paulo.
Telefone: (11) 3796-7981
A casa aceita cartões de débito.
Ingresso: R$ 10 (a entrada dá direito a uma cerveja)
Horário: a partir das 19h

Uma Sussa antes do carnaval 2014

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Mais uma SUSSA no Neu e pra fechar o fim de semana daquele jeito, chamamos o Adriano Cintra pra mostrar, pela primeira vez ao vivo, as canções de seu primeiro disco solo. E antes da apresentação, Alexandre Matias, Babee, Danilo Cabral e Klaus Kohut vão deixando a tarde naquele clima tranquilo já característico e com a presença dos já clássicos Kod Burgers, do Bruno Alves. Você sabe como é: o barato é curtir o restinho do fim de semana sem ligar a televisão e ao ar livre, junto com gente legal com uma trilha sonora caprichada ao cair da tarde…

Vamos lá?

SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 23 de fevereiro de 2014
A partir das 16h20
Show: Adriano Cintra
DJs: Danilo Cabral, Babee, Alexandre Matias e Klaus Kohut
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421. Água Branca. (mapa)
Telefone: 3862-0481
Aceita os cartões MasterCard, Visa, Diners
Ingresso: R$ 15 (com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com) e R$ 20 (sem nome na lista)

Hoje é dia de Clube Sussa

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Em vez de sair do trabalho e pegar fila pra sentar numa mesa num bar lotado, que tal ir na Casa do Mancha tomar um drink, comer um hambúrguer e ouvir música boa? O Clube Sussa começa nesta quinta com discotecagem de Alexandre Matias, Danilo Cabral, Babee e Klaus Kohut. A entrada é R$ 10 e a primeira cerveja é por nossa conta. Começa às 18h e os Kod Burgers do Bruno Alves estarão por lá.

CLUBE SUSSA
Quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Com discotecagem de Alexandre Matias, Babee, Klaus Kohut e Danilo Cabral
Kod Burgers Artesanais e Bazar Companhia Rapadura
Casa Do Mancha
R. Felipe de Alcaçova – Pinheiros. São Paulo.
Telefone: (11) 3796-7981
A casa aceita cartões de débito.
Ingresso: R$ 10 (a entrada dá direito a uma cerveja)
Horário: a partir das 18h

Como foi a Sussa com os Suppaduppa

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E a Sussa no domingo, com o Six e o Denem comemorando cinco anos do Suppaduppa foi incrível – quem foi sabe (e dá pra sacar pelas fotos da Ju, saca só. E essa semana teremos uma surpresa Sussa… Aguarde…

 

Verão 2014: Fevereiro SUSSA

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Qual o melhor jeito de aproveitar esse calorão do que saindo de casa numa festa ao ar livre, com uma trilha sonora sossegada no meio de gente boa? Neste domingo, a Tarde Trabalho Sujo chega mais uma vez à Casa Do Mancha, e convidamos Six e Denem, do Suppaduppa, para comemorar seu aniversário de cinco anos de existência do site na tranquila, e os dois ainda trazem o Bazar Rapadura para a tarde de domingo, que ainda conta com os já tradicionais Kød. burgers artesanais do Bruno Alves, além das discotecagens de Alexandre Matias, Klaus Kohut e Babee. A festa começa às 16h20 e segue noite adentro – e a casinha, de visual novo, agora aceita cartões de débito.

Vambora!

SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 9 de fevereiro de 2014
Com discotecagem de Alexandre Matias, Babee e Klaus
Convidados: Suppaduppa (Six e Denem) completando 5 anos do site Suppaduppa
Kod Burgers Artesanais e Bazar Companhia Rapadura
Casa Do Mancha
R. Felipe de Alcaçova – Pinheiros. São Paulo.
Telefone: (11) 3796-7981
A casa aceita cartões de débito.
Ingresso: R$ 20
Horário: a partir das 16h20

Eu, Ricardo Alexandre e Miranda conversando sobre os anos 90

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A foto ficou péssima, já tinha falado no Insta, mas é o único registro visual do papo que tive com o Miranda e com o Ricardo Alexandre sobre nosso período de formação – o meu e de Ricardo como jornalistas e o de Miranda, mais velho que nós dois, como produtor. Ricardo nos juntou ali no estúdio da YB na Vila Madalena pra falar sobre o período retratado em seu novo livro Cheguei Bem a Tempo de Ver o Palco Desabar – 50 Causos e Memórias do Rock Brasileiro (1993-2008), que será lançado em dois eventos nas próximas semanas. O que devia ser uma análise sobre como o mercado de discos desandou a partir do Plano Real para chegar à terra de ninguém que vivemos hoje virou uma bela conversa de boteco saudosista, com eu e Ricardo pilhando Miranda para contar suas histórias do início dos anos 90.

Cheguei Bem a Tempo… é o terceiro livro do Ricardo Alexandre e o título se refere não apenas à queda do palco no primeiro dia do segundo festival Juntatribo, em 1994, em Campinas, mas também à sua formação como jornalística no início da queda do sistema que havia se erguido décadas antes. Depois de usar o rock brasileiro dos anos 80 para falar da formação do mainstream pop no país em seu Dias de Luta e de contar a história de Wilson Simonal em Nem Vem que Não Tem, Ricardo abre mão de longas pesquisas e de temas delicados para lembrar de histórias de cabeça e escrever sem a pretensão de estar se referindo à história – embora esteja. Em tom de bate-papo, o livro foi publicado originalmente em posts em seu blog e exige uma leitura quase informal, de fácil grude, que o faz ser devorado rapidamente.

Estive ao lado de Ricardo em várias situações retratadas no livro – algumas nominalmente, quando o conheci na calçada do lado de fora do Hitchcock, em Santa Bárbara d’Oeste, quando saímos no meio de um show do Símbolo, quando o encontrava com o Emerson “Tomate” Gasperin na redação do Estadão, em que trabalharia dez anos depois, para irmos a shows ou coletivas de imprensa ou quando assistimos, às gargalhadas ao lado de Marcelo Ferla, ao Acústico MTV do Capital Inicial. Uma colaboração minha no Caderno Z que Ricardo havia criado no Estadão foi meu primeiro frila pago (uma matéria sobre o aniversário de Syd Barrett) e escrevi a primeira matéria de capa da volta da Bizz capitaneada por Ricardo, em 2005, sobre a volta dos Stones daquela época. Por isso passear pelas páginas do livro foi um reencontro com épocas da minha biografia que estavam encaixotados em prateleiras da memória. A melhor gargalhada do livro, a pergunta que outro bróder, Fabio Bianchini, faz ao baterista do Jota Quest, era dessas histórias que eu não me lembrava que lembrava.

Mas fora os bastidores da notícia, o livro fala da ascensão e queda de nomes que formaram o panorama pop brasileiro atual – dos Raimundos aos Los Hermanos, de Charlie Brown Jr. à Nação Zumbi, da Trama à Pitty, dos Racionais a Marcelo D2 -, explicando didaticamente como é que chegamos onde estamos. E, a meu ver, o principal trunfo do livro é contar essa história sem o pesar derrotista da maior parte dos contadores de história atuais. Seus ingredientes funcionariam como um prato cheio para quem quisesse detectar, nesses quinze anos retratados pelo livro (1993-2008), os motivos pelos quais o Brasil nunca vai dar certo. Mas a leitura de Ricardo redime o leitor e fechei o livro mais otimista do que quando o abri. Recomendo pacas.

Em São Paulo, o livro será lançado na Fnac de Pinheiros, dia 13, com show dos Charts. No Rio, o lançamento acontece na quinta seguinte, dia 20, na Livraria Cultura Cine Vitória, com show de Piu Piu e Sua Banda. Abaixo, uma hora e meia de papo furado entre eu, Ricardo e Miranda, que, diz, vai lançar seu próprio livro em breve. Aí eu quero ver!

“Se der tudo errado, dá pra começar de novo”

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Uma das últimas coisas que fiz na revista Galileu foi coordenar a parceria da revista com a Campus Party 2014, na semana passada, quando integrantes da redação participaram de atividades no evento. A primeira dessas foi um debate que propus entre a modelo Michi Provensi, o escritor André “Cardoso” Czarnobai e a diretora Vera Egito (o rapper Emicida também foi chamado para o bate-papo, mas não pode comparecer por motivos de saúde) sobre os limites da produção artística e o papel do artista frente a diferentes formatos e rótulos. Abaixo, a íntegra da conversa: