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Noites Trabalho Sujo em Brasília!

noites26agosto2015

Finalmente faço uma Noite Trabalho Sujo aqui em Brasília, minha terra natal, e não podia escolher ponto melhor pra fazer a cidade se acabar do que a clássica festa Moranga, que acontece ali no Outro Calaf, no Setor Comercial Sul (as informações estão todas na página do evento do Facebook). Eu e Danilo nos juntamos aos residentes Ivan Bicudo e Bílis Negra pra mexer mentes e quadris rumo ao ápice do alto astral. Se você está em Brasília sugira uma música pra ouvir hoje à noite aí nos comentários que eu posso colocar dois pares de VIPs na festa. Até às 18h eu dou notícias! Boraê?

Noites Trabalho Sujo no Rio de Janeiro

noites15agosto2015

A primeira edição das Noites Trabalho Sujo após a saída do Alberta #3 não acontece em São Paulo e sim no Rio de Janeiro, quando eu, Danilo e Pattoli tocamos em uma festa fechada em Ipanema. Se você estiver no Rio neste sábado 15 de agosto, diga nos comentários abaixo qual música que não pode faltar na edição carioca das Noites Trabalho Sujo que até o fim da tarde de sexta eu aviso quem ganhou – e não esqueça de colocar seu email pra que eu possa entrar em contato.

Ecossistema Singles e o Novo Mercado da Música

ecossistema-2015-agosto

Eis mais uma aula com um assunto, um professor e um tema que sai da da grade do Ecossistema da Música no Século 21 para ganhar vida própria: desta vez é João Marcello Bôscoli, da Trama, que conta a transição do analógico para o digital do ponto de vista das gravadoras, que perderam o fio da meada para deixar isso na mão da internet. A aula “O novo mercado da música” acontece no próximo dia 20 de junho no Espaço Cult, em São Paulo, e vai tratar do seguinte:

Como a queda da indústria do disco e a ascensão da internet renovou o interesse do público.

A digitalização da música nos anos 80 aumentou a massificação dos lucros das gravadoras, que perderam o vínculo afetivo com o público e passaram a tratá-lo como mero consumidor. Quando a internet renovou o interesse emocional pela música, surgiram brechas para novas iniciativas musicais que retomaram a paixão pela música como algo que faz parte da vida das pessoas e não mera trilha sonora.

– O que eram as gravadoras

– O que aconteceu com as gravadoras nos anos 80

– A invenção do CD, a maximização dos lucros e o início da pirataria física

– As majors: o auge da indústria fonográfica

– A invenção do MP3 e a chegada do Napster

– A popularização massiva da web e o download ilegal

– O papel da Apple e o iPod

– As redes socias

– A invenção do YouTube

– Os aplicativos de streaming

Participo da aula apresentando e mediando a conversa, cujas inscrições podem ser feitas aqui.

Rumo a Salvador

radioca-2015

Embarco neste sábado mais uma vez rumo à capital baiana para conferir de perto o festival que o compadre Luciano Matos comanda a partir do certeiro programa de rádio que toca há anos em Salvador ao lado dos feras Beto Barreto e Ronei Jorge. Voltado para a música independente brasileira, o Radioca virou um festival que vai reunir bambas como Siba, Cidadão Instigado, Mulheres Q Dizem Sim, Anelis Assumpção e Apanhador Só a nomes locais em ascensão, como Pitombeira, Oquadro e Ifá. Participo também de uma mesa sobre a cultura independente brasileira neste domingo ao lado de bambas como Bruno Nogueira, Marcelo Costa, Marcelo Monteiro (do Amplificador) e o trio do Radioca. A programação completa do festival pode ser conferida lá no site deles.

A última Noite Trabalho Sujo no Alberta #3

noites31julho2015

Acabou-se o que era doce, mas novidades virão. Por enquanto, vamos celebrar o fim de mais uma fase. Se você quiser concorrer a ingressos VIPs para essa última festa, sugira músicas nos comentários que até a sexta-feira eu escolho cinco ganhadores.

A última Noite Trabalho Sujo no Alberta #3
com Luiz Pattoli, Danilo Cabral e Alexandre Matias
Sexta-feira, 31 de julho de 2015
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

A tecnologia como aliada

vamosviverjuntos

O projeto Família + Ativa da Nestlé visa tornar os parentes mais próximos em diferentes atividades e eles me chamaram para falar sobre a importância da tecnologia nesta hora.

Noites Trabalho Sujo | 24.07.2015

noites24julho2015

Vamos deixar o frio do inverno do lado de fora da pista de dança! Sexta-feira o comando das Noites Trabalho Sujo fica comigo e com o Danilo Cabral, que recebem os notívagos de sempre com hits de todas as épocas e músicas que não vão deixar ninguém parado – só no alto astral.

Noites Trabalho Sujo
com Danilo Cabral e Alexandre Matias
Sexta-feira, 24 de julho de 2015
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

Rumo a Sorocaba

febre2015

Acompanho a cena independente do interior de São Paulo desde que comecei a trabalhar em jornal e foi com muita satisfação que recebi o convite para participar da primeira Febre, uma conferência musical que reúne shows e debates em diversos lugares de Sorocaba, a 100 quilômetros de São Paulo e começa nessa sexta 24. Minha participação acontecerá na conferência sobre novas mídias e converso com o compadre Camilo Rocha, com mediação do jornalista local Felipe Shikama.

O convite veio de Peu, que atua como produtor musical há dez anos e cultural há cinco, como parte do coletivo sorocabano Rasgada. Ele me contou que está há dois anos amadurecendo o conceito do evento: “Fui pro SXSW ano passado depois de assistir a um doc sobre ele onde mostrava o começo de tudo em 87 e vi que existiam muitas similaridade Austin de 87 com a Sorocaba de agora. Daí resolvi fazer um formato parecido com o que rolou lá.”

“Não posso falar muito pelo interior todo, mas sei que Sorocaba é uma das cidades do interior onde mais surgem artistas de todas as vertentes e, com certeza, é a que mais recebe show autoral. Estamos com uma secretaria de cultura que, pela primeira vez, abriu diálogo com os artistas locais e com o Sesc que é super parceiro dos coletivos e produtores da cidade. A cena aqui cresce a passos largos e, agora, começa a se profissionalizar”, explica.

Peu quer que o Febre seja anual: “Assim as pessoas, aos poucos, vão se apropriando e a coisa começa a ficar digna de ser chamada de festival”. Além da mesa que participo, outras atrações incluem Marcelo Yuka, Cidadão Instigado, Pedra Branca, Boogarins, Jair Naves, Wry, Single Parents, Sombra, Charme Chulo, Inky, entre outros. A programação completa pode ser vista no site do festival.