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Discutindo youtubers na Bienal do Livro

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Daqui a pouco, às 17h, participo da minha primeira Bienal do Livro em São Paulo, dividindo a mesa com o professor Christian Dunker para falar sobre “Campeões de audiência: formação de opinião e influência dos youtubers“, no palco Salão de Ideias. Me rotularam de youtuber na minha descrição, mas não acredite em tudo que você lê! E se você estiver por lá, aparece para dar um alô. Sexta que vem volto ao evento, desta vez com um youtuber de fato: o menino PC Siqueira. Mas lembro por aqui depois.

Como foi a primeira edição do Spotify Talks

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O primeiro Spotify Talks, série de encontros e conversas sobre música que inventei de fazer com o pessoal do Spotify, aconteceu nesta terça-feira e reuniu alguns dos principais nomes da atual música brasileira. Aproveitei a reunião de Mahmundi, Lucas Santtana, Céu e Emicida para conversar sobre o início de suas carreiras, que começou neste momento estranho da indústria fonográfica, em que o modus operandi convencional – o que chamamos de mainstream – desmorou, implodindo em nichos cada vez mais populosos, em que cada artista pode experimentar tanto na composição e gravação de seus trabalhos, quanto em sua apresentação e divulgação. A íntegra da conversa deve pintar em algum dia desses por aqui, mas o pessoal do Update or Die acompanhou o debate e escreveu sobre o encontro, além de fazer estes vídeos abaixo com os participantes sobre o que é o mainstream neste início de século.

Fala Céu:

Emicida:


Emicida

Lucas:


Santtana

Mahmundi:

O próximo Spotify Tracks acontece no mês que vem e assim que tivermos fechada a programação eu anuncio aqui.

#SpotifyTalks: Contraponto ao mainstream

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Uma série de encontros para discutir as diferentes facetas do mundo da música neste século – este é o SpotifyTalks, que começa na semana que vem, que desenvolvi em parceria com o aplicativo de streaming de música mais popular do mundo. A ideia dos eventos é justamente mostrar que o Spotify não é apenas um software e que está ativo junto à comunidade musical brasileira e o primeiro deles acontece na terça que vem, com um debate sobre como o que chamávamos de mainstream está mudando à medida em que os nichos deixam de ser pequenos. Para isso, chamei quatro nomes da nova música brasileira que viveram diferentes fases do mercado fonográfico: Céu, Lucas Santtana, Emicida e Mahmundi. Este primeiro encontro é fechado (estamos estudando a possibilidade de transmitirmos os próximos) mas dá pra acompanhar a discussão com o pessoal do Update or Die.

Noites Trabalho Sujo | 13.08.2016

noites13agosto2016

O frio que paira sobre o mês de agosto acabou funcionando como uma materialização do marasmo e da rotina pessimista que tem dominado este 2016, o que urge a necessidade de mais um ritual psíquico-científico para promover o descarrego de almas e a desintoxicação dos corações. Em nosso encontro mensal tecnopagão no centro de uma das maiores megalópoles do hemisfério, reunimos um time de estudiosos da harmonia e acadêmicos do ritmo para elevar espíritos e conectar neurônios apenas com o poder de frequências sonoras. O laboratório que batiza o evento, chefiado pelo cientista-orgânico Alexandre Matias, tem uma baixa na formação devido à perigosa incursão que o metaexplorador e galã Danilo Cabral tem feito no mundo da bruxaria pré-adolescente, fazendo que o cônsul do naturismo hormônico, o ministro Luiz Pattoli, acumule a função de copiloto e navegador durante a expedição para o interior da mente. O sarau idílico no auditório azul néon ainda conta com as presenças ilustres do casal formado pela historiadora em tempo real Liv Brandão e antropólogo comportamental Arnaldo Branco, ambos em visita fulminante fugindo do balneário carioca que sedia os Jogos Olímpicos. A dupla de pesquisadores Missin Link, formado pelos analistas de frequencias Daniel Prazeres e Vanessa Gusmão, também dominam o público pagante com seu transe emocional. Do outro lado daquele andar, um verdadeiro time de sociólogos, analistas de sistemas, bon vivants, exploradores e notívagos reunidos no instituto de filosofia Scream & Yell, liderado pelo anfitrião Marcelo Costa, que recebe as duplas Bruno Dias & Tiago Agostini e Nat Julio & Renato Moikano, além de Bruno Capelas e Tiago Trigo no auditório preto, dispostos a derreter corações e quadris com uma sequência emblemática de registros sonoros de afeição emocional. À entrada, outra dupla, esta formada pelo escultor de luz Fabs Grassi e pela viajante temporal Priscila de Castro Faria, recebem os que chegam num transe sensual para aquecer glândulas pineais. A presença neste encontro precisa ser confirmada através do endereço eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h do dia da realização do evento, quando as confirmações começam a chegar de volta. Ouça seu coração e se aqueça neste inverno, começando por essa amostra que disponibilizamos na rede:

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sábado, 13 de agosto de 2016
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias e Luiz Pattoli (Noites Trabalho Sujo), Liv Brandão e Arnaldo Branco, Daniel Prazeres e Vanessa Gusmão (Missin Link), Fabs Grassi e Priscilla de Castro Faria (no lounge), Marcelo Costa, Bruno Capelas, Bruno Dias, Tiago Agostini, Nat Julio, Renato Moikano e Tiago Trigo(Scream & Yell)
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 30 só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. E chegue cedo – os 100 que chegarem primeiro na Trackers pagam R$ 20 pra entrar.

As 10 músicas mais importantes do indie brasileiro para o Mancha

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Neste domingo acontece a segunda edição do festival Fora da Casinha, que o compadre Mancha Leonel – o Mancha, da Casa do Mancha – levanta na raça e na unha, sem patrocínio e reunindo o filé da produção musical brasileira independente. Na edição do ano passado ele bateu na tecla do indie rock brasileiro, crucial em sua formação e na história da casinha. Na edição 2016, ele aponta para o perfil atual do estabelecimmento e seus passos futuros, incluindo ícones do rock independente nacional e novos sabores da atual cena pop brasileira, reunindo dez apresentações (Hurtmold, Jaloo, Mauricio Pereira, Cidadão Instigado, Anelis Assumpção & Dustan Gallas, Luiza Lian, Kiko Dinucci, Maglore, As Bahias e a Cozinha Mineira, Ventre e Juliana Perdigão) em três palcos a partir das quatro da tarde. Como no ano passado, eu, Luiz e Danilo representamos a SUSSA – Tardes Trabalho Sujo, tocando apenas música independente brasileira na área comum, que conta com área de alimentação, feirinha de publicações independentes, lançamento do livro Cena Musical Paulistana dos Anos 2010, do Thiago Galletta, e exibição do documentário Música ao Lado” sobre as pequenas casas de shows em São Paulo. O evento acontece na Unibes Cultural, do lado do metrô Sumaré (mais informações aqui), e eu pedi pro Mancha escolher as dez músicas do indie brasileiro que foram mais importante em sua formação. Sugiro dar play no vídeo e abaixar o volume para ouvir a música comentada ao fundo da explicação da escolha para cada faixa.

mancha-2016

Bonifrate – “Cantiga da Fumaça”

Pullovers – “Tudo Que Eu Sempre Sonhei”

PELVs – “Even if the sun goes down”

Astromato – “No Macio, No Gostoso”

Bazar Pamplona- “Faixa Bônus”

Thee Butchers Orchestra – “Sugar”

Motormama – “Coração Hardcore”

Wado e o Realismo Fantastico – “Tormenta”

Apanhador Só – “Não Se Precipite”

Superguidis – “Malevolosidade”

Nessa sexta, em Campinas

onde-pulsa

Participo do debate de abertura do festival Onde Pulsa Nova Música, que começa nessa sexta-feira, em Campinas. É um papo sobre blogs e música independente em que falo ao lado do Leandro Filippi, (do Rocknbeats), Marcelo Costa (do Scream & Yell), Héctor “Zazá” Vega (do Café in Sônia) e do Daniel Perondi (do programa Mais Caminhos), que acontece a partir das 20h na Oca (mais informações aqui). A entrada é gratuita.

Noites Trabalho Sujo | 16.07.2016

noites16julho2016

Rumo a mais uma madrugada de experimentação psíquico-física no coração da metrópole sulamericana, não vamos deixar as frias temperaturas deste inverno tirar o ânimo de nossa incursão à sintetização do calor humano a partir do movimento de corpos sob frequências sonoras movidas por ritmo. São três ambientes dedicados à aproximação corporal e à fluência das boas vibrações. Na sala azul, a dupla de pesquisadores Karen Ercolin e Acácio Mendes, que agora atendem pelo nome coletivo Gemini, começa a fritar neurônios e sacudir quadris logo no início da noite. Após esta explanação, o laboratório responsável pela realização do encontro mensal, o já consagrado trio de cientistas do som Noites Trabalho Sujo, seguem aquecendo corações e mentes à base de novas referências culturais e velhas memóriais nostálgicas – a celebração promovida pelos doutores Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral é conhecida por estabelecer a tônica do experimento. A dupla de investigadoras notívagas Girls Bite Back, composta pelas antropólogas sociais Ana Prado e Nathalia Capistrano, começam a mover instintos no ambiente preto, friccionando libido e álcool às moléculas de som e preparando o terreno para a chegada de duas videocomunicadores, a envolvente Fernanda Catania e a elétrica Maira Medeiros, dos institutos Foquinha e Nunca Te Pedi Nada, respectivamente. Na área do lounge, próxima à entrada, os novatos Pedro Jansen e Léo Freire, que apresentam-se como O Cafuçu e o Hipster, recebem os convidados trabalhando em diferentes frentes culturais. O ingresso para esta noite de experimentação de sentimentos e emoções só é permitida àqueles que enviarem seus nomes para o endereço de correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h deste sábado. Não se acanhe com a chuva, ela está na programação deste transe e só durará ate o início da noite. Para evitar problemas à entrada, fica a sugestão de chegar mais cedo. Aguardamos a presença de todos. Abaixo uma prévia da tônica da noite.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sábado, 16 de julho de 2016
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Karen Ercolin e Acacio Mendes (Gemini), Fernanda Catania (Foquinha) e Maira Medeiros (Nunca Te Pedi Nada), Pedro Jansen e Léo Freire (O Cafuçu e o Hipster), Ana Prado e Nath Capistrano (Girls Bite Back).
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 30 só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. E chegue cedo – os 100 que chegarem primeiro na Trackers pagam R$ 20 pra entrar.