Trabalho Sujo - Home

Desaniversário | 4.4.2026

Começamos abril já com o pé na pista de dança, quando eu, Claudinho, Clarice e Camila nos reunimos mais uma vez para fazer todo mundo se esbaldar na Desaniversário de abril, que acontece neste sábado, dia 4, no Bubu. Como sempre, começamos cedo (às 19h) para terminar cedo (meia-noite), assim todo mundo aproveita o fim de semana direitinho. O Bubu fica na marquise do estádio do Pacaembu. Vem dançar com a gente!

Inferninho Trabalho Sujo apresenta Belladona e Tiny Bear @ Redoma (27.3)

Esta semana não tem Inferninho, mas na próxima sim quando mais uma vez volto ao Clube Redoma no Bixiga trazendo dois artistas em ponto de bala. O trio noventista Belladona toca pela primeira vez na festa, abrindo para a reincidente Tiny Bear, que está prestes a lançar seu primeiro álbum. O Redoma fica em frente à pracinha do Bixiga, no número 825-A da Rua Treze de Maio, a casa abre às 21h e os ingressos já estão à venda!

Extremos aparentes

Caio Colasante começou mais uma edição quentíssima do Inferninho Trabalho Sujo na Porta Maldita com suas canções solo cada vez mais definidas, não importe com quem toque. O ex-guitarrista da banda Os Fonsecas que também acompanha o duo de hip hop Kim & Dramma veio cercado de velhos comparsas, como o baterista Thalin (outro ex-Fonsecas que vem firmando seu trabalho solo, baseado no rap, com quem Caio também tem tocado) e o percussionista Bruno “Neca” Fechini (dos Tangolo Mangos, onde Caio também teve uma breve participação como guitarrista temporário) e trouxe dois novos nomes para sua banda, o baixista do Saravá Roberth Nelson, e o guitarrista da Mundo Vídeo Vítor Terra. E mais do que compositor e guitarrista, Caio tem uma verve maestro que faz com que todos que toquem com ele o sigam em arranjos que parecem simples, mas que tem uma complexidade específica que vem de suas referências musicais, que vão do rock progressivo, ao jazz fusion e, principalmente, pela MPB dos anos 70 e 80, coroada pela influência do principal mestre do músico, o saudoso mestre Jards Macalé. Ele ainda tem uma certa timidez nos vocais, mas nada que a prática não o deixe mais à vontade, por isso é bom ficar de olho no que ele vem fazendo.

Depois do Caio Colasante, foi a vez do Tutu Naná mais uma vez apavorar no palco do Inferninho. Depois de exibir pela primeira vez o ótimo clipe de “Sobre as Aves”, o grupo fez a microfonia e o barulho tomar conta da Porta Maldita, sempre sobre vocais sussurrados, efeitos eletrônicos e percussão absurda, fazendo a aparente contradição entre suas principais influências – o noise e a MPB – cair por terra assim que o som começa. Além de tocar músicas do recém-lançado EP batizado com o mesmo nome do clipe que apresentaram, também mostraram pela primeira vez em público sua versão para “Caxangá”, de Milton Nascimento. A química entre os integrantes talvez seja sua principal arma secreta, com a guitarra fulminante de Akira Fukai misturando-se com o baixo melódico de Jivago Del Claro, as viradas de tempo absurdas de Fernando Paludo (um misto de Milton Banana com Keith Moon) e os vocais e flauta transversal de Carolina Acaiah, que vem se soltando cada vez mais nos efeitos, fazendo a bruxaria eletrônica pairar sobre o furacão eletroacústico do grupo. Pra variar, outro showzaço.

#inferninhotrabalhosujo #tutunana #caiocolasante #aportamaldita #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 045 e 046

Infernizando Curitiba

Foi demais a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo, que aconteceu neste sábado, no ótimo e novíssimo Macro Bar e Pista, uma casa ampla com três ambientes – uma área externa, uma pista ampla e uma área superior para shows – que funcionou lindamente pra marcar a chegada da festa à capital paranaense. A noite começou com a discotecagem em vinil da Márcia Manzana, que preparou um set só tocando versões alternativas de músicas conhecidas, e logo emendou com o primeiro show da noite, quando a banda 3x, projeto guitarreiro do rapper Respx, que não deixou ninguém parado, bebendo de diferentes fontes da história do rock – do punk ao emo, passando por hardcore e rock de garagem -, com atenções divididas entre os dois vocalistas, o elétrico Respx e a carismática Niko, que começaram esquentando a noite do melhor jeito possível.

Depois foi a vez da Feralkat, liderada por Natasha Durski, que hipnotizou o público com camadas de ruído lento e paisagens sonoras etéreas, construindo um universo onírico entre o trip hop e o shoegaze. Pilotando três sintetizadores, além de tocar guitarra, ela funcionou como um respiro entre os shows elétricos das duas bandas roqueiras que tocaram antes (3x) e depois (Wi-Fi Kills) de seu show. E além de pinçar uma ótima versão para “The Rip” do Portishead, ainda mostrou sua canção-assinatura, que acaba por sintetizar a vibe da banda a partir de seu título, “Lyncheana”.

O último show da primeira edição do Inferninho em Curitiba trouxe a new wave fulminante do Wi-Fi Kills, liderada pelo sensacional Klaus Koti, que também apresenta-se como uma banda de um homem só chamada O Legendário Chucrobillyman. Tocando guitarra e sintetizadores, Koti fez seu grupo passear por canções sobre inteligência artificial e Corel Draw (!), sempre no limite entre o ritmo e o ruído, e não escapou de tocar uma versão para uma música de uma banda que é um dos seus alicerces musicais, quando tocou “Uncontrollable Urge”, do Devo. O público foi ao delírio – deixando tudo mais fácil pra minha discotecagem que segurou o povo até às quatro da manhã. Quando é a próxima? Quero mais!

#inferninhotrabalhosujo #feralkat #wifikills #3x #selectamanzana #macrobarepista #curitiba #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 040 a 042

Inferninho Trabalho Sujo apresenta Feralkat, Wi-Fi Kills e 3x @ Macro em Curitiba (6.3)

Alô Curitiba! Nessa sexta-feira volto à cidade para realizar a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo na capital paranaense. Começou numa tentativa de comemorar o aniversário de dois capricornianos ainda em janeiro, mas o papo com a Fernanda Maldonado evoluiu com a entrada da Marcia Manzana, que fez a ponte com o Macro Bar e Pista e logo estávamos escolhendo bandas locais para tocar na mesma noite, que recebe as participações de Feralkat, Wi-Fi Kills e 3x, além da Selecta Manzana com sua discotecagem em vinil e o back to back que deu origem a tudo, quando toco com a Fernanda. A noite começa às oito e vai até altas madrugadas, a casa fica na Rua João Negrão, 2450 e os ingressos já estão à venda. Vamoooos!

Picles em chamas!

O Inferninho Trabalho Sujo desta quinta pegou fogo! A noite começou com a banda Boia estreando no Picles e fazendo o público cantar junto músicas que nem conhecia! Ases da música, os seis integrantes do grupo contagiaram os presentes com o magnetismo da vocalista Luli Mello e os solos do guitarrista Murilo Costa Rosa e do flautista e saxofonista Tato Quirino, sempre em harmonia com o violão e os vocais de Leo Bergamin, o baixo de Murilo Kushi e a bateria de Decco. Bebendo de diferentes fontes da MPB, o grupo mostrou seu show mais autoral, tocando apenas músicas próprias (e prometendo um EP para breve), abrindo exceção apenas para a bela “Sonhei Que Viajava Com Você”, do mestre Itamar Assumpção. Finos demais.

Depois foi a vez dos baianos do Tangolo Mangos apagar o fogo aceso pela banda Boia com gasolina. O quinteto baiano está cada vez mais afiado e eles não precisam nem trocar olhares para engatar mudanças de tempo, alinhar solos de guitarra e dominar o público. O carisma irrefreável dos vocalistas Felipe Vaqueiro – em sintonia finíssima com o outro guitarrista, mais na dele, Théo Kiono, que por sua vez sempre de olho no baterista -João Antônio Dourado , João Denovaro e Bruno Fechine só tornava a noite ainda mais quente, à medida em que cada um deles incendiava o Picles com seus instrumentos – Vaqueiro é um guitarrista absurdo, Deno trata o baixo como uma guitarra e Bruno passeia por inúmeros instrumentos de percussão, puxando o rock da banda sempre pra algum recanto do sertão nordestino e fazendo o público explodir em gritos e rodas de pogo. O grupo tocou várias músicas de seu álbum Garatujas, algumas do tempo que a banda só tinha um Soundcloud e outras tantas do próximo disco, que está em fase de finalização e, conforme anteciparam, deve sair ainda esse semestre.

#inferninhotrabalhosujo #tangolomangos #bandaboia #picles #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 038 e 039

Inferninho Trabalho Sujo apresenta Tutu Naná e Caio Colasante @ Porta Maldita (13.3)

Vamos a mais um @inferninhotrabalhosujo na Porta Maldita, reunindo duas atrações já conhecidas da casa. Quem abre a noite é o Caio Colasante, que já esteve na festa tocando com sua antiga banda Os Fonsecas e agora mostra sua carreira solo ao lado de uma superbanda do novo indie paulistano formada por Vítor Terra (Mundo Vídeo) na guitarra, Bob Nelson (da Saravá) no baixo, Bruno “Neca” Fechine (dos Tangolo Mangos) na percussão e Thalin na bateria. Depois é a vez dos Tutu Naná, que mostram o novo EP que acabaram de lançar, chamado Sobre as Aves, e também exibem o clipe de mesmo nome antes de sua apresentação. Depois das bandas, o palco torna-se a já tradicional jam infinita da casa enquanto eu discoteco até altas madrugadas. Os ingressos já estão à venda.

Desaniversário | 7.3.2026

Vamos a mais um sábado daqueles, quando transformamos o Bubu naquela pista de dança que tanto amamos, pois dia 7 de março é dia de Desaniversário. E mais uma vez eu, Clarice, Camila e Claudinho fazemos todo mundo se acabar de dançar ouvindo aquelas músicas que adora cantar juntos – e conhecendo outras que trazemos especialmente pra festa. E não esquece que a festa começa cedo, às 19h, e termina cedo, à meia-noite, pra todo mundo se esbaldar e ainda aproveitar o domingo. Vem dançar com a gente!