Vintedoze: Tudo novo

Eis uma das primeiras novidades desse ano: Anos Vinte agora é um programa em vídeo, em coprodução com o núcleo Catatau, da produtora Colmeia (conduzidos pela incrível Bia Sano). No primeiro, falamos sobre Arrested Development, Grant Morrison e Tom Rachman.

O áudio ainda segue baixável para quem quiser ouvi-lo em trânsito – e outra novidade é que teremos mais convidados ainda esse ano.


Ronaldo Evangelista + Alexandre Matias – “Vintedoze #01” (MP3)

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Sem Resultados

  1. Luiz Augusto. disse:

    ficou sensacional agora com imagens.
    mas tem duas coisas que me… ‘irritaram’:
    1.a falta de trilha sonora
    2.aquela coisa em cima da mesa, até parece uma miniatura de um arranha-céu. coisa estranha.

    até.

  2. Glauber disse:

    arrested development > seinfeld, só digo isso

  3. Alexandre Duque disse:

    Realmente. O que era aquilo em cima de mesa? hahaha

    Adorei agora ver voces dois falando. Como já disseram aqui e no Vimeo, a falta de trilha sonora me incomodou também… mas deve ser questão de costume.

    Quanto aos assuntos… Boiei total. Mas gostei de aprender as origens do Superman e toda a história da narrativa dos quadrinhos serem superiores ao de uma série, ou filme, e a do tempo de assimilação.

    E eu já tava com muita vontade de ler o American Gods, Matias. mas depois da sua resenha me deixou salivando! Hahaha

    Um belo começo para o Vintedoze, Abraços!

  4. Daniel Araujo disse:

    – O vídeo ficou massa, muito bem editado, e o som finalmente bom, mas…
    – …por quê não tem vinil de fundo??
    – O Grant Morison nos Invisíveis é o King Mob.
    – Peter Milligan fazia “Shade the Changing Man”
    – XIS men. Mané équis o quê.
    – No proximo 20-12 vou descolar um uisque pra tomar enquanto assisto.
    – SUPERGODS é muito muito massa, mas tem momentos em que parece ter sido escrito só prá refutar o Alan Moore. O Grant Morrison tem problemas sérios com o véio barbudo!
    – Aconselhavel ler HOMENS DO AMANHÃ depois do SUPERGODS. A visão do Morrison é muito parcial, do cara que está lá engolido pelo “sistema”.
    – Jason Todd!
    – Batman é mais popular que Jesus Cristo?
    – E a granada alien em cima da mesa?

  5. YCK disse:

    Muito bom, achei que iam conectar rock e hq, falar da Rolling Stone e da Zap Comix terem surgido no mesmo lugar e no mesmo ano, mas não foram tão longe. Continuem indicando livros.

  6. Lucas Braga disse:

    Não sei se vcs ainda leem os comentários à maneira radiofônica, mas aquela parte do Batman foi meio forçada. Vocês saíram dos anos 60 e já caíram nos 80 ignorando o que o Neal Adams fez nos anos 70 pra avançar com o personagem e seu semblante mais sombrio. Foi Adams (junto com o Dennis O’Neil) que inventou o Ra’s al Ghul e fez aquela história famosa (“A vingança quíntupla do Coringa”, ou algo do gênero) que tirou a imagem de bandido aloprado do Coringa pra projetá-lo como um vilão psicopata. Sem Neal Adams (e essa transição da tal Era de Bronze), não haveria nem Dark Knight Returns e nem The Killing Joke.

    No mais, muito bom, ficou ótimo sem bg!

    Abraço.

  7. Vale lembrar que o Livro Habibi de Craig Thompson, autor de Retalhos, ainda não foi lançado no Brasil.