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Desaniversário | 12.8.2023

Prontos pra mais uma festa daquelas? Mas sem excessos, somos todos adultos. Então mais uma vez me reúno à Clarice Reichstul e à Camila Yahn sob a marquise do estádio do Pacaembu no nosso querido Bubu para mais um Desaniversário. A gente não precisa completar anos pra ter motivo pra reunir os amigos e dançar até cansar – mas como ninguém quer perder o domingo, começamos cedo e terminamos cedo também. O Bubu fica na Praça Charles Miller s/n° e no som a gente promete só músicas que você gosta de dançar – e nem lembrava mais delas!

Inferninho Trabalho Sujo apresenta Filarmônica da Pasárgada

Mais uma noite acesa pelo fogo da música, desta vez numa sexta! Toco fogo em mais um Inferninho Trabalho Sujo ali no Picles, que começa com a apresentação da banda Filarmônica da Pasárgada, que toca por volta das 22h, seguida da minha discotecagem ao lado da comadre Francesa Ribeiro, aquecendo corações e quadris até a hora que acendem a luz! O Picles fica no número 1838 da Cardeal, no coração do maltratado bairro de Pinheiros e quem chegar antes das 21h não paga para entrar! Vamos!

Bom Saber #102: Maria Clara Parente

No meu programa de entrevistas Bom Saber converso com a jornalista, atriz e diretora Maria Clara Parente que está às vésperas de lançar seu documentário em três partes Regenerar, que traça um paralelo entre a crise climática e a modernidade colonial a partir de três ângulos, morte, sonho e vida. Com entrevistas com nomes como Bayo Akomolafe, Tainá de Paula, Sidarta Ribeiro, Aza Njeri, Aline Matulja, Márcia Kambeba, entre outros, o filme, que está passando em festivais e deve estrear em São Paulo em outubro, conecta as respostas para este problema às culturas ancestrais abordadas pela diretora. Maria Clara também aproveitou o período pandêmico para deixar aflorar sua veia poética e lançou os livros Empurrar o Chão e Nas Frestas das Fendas neste período.

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DM: O efeito Barbenheimer

Dodô começou o DM falando que não achava que esse papo de Barbenheimer era grande coisa, uma vez que achava que Barbie humilhou Oppenheimer, mas eu continuei falando sobre a importância desse tipo de antagonismo na época em que vivemos – um antagonismo essencialmente político, mas que transcende o limite básico entre dois gêneros. Isso é motivo para falarmos deste fenômeno pop para além das telas de cinema e também discorrermos sobre a greve de atores e roteiristas de cinema e TV nos EUA, o novo do Scorsese, a masculinidade tóxica de um Hamlet original, o mundo multipolarizado e outros assuntos que atravessam mais um DM.

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Aparelho: Tabu Conânico

Retomamos nossa sessão de jornalismo-fumaça na bifurcação entre Barbie e Oppenheimer e, depois de descobrir que nenhum de nós três havíamos visto nenhum dos dois filmes, descemos o desfiladeiro do The Doors guiado por Oliver Stone para chegar no vale do Conan que faz Tomate lembrar que voltou à academia, Vlad traçar um paralelo com o maconheirismo e eu misturar isso tudo com kardecismo e surrealismo. Daí partimos para o fim da contracultura, o antônimo de FOMO, as mudanças no Twitter, uma dieta de filmes de super-herói, o Hot Wheels do Lars Von Trier, cinetistas monstruosos, novos causos roleiros, o dia do Batman, bombas em bancas de jornal, os contemporâneos do Mussolini, Bloody Hell in America, a ansiedade provocada pelas redes sociais, grandes polêmicas que não duram 24 horas e como as grandes fortunas brasileiras começaram na escravidão ou na ditadura militar dos anos 60.

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Contagem regressiva para a fervura

Mais uma noite quente no Picles – e nesta quinta quem começou os trabalhos no Inferninho Trabalho Sujo foi a dobradinha feita pelos shows do carioca Perdido e da pernambucana Lulina, ambos afiados para deixar tudo daquele jeito que a gente gosta. Os dois dividiram o palco ao compartilhar os vocais em uma versão synth para “Fuga pelo Miojo”, do CD-R Aos 28 Dei Reset na Minha Vida que Lu lançou há 15 anos, com sua clássica contagem regressiva para a fervura. Depois, eu e Fran seguimos costurando hits e pérolas feitas pra aquecer a madrugada (e toquei até uma do disco novo da Luiza Lian!).

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Todo Mundo Quer Mandar no Mundo: As redes sociais alimentam a extrema-direita?

O quanto a ascensão da extrema-direita neste início de século 21 está ligada à popularização das redes sociais? Na nova edição de nosso programa sobre política internacional, eu e Tomaz Paoliello conversamos sobre como esta não é uma novidade recente e falamos sobre como novas tecnologias, em diferentes momentos da história do século passado, ajudaram a reforçar noções radicais de conservadorismo político que acabaram gerando diferentes formas de fascismo em vários países do mundo e como isso também está ligado ao crescimento de religiões xiitas que rezam na mesma cartilha desta corrente política troglodita.

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Inferninho Trabalho Sujo apresenta Lulina e Perdido

Bora tacar fogo nessa quinta-feira que neste dia 27 de julho tem mais um Inferninho Trabalho Sujo não com uma, mas com duas atrações ao vivo. O carioca Perdido abre os trabalhos ainda às 21h seguido da querida mestra indie pernambucana Lulina, que ajudam a aquecer a noite com canções que vão fazer todos arder de emoção. Depois eu e a Fran embebedamos esse incêndio com gasolina porque você sabe que quando a gente se junta a pista entra em ebulição e só termina antes do sol raiar porque a casa tem hora pra fechar (que é um pouco antes do sol raiar, diga-se de passagem). Nossa acabação feliz acontece no querido Picles (no número 1838 da Cardeal, no coração de Pinheiros) e quem chegar antes das 21h não paga pra entrar (se chegar depois é 25 contos, tá sussa, vai). Venha!

Bom Saber #101: Guto Lacaz

Inaugurando a nova temporada do meu programa de entrevistas Bom Saber em grande estilo, com a presença do mestre Guto Lacaz. Um dos grandes artistas plásticos brasileiros, Guto mistura arte e ciência em suas obras, que acontecem no papel ou em performances memoráveis. Conversei com o Guto sobre arte, cultura e criatividade, além de falar sobre seus projetos recentes, incluindo uma homenagem a um de seus grandes ídolos, Santos Dumont.

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Tudo Tanto #152: Ava Rocha

Em mais uma edição do meu programa sobre música brasileira Tudo Tanto, chamo a maravilhosa Ava Rocha para falar sobre seu disco mais recente, Nektar, que acaba de ser lançado depois de ter sido gestado desde antes dos anos pandêmicos. Álbum sensível e multifacetado, o quarto disco da cantora carioca (que será lançado ao vivo no próximo dia 30 de julho, no Sesc Pinheiros) é o motivo para conversar com Ava sobre criação, inspiração e racionalização de processos sensíveis, que conta como o disco foi concebido entre viagens, pandemia e profundas reflexões individuais sobre ser artista.

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