A hora de Marcelo Cabral

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Lenda-viva do skate paulistano (quando subia e descia as ruas usando o pseudônimo de Cabralha), o baixista Marcelo Cabral atualmente é mais conhecido pela precisão incisiva das linhas de baixo do Metá Metá ou pelos arranjos que faz nos discos em que trabalha (de Criolo a Elza Soares). Ele está prestes a lançar seu primeiro disco solo, batizado de Motor, em que reforça este seu lado arranjador e mostra sua faceta de compositor num álbum sensível, delicado e minimalista, sem baixos elétricos ou acústicos, tocado apenas no bass synth. O disco foi produzido por Daniel Bozzio, Romulo Fróes e pelo próprio Marcelo, e conta com músicas compostas pelo baixista ao lado dos colaboradores Clima, Rodrigo Campos, Alice Coutinho e Romulo, além de participações de velhos chapas como Ná Ozetti, Maria Beraldo, Cuca Ferreira, Criolo e Guilherme Held, além dos broders de Metá Metá, Sérgio Machado, Kiko Dinucci, Thiago França e Juçara Marçal. Motor chega nesta terça-feira nas plataformas digitais e ele antecipa a faixa-título, cantada por Romulo, com exclusividade para o Trabalho Sujo:

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A capa de Motor, mostrada também em primeira mão para cá, foi feita pela companheira de Marcelo, Manuela Eichner, com quem ele vai passar uma temporada na Alemanha logo após o lançamento do disco. Conversei com o Cabral sobre este novo trabalho, em que ele também assume os vocais de suas canções:

Como esse disco surgiu?

Ele é um disco mais de arranjador do que de baixista, concorda?

Como foi o processo de composição e produção de Motor?

Como você começou a trabalhar com arranjos?

É um disco de despedida do Brasil? Ou de encerramento de ciclo?

Você já pensou num show deste disco?

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