Como foi a festa Trabalho Sujo + Tenda na Trackers

2014.04.30_Noites Trabalho Sujo_Trakers_124

Quem foi sabe: foi inacreditável! As fotos da Ju dão só um gostinho do que aconteceu na madrugada do dia do trabalho, veja abaixo:

 

Como foi a festa de 18 anos do Trabalho Sujo

foto: Helena Yoshioka

Sábado passado foi daquelas noites épicas, quem foi sabe. Quem não foi, contente-se com as fotos da Helena, abaixo…

 

A festa de 18 anos do Trabalho Sujo é hoje!

trabalhosujo18anos

Sim, dezoito anos. No dia 20 de novembro de 1995 saía a primeira edição do Trabalho Sujo, ainda impresso numa página de jornal. Sempre a cargo de Alexandre Matias, a coluna virou site e chega à maioridade numa festa que promete ser histórica – afinal, vamos ocupar dois andares da Trackers com nosso experimento pop. Chamamos mais uma vez a Casa Do Mancha para cuidar de uma das pistas – e ele convocou o bamba MZK para segurar as picapes e o jovem mestre Curumin para mostrar seu Arrocha ao vivo. Na outra pista, Tiago Guiness, o capo da falecida Overdancing, chama o Kiko Costato para não deixar ninguém parado. E na terceira pista, Matias, Babee, Pattoli e Danilo fazem aquele estrago feliz que já é marca registrada da festa. Sorrisos escancarados, pernas que doem de tanto dançar, acabação feliz… Você sabe com as coisas funcionam, né?

18 ANOS DE TRABALHO SUJO
Sábado, 9 de novembro de 2013
Pista 1: Alexandre Matias, Luiz Pattoli, Babee e Danilo Cabral
Pista 2: Casa do Mancha apresenta MZK e Curumin
Pista 3: Tiago Guiness e Kiko Costato
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
A partir das 23h45.
Entrada: R$ 35 (até a 1h) e R$ 45 (em diante) apenas com nome na lista através do email [email protected]

18 anos de Trabalho Sujo – a festa

trabalhosujo18anos

Sim, dezoito anos. No dia 20 de novembro de 1995 saía a primeira edição do Trabalho Sujo, ainda impresso numa página de jornal. Sempre a cargo de Alexandre Matias, a coluna virou site e chega à maioridade numa festa que promete ser histórica – afinal, vamos ocupar dois andares da Trackers com nosso experimento pop. Chamamos mais uma vez a Casa Do Mancha para cuidar de uma das pistas – e ele convocou o bamba MZK para segurar as picapes e o jovem mestre Curumin para mostrar seu Arrocha ao vivo. Na outra pista, Tiago Guiness, o capo da falecida Overdancing, chama o Kiko Costato para não deixar ninguém parado. E na terceira pista, Matias, Babee, Pattoli e Danilo fazem aquele estrago feliz que já é marca registrada da festa. Sorrisos escancarados, pernas que doem de tanto dançar, acabação feliz… Você sabe com as coisas funcionam, né?

18 ANOS DE TRABALHO SUJO
Sábado, 9 de novembro de 2013
Pista 1: Alexandre Matias, Luiz Pattoli, Babee e Danilo Cabral
Pista 2: Casa do Mancha apresenta MZK e Curumin
Pista 3: Tiago Guiness e Kiko Costato
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
A partir das 23h45.
Entrada: R$ 35 (até a 1h) e R$ 45 (em diante) apenas com nome na lista através do email [email protected]

Que noite!

Que jeito fantástico de começar um ano novo. Só quem esteve lá pode confirmar: eu, Tiago, Dani e João Brasil sacudimos a pista do Alley dum nível que foi difícil arrancar o sorriso da cara das pessoas no dia seguinte, mesmo com ressacas brabas. Confere aí nas fotaças do mesmo Mattina que fotografou a GB do Rio (“tu de novo?”, ele perguntou de cara) fez – e flagrou algumas celebridades de verdade (de carne e osso, não essas que aparecem em revista ou TV) se acabando em nossa pistinha. A festa foi tão melhor do que esperávamos (e olha que esperávamos muito!) que estamos agitando uma segunda edição. Mas não tão logo, pra não banalizar.

Eu, Dani Arrais, João Brasil e Tiago Guiness botando todo mundo pra dançar

A noite de hoje promete, pois os quatro discotecários do Alley hoje concordam no único ponto que precisa ser concordado: noite boa é noite divertida. Resolvi comemorar meu aniversário na primeira vinda de João Brasil a São Paulo depois de sua temporada londrina, que calhou de ser no mesmo dia em que a querida Dani volta às pistas depois do fim de sua festa e numa noite pilotada pelo grande Tiago. Como Luciano tá viajando, discoteco sozinho – ou seja, não é uma Gente Bonita. Mas isso não diminui o impacto da noite, que ainda tem descontos para quem não quiser gastar um tostão furado para entrar: basta imprimir o cupom na home do site do Alley (que fica ali na Barra Funda, em frente ao Clash) e levar para a festa antes da meia-noite que não se paga nada para entrar.